Sanofi: trajectória de crescimento continua no segundo trimestre

01/08/2014 - 13:31

A Sanofi divulgou esta sexta-feira resultados financeiros que mostra, que a trajectória de crescimento da companhia continua no segundo trimestre.


As vendas do Grupo subiram 6,4% para €8.076 milhões, impulsionadas pela Genzyme, que registou um crescimento de 29,1%, e pela divisão de Diabetes, que teve um crescimento de 16,2%.

 

As vendas nas plataformas de crescimento avançaram 14,5% para €6.163 milhões, representando 76,3% das vendas totais do grupo.

 

O resultado líquido operacional ("business", que inclui lançamentos recentes não incluídos nas plataformas de crescimento) aumentou 13,0% em taxas de câmbio constantes para €1.537 milhões (o que representa um crescimento de 3,9% para efeitos de reporte financeiro).

 

Os resultados por acção "business" cresceram 13,4% a taxas de câmbio constantes, para €1,17 por acção.

 

Já o fluxo de caixa ("free cash flow") aumentou 33,1% para €2.390 milhões no primeiro semestre de 2014.

 

Crescimento robusto nos mercados emergentes e execução em novos lançamentos

 

As vendas da Sanofi em mercados emergentes aumentaram 16,5% para €2.855 milhões no segundo trimestre do ano, representando 35,4% das vendas do Grupo.


As vendas da Merial cresceram 6,2%, impulsionadas por um lançamento bem-sucedido da NexGard™.

 

O lançamento bem-sucedido do medicamento OTC Nasacort® nos EUA contribuiu para um crescimento de 9,2% nas vendas da divisão de Consumer Healthcare (CHC).

 

Avanços significativos conseguidos no "pipeline" de Investigação & Desenvolvimento (I&D)

 

A Sanofi registou resultados positivos em nove estudos de fase III ODYSSEY com alirocumab para a hipercolesterolemia.


Também obteve resultados positivos do estudo de fase III do Toujeo® apresentados no ADA; processos de autorização submetidos nos EUA, UE e Japão.

 

A companhia reporta ainda dados robustos de estudo de fase II data com dupilumab para a dermatite atópica; e espera que os estudos de fase III arranquem no final do ano.

 

Na apresentação dos resultados financeiros do semestre, a Sanofi refere ainda novos dados detalhados do estudo de fase III com sarilumab para a artrite reumatóide apresentado no EULAR e a nova submissão para a revisão do Lemtrada™ para a Esclerose Múltipla, que foi aceite pela FDA.

 

Objectivos financeiros para 2014 revistos

 

Dado o desempenho financeiro no primeiro semestre de 2014 e apesar do aumento da pressão concorrencial nos EUA, a Sanofi considera que os resultados das acções "business" devem ser entre 6% e 8% mais elevados do que em 2013 em taxas de câmbio constantes, salvo imprevistos desfavoráveis graves.

 


Fonte: comunicado de imprensa


 

Novartis anuncia medicamento promissor contra a malária

01/08/2014 - 09:00

O grupo farmacêutico suíço Novartis anunciou esta quinta-feira resultados promissores para um novo tratamento contra a malária, actualmente em fase de testes, avança a agência Lusa, citada pelo SAPO Saúde.


Num estudo publicado no New England Journal of Medicine, a Novartis apresenta resultados mostrando que o tratamento, chamado KAE609, “faz desaparecer rapidamente o parasita em pacientes contagiados com paludismo com Plasmodium falciparum (P. falciparum) e Plasmodium vivax (P. vivax), sem complicações”.

 

A Novartis está em vias de desenvolver dois novos medicamentos anti-malária, uma doença que mata todos os anos mais de 600 mil pessoas, a maioria crianças africanas.

 

Estes tratamentos, chamados KAE609 e KAF156, tratam o paludismo de forma diferente das terapias actuais.

 

“A Novartis está envolvida de forma duradoura na luta contra o paludismo e estamos determinados a prosseguir a pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos, tendo em vista a eliminação desta doença, um dia”, declarou o director-geral da farmacêutica, Joseph Jimenez.

 

Por outro lado, o responsável do Instituto Novartis para as doenças tropicais, Thierry Diagana, considerou que o KAE609 “é um medicamento que poderá verdadeiramente alterar o jogo da luta contra o paludismo”.

 

O laboratório suíço atribuiu ao KAE609 o estatuto de projecto prioritário devido ao seu potencial único de administração sob a forma de associação medicamentosa numa toma única, acrescentou.

