Lucro da Pfizer cai quarto trimestre de 2014

30/01/2015 - 09:39


A Pfizer divulgou que registou um lucro líquido de 1,23 mil milhões de dólares no quarto trimestre de 2014, representando cerca de metade do ganho de 2,57 mil milhões de dólares registado em igual período do ano anterior, avança a EXAME.com.


Na mesma comparação, o lucro por acção da empresa farmacêutica norte-americana recuou a US$ 0,19, de US$ 0,29. Com ajustes, o ganho por acção caiu a US$ 0,54, de 0,56. A receita teve queda de 3,3%, a 13,12 mil milhões de dólares.

 

O lucro ajustado por acção superou levemente a previsão de analistas consultados pela Thomson Reuters, de US$ 0,53, mas a receita ficou abaixo da expectativa, que era de US$ 12,9 mil milhões de dólares.

 

A Pfizer também anunciou que prevê para 2015 lucro por acção de US$ 2,00 a US$ 2,10 e receita entre 44,5 mil milhões e 46,5 mil milhões de dólares. Analistas esperavam ganho por ação de US$ 2,18 e receita de 47,56 mil milhões de dólares no ano.

 

 

Fonte: Dow Jones Newswires/EXAME
http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/lucro-da-pfizer-cai-a-us-1-2...

Maioria dos laboratórios farmacêuticos adere a acordo com SNS

28/01/2015 - 09:15


As empresas responsáveis por mais de 75 por cento da despesa pública com medicamentos já aderiram ao acordo com o Estado que visa um contributo da indústria farmacêutica de 180 milhões de euros, revelou à agência Lusa o Infarmed, avança o Diário Digital.


Este acordo, assinado no final do ano passado e para entrar em vigor em 2015, definia que as empresas tinham até 31 de Dezembro de 2014 para aderirem.

 

No entanto, o prazo só termina no final deste mês, um adiamento que se deveu ao “período festivo no mês de Dezembro no decurso normal das actividades das empresas”, segundo o Infarmed, organismo que regula o sector do medicamento em Portugal.

 

Para já, está confirmada a adesão de “um conjunto de empresas que representam mais de 75% da despesa pública com medicamentos, incluindo as empresas com maior representatividade”.
A meta de poupança é de 180 milhões de euros, cabendo aos associados da Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma) uma contribuição de 135 milhões de euros.

 

Estas empresas, ao aderirem ao acordo, ficam isentas de pagar a taxa sobre vendas, a qual está prevista no Orçamento do Estado para 2015.

 

Segundo o Infarmed, esta nova taxa vai começar a ser cobrada no final de março, uma vez que “a contribuição incide sobre o total de vendas de medicamentos realizadas em cada trimestre”.

 

Desde 2012 que os ministérios da Saúde e das Finanças e a Apifarma têm firmado acordos com vista à sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e ao acesso ao medicamento.

 

Em 2014, o acordo firmado entre o Ministério da Saúde e a Apifarma permitiu aos hospitais do SNS receberem 95 milhões de euros mediante notas de crédito já emitidas pelas empresas farmacêuticas, segundo a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).

 

 

Fonte: Diário Digital com Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=757379

Ex-administrador da Roche no Conselho de Administração da Bial

27/01/2015 - 09:24


A farmacêutica portuguesa Bial anunciou esta segunda-feira ter integrado no seu Conselho de Administração como membro não executivo o ex-CEO e ex-chairman da multinacional Roche, Franz Humer, considerado "uma das personalidades internacionalmente mais respeitadas na indústria farmacêutica", avança a agência Lusa, citada pelo Porto Canal.


Em comunicado, a empresa sediada no concelho da Trofa, distrito do Porto, refere que a entrada de Franz Humer "integra-se no reforço da estratégia de internacionalização da Bial para a próxima década".

