Mylan entra no mercado hospitalar com 79 novos genéricos

18/03/2014 - 09:47


A norte-americana Mylan está a ultimar a entrada no mercado hospitalar português, avança o Diário Económico.


João Madeira, director-geral da farmacêutica que se dedica à produção de genéricos, estima que no espaço de três anos o portefólio da empresa em Portugal aumente em quase oito dezenas de medicamentos, o que poderá contribuir para uma poupança de 117 milhões de euros.

 

 

Fonte: Diário Económico
http://economico.sapo.pt/noticias/mylan-entra-no-mercado-hospitalar-com-...

Externalização de vendas no sector farmacêutico: por que é uma vantagem?

17/03/2014 - 10:05

Artigo de opinião da autoria de Javier Scherk, Director Geral de Winche Redes Comerciales

Parte importante do sucesso na venda de um produto em qualquer sector acontece no momento final da compra, quando o consumidor deve decidir entre a forte competência de preços e características de vários produtos de uma mesma categoria. É por isso que as empresas da indústria da saúde precisam de reforçar cada vez mais a sua rede comercial e apostar em acções de marketing no ponto de venda.

 

Dentro de uma farmácia, a disposição nas prateleiras converte-se num factor-chave para atrair a atenção de compra do consumidor para o produto que se quer vender. Já não basta que as companhias destinem boa parte dos seus recursos a melhorar a qualidade e propriedades dos produtos que fabricam através de investimento em I&D ou publicidade.

 

Uma boa equipa de vendas exerce um papel fundamental no posicionamento do produto, já que a sua missão directa é assegurar que os produtos tenham uma boa presença nas prateleiras, seguindo uma rotação específica, e reduzir tanto quanto possível as rupturas de stock. Além de comprovar que se cumprem as actividades acordadas entre cliente e canal de distribuição, a equipa de vendas tem ainda de informar sobre as novidades e promoções dos produtos, etc.

 

Num mercado em que cada dia é mais importante buscar a máxima qualidade reduzindo os custos, as companhias que se especializam no processo concreto do vendas de outra empresa - companhias de outsourcing comercial - podem ser a solução perfeita. Esta aliança estratégica entre duas empresas, a produtora e a que oferece o serviço de outsourcing, não apenas supõe um aumento considerável na rentabilidade, mas também maior flexibilidade e adaptação.

 

Antes, o outsourcing comercial no canal farmácia centrava-se unicamente nos Delegados de Informação Médica (DIM); no entanto, nos últimos anos ocorreu um autentico boom no canal farmácia, que não só aumentou o seu tamanho mas também a publicidade no próprio ponto de vendas, expositores, aparição de novas gamas de produto, etc. Por isso são tão importantes os serviços das empresas especializadas em vendas.

 

As companhias de outsourcing comercial oferecem serviços como externalização de vendas; selecção de vendedores e DIM; auditorias; gestão do ponto de venda; formação de farmacêuticos e auxiliares e animação da farmácia para potenciar as vendas ao cliente final.

 

Entre estes serviços destaca-se o da formação, cada vez mais procurado pelos clientes devido ao auge dos medicamentos sem prescrição médica (OTC). A tarefa dos formadores consiste, entre muitas outras coisas, em assegurar que os farmacêuticos conhecem em profundidade o produto que se vender e as suas vantagens em relação aos outros produtos da concorrência. Assim, quando o consumidor final pede um conselho ao farmacêutico, confiando no seu bom critério como perito, este irá aconselhar o produto que se quer vender e não o da concorrência.

 

Num campo tão inovador como o farmacêutico, a especialização dos serviços de vendas implica uma vantagem competitiva que leva ao crescimento, ao mesmo tempo que reduz custos e melhora a qualidade do serviço.

 

As equipas de vendas exercem uma importante influência sobre as vendas; por isso, hoje em dia cada vez são mais as companhias que apostam em ceder essa parte do processo a uma companhia externa, que não só tem experiência e know-how, como possui também o seu próprio networking.