 

Em Junho de 2012, 21 pacientes infectados por um dos dois tipos de parasitas que causam o paludismo participaram num estudo clínico em Banguecoque e Mae Sot, perto da fronteira entre a Tailândia e a Birmânia, onde foi verificada uma resistência aos medicamentos actuais.

 

Os investigadores observaram um desaparecimento rápido dos parasitas em pacientes adultos infectados com malária por P. vivax e P. falciparum, incluindo os que mantinham parasitas resistentes depois de receber o novo tratamento.

 

No ano passado, a Novartis forneceu mais de 600 milhões de tratamentos a preço de custo aos países onde a malária é endémica.

 

 

Fonte: Lusa/SAPO Saúde
http://saude.sapo.pt/noticias/saude-medicina/farmaceutica-anuncia-medica...

Bayer tem lucro líquido de € 953 milhões no segundo trimestre

31/07/2014 - 09:00


A Bayer informou que o seu lucro líquido subiu 14% no segundo trimestre de 2014, para 953 milhões de euros, de 841 milhões de euros no mesmo período do ano passado, avança o Dow Jones Newswires, citada pelo Estadão.


Na mesma comparação, a receita caiu 0,9%, para 10,62 mil milhões de euros, pressionada por efeitos adversos do câmbio.


A receita ajustada para levar em conta oscilações cambiais e mudanças na carteira de activos de medicamentos e produtos químicos subiu 6,3% no segundo trimestre de 2014 na comparação com o mesmo período de 2013.

 

Lucro ajustado antes de juros e impostos, depreciação e amortização (Ebtida) aumentou de 1% para 2,22 mil milhões de euros.

 

"As nossas empresas da área científica, em particular, viram um inabalável ritmo de crescimento, com ganhos em vendas muito animadores para os nossos produtos farmacêuticos lançados recentemente e em nossos negócios nas Américas", escreveu o executivo-chefe da companhia, Marijn Dekkers, no comunicado enviado à imprensa.

 

 

Fonte: Dow Jones Newswires/Estadão
http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/bayer-tem-lucro-liquido-de-9...

Pfizer supera estimativas no segundo trimestre

30/07/2014 - 08:02

A Pfizer, que em Maio abandonou oficialmente a sua oferta para comprar a rival britânica AstraZeneca, divulgou uma receita maior do que a esperada no segundo trimestre, ajudada pela crescente procura pelos seus medicamentos contra o cancro, avança a agência Reuters.


A maior farmacêutica dos EUA anunciou nesta terça-feira um lucro de 2,91 mil milhões de dólares no período, ou 0,45 dólares por acção. Na mesma etapa do ano passado, o lucro foi de 14,1 mil milhões de dólares, ou 1,98 dólares por acção, quando a Pfizer recebeu mais de 10 mil milhões em recursos provenientes do desmembramento da sua divisão de saúde animal numa nova empresa de capital aberto, a Zoetis.


Excluindo itens especiais, a Pfizer teve lucro de 0,58 dólares por acção. Analistas, em média, esperavam 0,57 dólares, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S.


As vendas caíram 2 por cento, para 12,77 mil milhões de dólares, impactadas por uma queda em medicamentos genéricos que a Pfizer chama de produtos estabelecidos. Mas o resultado superou as expectativas de Wall Street de 12,46 mil milhões de dólares.

 

A Pfizer manteve a sua previsão de lucro de 2,20 a 2,30 dólares por acção para o ano.

 

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/idBRKBN0FY1K720140729

AstraZeneca faz parceria com Roche e Qiagen

29/07/2014 - 07:53

A AstraZeneca associou-se à Roche e à Qiagen para desenvolver dois testes diagnósticos, ambos com amostras de sangue simples, para identificar pacientes que serão beneficiados com os seus medicamentos contra cancro do pulmão, avança a agência Reuters.


Actualmente, testar pacientes para ver se os seus tumores contêm mutações genéticas que os tornam adequados para tratamento com drogas envolve a recolha de amostra de tecido por biópsia por agulha ou durante a cirurgia.

 

Os novos testes baseiam-se na tecnologia inteligente que pode detectar pequenos fragmentos de ADN do tumor que circulam no plasma retirado do sangue dos pacientes.

 

A colaboração com a Qiagen envolve o desenvolvimento de um teste para acompanhar o efeito do medicamento da AstraZeneca contra cancro do pulmão Iressa®, enquanto o acordo com a Roche é para parceria no diagnóstico numa experiência da AstraZeneca para o sucessor do Iressa®chamado AZD9291.

 

O AZD9291 tem como alvo uma mutação genética que ajuda os tumores a escaparem dos tratamentos actuais e a AstraZeneca acredita que pode vender até 3 mil milhões de dólares por ano. A mutação, conhecida como T790M, desenvolve-se em cerca de metade dos caso de cancro do pulmão, que se tornam resistentes aos inibidores, como o Iressa®.