 

Franz Humer, que se aposentou da Roche em 2014, tem "uma vasta carreira na indústria farmacêutica", tendo desempenhado funções de gestão na Shering Plough e na GlaxoSmithKline.

 

Em 1995 integrou o Conselho de Administração da Roche, tendo assumido a presidência da Divisão Farmacêutica e a Direcção de Operações. Em 1998 assumiu a presidência executiva da empresa até 2008, desde 2001 que exerceu também a função de Chairman, até março de 2014.

 

Doutor em Direito, com um MBA pelo INSEAD (escola pioneira na introdução de cursos de gestão executiva internacional na Europa), Franz Humer foi membro do Conselho de Administração do Citigroup, chairman da Diageo, chairman do International Center for Missing and Exploited Children e membro do Conselho Consultivo Internacional da Allianz, entre outros cargos.

 

"É uma honra poder contar com a experiência de Franz Humer, que dedicou a sua carreira profissional à indústria farmacêutica em grandes empresas multinacionais de inovação. A sua entrada é especialmente relevante para a Bial, constituindo um reconhecimento do trabalho que temos vindo a desenvolver", sublinha Luís Portela, Chairman da Bial.

 

Para Franz Humer, fazer parte do Conselho de Administração da Bial é "um desafio".

 

"A Bial é uma empresa que acompanho há muitos anos e que tem tido um percurso notável, alicerçado numa estratégia de longo prazo centrada na Investigação e Desenvolvimento, algo pioneiro em Portugal. Espero poder dar o meu contributo para o seu fortalecimento, sobretudo nos mercados internacionais", acrescenta.


Actualmente a Bial está presente em mais de 50 países e as vendas nos mercados internacionais representam cerca de 60% do total do volume de negócios da empresa.

 

Fundada em 1924, a empresa tem como missão desenvolver, encontrar e fornecer novas soluções terapêuticas na área da saúde.

 

Anualmente, "a empresa investe mais de 20% do seu volume de vendas em I&D, o que a posiciona entre as empresas europeias com maiores investimentos em termos de inovação". Nos projectos da empresa destaca-se a continuidade do programa de desenvolvimento clínico do seu antiepiléptico Zebinix/Aptiom, já comercializado na generalidade dos mercados europeus e nos EUA, e também um novo tratamento para a doença de Parkinson.

 

Com uma equipa de 900 colaboradores, a Bial "tem vindo a reforçar a sua presença internacional, vertente que quer fortalecer na próxima década", acrescenta.

 

Fonte: Lusa/Porto Canal
http://portocanal.sapo.pt/noticia/50140/

Astellas eleita como empresa nº 1 para trabalhar em Portugal no sector farmacêutico

19/01/2015 - 09:09


A Astellas conquistou, pela terceira vez consecutiva, o 1º lugar no ranking do Sector Farmacêutico e o 5º lugar no universo de empresas com menos de 100 colaboradores, reafirmando a posição que conquistou em 2014, no Great Place to Work Portugal 2015.


A Astellas foi considerada uma das melhores empresas para trabalhar pelos colaboradores, alcançando a melhor posição no grupo de companhias do seu sector de actividade económico na área da Biotecnologia & Farmacêutica, que se submeteram a esta avaliação externa. Para além deste Prémio, a Astellas conquista também o primeiro lugar do Great Place to Work Responsabilidade Social e Sustentabilidade 2015, devido aos projectos de responsabilidade social e sustentabilidade que promove e em que se envolve, com o apoio dos colaboradores.

 

Alberto Aguiar, Director-Geral da Astellas Farma, afirma “É extremamente gratificante, para a Astellas, percebermos que aquilo que nos motiva diariamente tem um resultado positivo nas nossa pessoas e que tal é também reconhecido externamente. Este prémio reflecte o empenho de todos os colaboradores no compromisso em se atingir o melhor, no âmbito dos 5 pilares da companhia: Colaboradores, Sociedade, Ambiente, Compliance, Economia. O prémio é de todos os nossos colaboradores, que todos os dias trabalham com esta motivação.”

 

As diversas políticas internas implementadas na companhia nos últimos anos, que permitem uma cultura de trabalho flexível e acolhedora, contribuíram para a satisfação dos colaboradores da Astellas. A flexibilidade laboral, o incentivo à natalidade, bem como a conciliação entre a vida pessoal e familiar inserida na actividade laboral, são algumas das áreas em que a Astellas tem apostado fortemente.

 

De acordo com a política de recursos humanos “têm vindo a ser implementadas estratégias de desenvolvimento que proporcionem um ambiente de trabalho sustentável e de bem-estar a todos os nossos colaboradores. São eles que fazem da companhia o que ela é, pelo que a sua dedicação é reconhecida e recompensada através de programas institucionais de mérito, benefícios e ofertas em momentos importantes da vida pessoal e profissional. Temos as Melhores Pessoas na Melhor Empresa!”, reforça Catarina Silva, Human Resources Manager na Astellas.

 

Ao nível da sustentabilidade e da responsabilidade social, a Astellas tem promovido várias acções em benefício do contexto social e do ambiente em que se encontra inserida. A empresa tem investido em vários projectos que visam mudar positivamente a vida da comunidade em que está inserida. A destacar são as acções de empregabilidade e apoio à reintegração laboral, bem como a criação do “Changing Tomorrow Day” em que os colaboradores da Astellas têm a oportunidade de participar em projectos de voluntariado organizados.

 

Destacam-se, ainda, ao nível ambiental, e dentro do plano de acção anualmente definido, os cuidados com o consumo de electricidade, de água, de papel e de plásticos que se traduzem na utilização de lâmpadas económicas, torneiras amigas do ambiente, redução de impressão de documentos e utilização de louça de vidro.

 

Actualmente, a Astellas tem cerca de 55 colaboradores. A sua sede, situada no Lagoas Park, em Porto-Salvo, é um espaço acolhedor, onde existe um conjunto de funcionalidades que estimulam um estilo de vida e alimentação saudáveis.

 

Fonte: comunicado de imprensa

AbbVie reconhecida como a 5ª melhor empresa para trabalhar em Portugal

16/01/2015 - 09:13


A AbbVie Portugal acaba de ser reconhecida como a 5ª Melhor Empresa para Trabalhar em Portugal na categoria entre 100 e 250 funcionários, de acordo com os resultados do Great Place to Work (GPTW) 2015.


Para Eduardo Leiva, director-geral da AbbVie Portugal, "este prémio é um importante reconhecimento do trabalho feito em apenas dois anos de nossa existência como companhia. Tem sido uma viagem cultural emocionante e que também nos envolveu na revisão dos nossos sistemas e processos para desenvolver o melhor ambiente para apoiar e desenvolver os nossos colaboradores. Agora sabemos que fomos bem-sucedidos e que os nossos funcionários vivem e valorizam a nossa cultura".

 

Em 2014, a AbbVie em Portugal conseguiu o 2º lugar na competição GPTW, um marco possível através da promoção da excelência no trabalho e de um negócio mais sustentável.

 

GPTW – Liderança 2015

 

No início de Janeiro, o GPTW também atribuiu à AbbVie em Portugal o Prémio de Liderança, uma distinção que reflecte a satisfação dos funcionários sobre a forma como a companhia é gerida a nível nacional, com um grande impacto no seu sucesso.

 

De acordo com os resultados dos questionários, os colaboradores valorizam a forma de trabalhar e o facto de todas as ideias serem aceites, até as mais improváveis, o que faz com que se sintam livres para actuar e para contribuir para o sucesso da empresa.

 

Eduardo Leiva reconhece: “Não existem más ideias porque todas as contribuições podem ser encaradas como oportunidades para desenvolver a ideia certeira”. O responsável explica que na AbbVie “o importante são os colaboradores e, por isso, exerce-se na empresa o esquema de pirâmide invertida, ou seja, os colaboradores estão no topo e as chefias funcionam como suporte e apoio a todo o seu trabalho”.