 

 

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN0FX1O220140728

Farmacêuticas vão ser obrigadas a devolver dinheiro se remédio não resultar

28/07/2014 - 08:31

A indústria vai ter de compensar o Estado caso os medicamentos e dispositivos médicos não tenham o resultado esperado. Se isso acontecer, terá de devolver verbas ou criar créditos para aquisição de outros pro- dutos, avança o Diário de Notícias, citado pelo Diário Digital.

 

Segundo destaca a edição desta segunda-feira do DN, a realização dos chamados contratos de partilha de risco, com base em resultados reais obtidos em doentes, é uma das novas missões do Sistema Nacional de Avaliação de Tecnologias da Saúde (Sinats).


No futuro, o organismo "pode avaliar a criação de hospitais e a compra de equipamentos. A avaliação de resultados de medicamentos e dispositivos avança já em 2015", refere o jornal.
Oncologia, hepatite C e VIH/sida são as três áreas prioritárias neste sistema que vai permitir eventuais reforços ou, pelo contrário, cortar ou tirar comparticipações em caso de ineficácia dos medicamentos.

 

 

Fonte: Diário de Notícias/Diário Digital
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=720893 

Lucro da Bristol-Myers Squibb supera expectativas no segundo trimestre

28/07/2014 - 08:07

A Bristol-Myers Squibb (BMS) ​​divulgou resultados trimestrais melhores di que o esperado, ajudada por controlos de custos e fortes vendas do seu remédio para prevenção de coágulos sanguíneos Eliquis®e do tratamento para o melanoma Yervoy®, avança a agência Reuters.


A farmacêutica norte-americana divulgou na passada quinta-feira que teve lucro de 333 milhões de dólares, ou 0,20 dólares por acção, no segundo trimestre, face os 536 milhões de dólares, ou 0,32 dólares por acção, registados no mesmo período do ano anterior.

 

Excluindo itens especiais, incluindo 458 milhões em encargos relacionados a fusão, a BMS teve lucro de 0,48 dólares por acção. Analistas, em média, esperavam 0,44 dólares por acção.

 

A receita caiu 4 por cento, para 3,90 mil milhões de dólares, mas superou as expectativas de Wall Street de 3,85 mil milhões de dólares. A BMS disse que as vendas teriam aumentado 7 por cento se não tivesse vendido o seu negócio global de diabetes mais cedo neste ano à parceira de longa data AstraZeneca.

 

Apesar do lucro trimestral ter ficado acima das expectativas, a BMS manteve a estimativa para o consolidado do ano de um lucro por acção de 1,70 a 1,80 dólares.

 

As vendas do Eliquis®, que a BMS comercializa em parceria com a Pfizer, subiram para 171 milhões de dólares. O medicamento, usado para prevenir acidentes vasculares cerebrais em pacientes com um batimento cardíaco irregular chamado fibrilação atrial, tinha registando vendas decepcionantes desde que foi aprovadi no final de 2012, mas ganhou força nos últimos meses.

 

As vendas do Yervoy® subiram 38 por cento, para 321 milhões de dólares.

 

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/idBRKBN0FT1QE20140724

Norte-americana Amgen quer dobrar presença no Brasil até 2020

24/07/2014 - 08:04


A maior empresa de biotecnologia do mundo, Amgen, teve uma subida anual de 54 por cento na facturação do primeiro semestre no Brasil e traça planos para dobrar a sua área de medicamentos biológicos no país, apesar da desaceleração da economia que tem travado o consumo, inclusivamente no sector de saúde, avança a agência Reuters.


A companhia fundada na década de 1980 nos EUA é especializada em medicamentos complexos e de alto custo de desenvolvimento voltados para áreas como cancro e nefrologia. No Brasil, a empresa está presente desde 2009, ampliando a sua actuação com a compra da farmacêutica brasileira Bergamo, em 2011, por 215 milhões de dólares.

 

De olho num mercado em que a população que está a envelhecer e que em 2014 deve registar cerca de meio milhão de novos casos de cancro, a Amgen espera ampliar de 5 para até 10 até 2020 o número de medicamentos da categoria biológicos "inovadores" vendidos no Brasil. Já em biossimilares, a quantidade de medicamentos da companhia vendida no país passará de 25 para 32.