 

Fonte: comunicado de imprensa

“Acordo com o Ministério da Saúde teve um impacto de 5% na facturação”

14/01/2015 - 09:12

Nos últimos três anos, o contributo directo da MSD para a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS) esteve "acima dos 25 milhões de euros". Verba que a subsidiária portuguesa da norte-americana entregou ao Estado no âmbito dos acordos assinados com a Apifarma, associação que representa a indústria, mas que não contabiliza da perda de receita em resultado da queda generalizada dos preços. No mesmo período, a queda da facturação terá rondado os 30%, revela, em entrevista ao Diário Económico, o novo director-geral da MSD, Vítor Virgínia.

 

Leia a entrevista aqui.

 

 

Fonte: Hermínia Saraiva/Diário Económico
http://economico.sapo.pt/noticias/acordo-com-o-ministerio-da-saude-teve-...

Director-Geral da EFPIA defende homogeneização de sistemas de dados em Saúde

13/01/2015 - 09:20

Richard Bergström, Director-Geral da Federação Europeia da Industria Farmacêutica (EFPIA) argumentou vigorosamente a favor da homogeneização dos organismos e regulação de HTA (Health Technology Assessment) na Europa, durante uma recente entrevista com Paul Simms, Chairman da eyeforpharma. Afirmando que a harmonização seria a única forma de o acesso ao mercado ter uma melhoria, Bergström explicou que era do interesse de todos, e não só das empresas farmacêuticas.


Todos os stakeholders precisam de investir em maior e mais abrangente recolha e análise de dados. Isso inclui as empresas farmacêuticas: "É melhor ter a certeza de que gastamos com sabedoria, porque se estivermos investir continuamente biliões em sistemas de dados reais, eles têm de cumprir o objectivo. Têm de ser sustentáveis e sustentados ao longo do tempo, porque não podemos, para cada indivíduo, país ou produto entrar e fazer uma captura diferenciada de dados e, em seguida, depois de um ano, encerrar o sistema.

 

"Como indústria, não podemos ter um sistema de dados esloveno, um separado para a Áustria, etc. Precisamos de construir um modelo padronizado pan-europeu e para que isso aconteça precisamos de um acordo ".

 

Bergström acredita que as empresas farmacêuticas descobriram até agora, em grande parte, como lidar com a compreensão da necessidade do paciente e remodelando a sua empresa em torno dessa necessidade, embora admitindo que ainda havia muito trabalho mais urgente a ser feito para cumprir os planos existentes. Quando pressionado sobre onde se encontra a próxima fronteira para os executivos de farmacêuticas, Bergström afirma: "O que a indústria precisa realmente é de compreender os sistemas de saúde - especialmente onde o acesso está em causa. A indústria farmacêutica ainda não percebeu realmente a forma de envolver o sistema de saúde. O conjunto de habilidades necessário é uma maior compreensão dos cuidados de saúde, como funciona, quem faz o quê, e quem toma as decisões. Precisamos de entender como essas pessoas criam um orçamento, como prevêem um orçamento para um produto dois anos a partir do lançamento. A indústria e o pagador vêm de dois mundos diferentes, mas a conversa precisa de movimentar –se muito além da negociações de preços ".

 

A outra necessidade fundamental de colaboração decorre da necessidade de inovação de classe, e para preparar melhores negociações de comparticipação de preços nacional. Os HTA e pagadores precisam de descobrir o que é valioso para quem e, combinado com as questões acima, isso só pode tornar-se sustentável com uma abordagem mais abrangente.

 

"Isto tem sido fortemente defendido pela EMA (Agência Europeia de Medicamentos), pelos principais pagadores, pelos reguladores. Isto é o que eles querem, uma nova interface. E, portanto, a indústria também precisa de se organizar e descobrir como essa interface deve ser".

 

Quando questionado sobre se achava que essa padronização é inevitável, Bergström assumiu que sim e que “temos de nos preparar para isso”. Em Junho de 2015, a indústria vai reunir-se em Amesterdão para debater estas e outras questões na conferência organizada pela eyeforpharma "Market Access and Pricing Excellence". O discurso de Bergström, incluído num painel de speakers - com entidades reguladoras e stakeholders do Reino Unido, Espanha, Itália, Bélgica e Países Baixos -, vai incidir nesta situação de forma mais detalhada. Em última análise, ele pede que esta reunião forneça "o roteiro para a abordagem prática que a indústria precisa para avançar nesta matéria".

Roche adquire participação maioritária na Foundation Medicine

13/01/2015 - 08:54


A Roche acordou a compra de uma participação accionista maioritária na Foundation Medicine, laboratório norte-americano especializado na pesquisa molecular e de genomas, avança o Dinheiro Digital.


Segundo revelou a farmacêutica suíça num comunicado divulgado nesta segunda-feira, a transacção passa por um acordo global de colaboração estratégica que potencia as capacidades de ambas as empresas no tratamento de doentes com cancro.

 

A Roche vai pagar 780 milhões de dólares (ou cerca de 658 milhões de euros) por um pacote de 15,6 milhões de acções da companhia norte-americana, conferindo à Roche uma posição entre 52 e 56% do capital da visada.

 

A operação acordada, com base numa contrapartida de 50 dólares por acção (supondo um prémio de 109% face ao último fecho da Medicine Foundation na bolsa Nasdaq), prevê ainda que a suíça invista (por via de aquisição de novas acções) mais 250 milhões de dólares na actividade de I&D da empresa norte-americana.

 

O objectivo é o desenvolvimento conjunto de investigação molecular e imunologia na área oncológica.

 

 

Fonte: Dinheiro Digital
http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=225268

Mais de 75% das farmacêuticas preferiram acordo em vez de taxa

09/01/2015 - 09:02


O Governo já garantiu o apoio necessário por parte das farmacêuticas para avançar com o protocolo de redução da despesa com medicamentos assinado em Novembro entre a Apifarma, associação que representa o sector, e o Ministério da Saúde. Segundo os termos do acordo, era necessário uma adesão de um mínimo de empresas representativas de 75% de quota de encargos totais do Serviço Nacional de Saúde. Um valor que já foi ultrapassado, disse ao Diário Económico fonte oficial do Infarmed.


O acordo assinado a 22 de Novembro dava aos laboratórios 30 dias para aderirem ao protocolo. O prazo (que terminava no final de Dezembro) foi entretanto estendido. Mas até ontem, o número de empresas necessárias para que o acordo avance já tinha manifestado a intenção de aderir ao protocolo, confirmou a mesma fonte do Infarmed. Entre elas estão as dez maiores farmacêuticas a operar no mercado nacional. O número ainda pode crescer nos próximos dias.

 

As empresas que decidirem ficar de fora também terão de contribuir para a redução da despesa pública com medicamentos. É que a lei do Orçamento do Estado para 2015 instituiu o pagamento de uma taxa sobre as vendas das farmacêuticas, que varia entre os 2,5% e os 14,3%, consoante o tipo de medicamentos.

 

Esta taxa já tinha sido anunciada pela Ministra das Finanças em Abril e o Governo não recuou na intenção. Contudo, o ministro da Saúde conseguiu uma excepção para as empresas que adiram voluntariamente ao protocolo de redução da despesa com medicamentos. 

 

Desde de 2012 que o Governo e a Apifarma têm celebrado acordos para a redução da despesa, mas este foi assinado em tempo recorde, ainda antes da aprovação do OE/2015. Desta vez, ambas as partes tinham interesse em acertar posições o quanto antes: Paulo Macedo prefere baixar a factura dos remédios através do corte na despesa do que pelo aumento da receita, enquanto a Apifarma dá aos seus associados a oportunidade de evitarem o pagamento da taxa.