 

Os medicamentos biológicos são produzidos através da manipulação de microorganismos ou células vivas modificadas, que geram proteínas longas e complexas para uso em tratamentos específicos. Esses fármacos estão no topo da indústria farmacêutica em termos de custos de desenvolvimento e de margem de lucro. Já as biossimilares são versões 'genéricas' dos medicamentos biológicos que tiveram as patentes expiradas.

 

Com a expansão do portefólio de medicamentos biológicos, a Amgen deve concentrar-se mais em pesquisa e desenvolvimento no Brasil, ampliando uma rede de 2.500 pacientes em mais de 200 centros médicos públicos e privados do país, que fazem parte de testes clínicos de novas drogas que a empresa espera ver aprovadas pelas autoridades de saúde.

 

Apesar dos planos de expansão, o gerente-geral da Amgen no Brasil, Eduardo Santos, afirmou que planos para uma fábrica de biofármacos, algo que consumiria investimentos na casa de mil milhões de dólares do grupo no país, não estão nos planos de curto prazo. A Amgen já tem fábricas na Irlanda, Turquia, EUA e Porto Rico.

 

Segundo Santos, que evitou dar detalhes financeiros da companhia no Brasil, a Amgen deve atingir equilíbrio financeiro no país este ano. O desempenho, após o investimento na compra da Bergamo, é apoiado no lançamento de três novos medicamentos no primeiro semestre.

 

"Estamos a sentir escrutínio em despesas com saúde por parte dos governos, federal e estadual, e empresas de seguro saúde estão a rever protocolos", disse Santos ao descrever o cenário económico do sector no país. "Não é catastrófico, mas é um cenário de contenção de gastos".

 

Porém, ele afirmou que os medicamentos da companhia são voltados para pacientes críticos, que não podem interromper tratamentos. "O mercado de carros novos vai cair, mas os pacientes diagnosticados continuarão a existir".

 

Santos afirmou que a Amgen não vê novos alvos de aquisição no Brasil, apesar da intensa consolidação vivida pela indústria farmacêutica global. No país, a Amgen compete no sector de medicamentos biotecnológicos com nomes como Roche, Pfizer e Abbott.

 

A Amgen também deve encarar em breve uma competição com o lançamento da fábrica de biossimilares Bionovis, projecto que prevê investimentos de 500 milhões de reais nos próximos cinco anos e reúne as brasileiras EMS, Aché, Hypermarcas e União Química.

 

A fábrica das quatro empresas nacionais deve ficar pronta no final de 2016 e será voltada inicialmente à produção de seis medicamentos voltados para alguns tipos de cancro e artrite. O principal cliente será o governo federal brasileiro, que tem apoiado a criação da companhia desde 2012.

 

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN0FS28120140723

Allergan vai cortar 1.500 empregos

22/07/2014 - 08:10


A Allergan, que luta contra uma oferta hostil da Valeant Pharmaceuticals International, anunciou nsta segunda-feira um corte de 1.500 empregos como parte da reestruturação de 475 milhões de dólares para elevar o lucro nos próximos seis anos, avança a agência Reuters.


Mas a empresa não anunciou nenhuma grande aquisição ou programa de recompra de acções, movimentos que tinha discutido como formas de reforçar as suas defesas contra a investida da Valeant e Pershing Square Capital Management.

 

A Allergan disse que as reduções de custos, parte dos esforços para convencer investidores de que tem mais valor como empresa independente, vão ajudá-la a entregar um crescimento anual nos lucros de mais de 20 por cento entre 2014 e 2019.

 

O corte de 13 por cento no quadro global de funcionários vai ajudar a ter um lucro por acção de 5,74 a 5,80 dólares em 2014 e de 8,20 a 8,40 dólares em 2015, disse a Allergan, que tinha previsto antes um lucro de 5,64 a 5,73 dólares por acção em 2014, com crescimento de 20 a 25 por cento nessa linha em 2015.

 

A empresa divulgou um lucro de 418 milhões de dólares no segundo trimestre, ou 1,40 dólares por acção, em comparação com 361 milhões de dólares, ou 1,22 dólares por acção, um ano antes.

 

Excluindo itens especiais, a Allergan teve lucro de 1,51 dólares por acção. Analistas esperavam, em média, lucro de 1,44 dólares por papel, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S.

 

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN0FQ1MM20140721

Os milhões dos medicamentos made in Portugal

21/07/2014 - 08:27

O mercado do medicamento caiu para um terço nos últimos 3 anos. Para este ano o Estado prevê gastar 2 mil milhões de euros em medicamentos, avança o Porto Canal.

 

Desde que o país pediu ajuda económica à troika os medicamentos foram o alvo preferencial dos cortes na área da saúde.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Porto Canal

http://portocanal.sapo.pt/noticia/32383/

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