 

O acordo traz ainda outras vantagens às farmacêuticas, uma vez que garante alguma estabilidade legislativa no sector e compromete o Governo com a regularização de dívidas em atraso a estas empresas.

 

O Ministério da Saúde fixou um objectivo de despesa pública com medicamentos para este ano de dois mil milhões de euros. Se esse valor for ultrapassado, os laboratórios que aderiram ao acordo terão de devolver o excedente em notas de crédito que os hospitais poderão usar na aquisição de medicamentos, sem os pagar. A contribuição prevista da indústria farmacêutica será de 180 milhões de euros.

 

Fonte: Catarina Duarte/Diário Económico
http://economico.sapo.pt/noticias/mais-de-75-das-farmaceuticas-preferira...

Jaba Recordati concorre ao prémio de Empreendedor do Ano

07/01/2015 - 09:25


A Jaba Recordati, subsidiária portuguesa da farmacêutica Recordati, concorre pela segunda vez aos European Business Awards e pela primeira vez à categoria Empreendedor do ano tendo a partir desta terça-feira o seu vídeo institucional disponível online para votação pública.


Os European Business Awards (EBA) são um reconhecimento internacional que vem premiar a inovação, excelência e sustentabilidade das melhores empresas europeias. Em 2013, votaram online mais de 95 mil pessoas nas suas empresas preferidas.

 

A primeira fase de votação do EBA decorre entre 6 de Janeiro e 24 de Fevereiro de 2015. Para votar basta ir ao site www.businessawardseurope.com, visualizar os vídeos dos candidatos e votar. É possível eleger os candidatos através do país que representam ou da categoria a que estão nomeados. Competem pelo título de Campeão Nacional um total de 709 empresas representantes de 33 países europeus, um recorde de participações nos EBA 2014/15 patrocinados pela RSM International.

 

Na primeira fase de apuramento dos EBA 2013/2014, a Jaba Recordati, subsidiária portuguesa da farmacêutica Recordati, foi eleita Campeã Nacional na categoria Empregador do Ano, um reconhecimento que veio premiar a aposta da empresa numa política de recursos humanos diferenciadora e centrada no indivíduo.


Na segunda fase de votação a Jaba Recordati foi galardoada com o prémio europeu de melhor Empregador do Ano 2013/2014 na final dos EBA numa cerimónia que decorreu em Atenas com a participação de empresários e representantes políticos europeus.

 

Para Nelson Pires, Director-geral da Jaba Recordati “o programa do European Business Awards reconhecido largamente como uma das competições mais duras na Europa e presidida por um júri altamente qualificado, permite-nos posicionar-nos entre um dos negócios top ten europeus e é uma oportunidade para tentarmos premiar a dedicação e esforço de todos os nossos colaboradores e shareholders.

 

Sobre os European Business Awards

 

Os European Business Awards reconhecem e premiam a excelência, as boas práticas e a inovação das mais bem-sucedidas e sustentáveis empresas na Europa. A competição serve três propósitos para a comunidade empresarial europeia. Fornece exemplos para a comunidade empresarial, celebra o sucesso individual e organizacional e disponibiliza case studies para que todos possam aprender com estas organizações de sucesso.


Sobre a Jaba Recordati

 

A Jaba Recordati actua em três áreas de negócio, produtos inovadores sujeitos a prescrição médica, genéricos e produtos de venda livre. A subsidiária portuguesa foi responsável em 2013 por um volume de negócios de 32,9 milhões de euros, correspondente a cerca de 4,% da facturação global do grupo Recordati. A Jaba Recordati tem operações nos PALOP, nomeadamente Angola, Cabo Verde e Moçambique.

 

Fonte: comunicado de imprensa
 

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