 

 

Artigo de opinião da autoria de Javier Scherk, Director Geral de Winche Redes Comerciales
 

APIFARMA: dívida do Ministério coloca em causa acesso à inovação no setor das análises

17/03/2014 - 09:07


Está em causa o acesso à inovação no sector das análises clínicas nos hospitais, por causa da dívida de 92 milhões de euros do Ministério da Saúde a empresas que fornecem estes serviços. O alerta é da APIFARMA (Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica) que alerta para a impossibilidade de nos últimos anos haver renovação destes equipamentos e produtos, por falta dos pagamentos do Estado a tempo e horas, o que afecta a qualidade dos serviços prestados aos doentes, avança a RTP.


Veja o vídeo da notícia aqui.

 

Fonte: RTP
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=723583&tm=8&layout=123&visu...

Bristol-Myers Squibb lidera investigação para o tratamento do cancro

14/03/2014 - 09:32

A biofarmacêutica multinacional Bristol-Myers Squibb (BMS) é a empresa líder em investigação e desenvolvimento (I&D) de novas drogas e novas terapias para o tratamento do cancro. De acordo com estudo realizado pelo Morgan Stanley Research, no último quadrimestre de 2013, a empresa destaca-se no estudo de anticorpos para desenvolvimento de medicamentos biológicos: enquanto a farmacêutica estuda cinco anticorpos, os concorrentes trabalham com apenas três, avança o Paranashop.


No levantamento sobre a indústria farmacêutica global, apresentado em Setembro de 2013, a imuno-oncologia é vista como a "próxima onda" no tratamento do cancro e empresas farmacêuticas que aderiram ao desenvolvimento deste tipo de medicamento são as que têm maior propensão de êxito num mercado de aproximadamente 25 mil milhões de dólares.

 

Neste cenário, o estudo informa que terapias à base de imuno-oncologia transformarão a doença em tratável, com menor incidência de óbitos em parcela significativa dos pacientes. Ou seja, muitos tipos de cancro poderão ser tratados com mais eficiência.

 

Se hoje a imuno-oncologia, através de medicamentos como o ipilimumabe, traz comprovações desta melhoria no tratamento do melanoma, o cenário é de que outros tipos de tumores, como de pulmão, rim e próstata tenham tratamentos semelhantes até 2016. "O ipilimumabe já é objecto de estudo no tratamento de outras enfermidades, como cancro da próstata e do pulmão", afirma Antônio Carlos Buzaid, chefe do Centro Avançado de Oncologia do Hospital São José, um dos centros de referência em oncologia no Brasil.

 

Produzidos a partir de células vivas, actualmente os medicamentos biológicos representam aproximadamente 20% do sector farmacêutico mundial. De acordo com dados da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa do Brasil (Interfarma), o sector tem se expandido a um ritmo cinco vezes maior do que o mercado.

 

A imuno-oncologia representa uma abordagem inovadora para a pesquisa do cancro, pois pretende aproveitar o próprio sistema imunológico do organismo para combater as células tumorais. O corpo é a mais poderosa e efectiva ferramenta para reconhecer e lutar contra a doença. A BMS concentra esforços em tipos de cancro onde as necessidades médicas ainda são muito importantes, e onde a sobrecarga para o sistema de saúde é alta. Estes tipos incluem cancro do pulmão, cancro da próstata, melanoma, cancro gastrointestinal e cancros hematológicos.

 

O objectivo da imuno-oncologia é mudar as expectativas de sobrevida e da forma como os pacientes vivem com cancro, e reverter o quadro de fatalidades relacionado com a doença.

 

Fonte: Paranashop
http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?id=26994&op=saude
 

AstraZeneca vende centro de investigação em Inglaterra

13/03/2014 - 08:48


A AstraZeneca concluiu a venda do seu centro de investigação em Alderley Park, no norte da Inglaterra, a um grupo de parceria pública-privada, ao mesmo tempo que realoca a pesquisa de novas drogas para um novo centro global em Cambridge, avança a agência Reuters, citada pelo site Último Instante.


A decisão de fechar Alderley Park é um grande golpe para a região noroeste do país, mas a transacção tem um lado bom uma vez que o novo proprietário, a Manchester Science Parks, planeia manter a propriedade de 400 acres como um campus de biotecnologia.

 

A venda vem na sequência de uma decisão tomada em Março pelo presidente-executivo da AstraZeneca, Pascal Soriot, de realocar a investigação e desenvolvimento (I&D) de medicamentos para um novo local na cidade universitária de Cambridge, no leste da Inglaterra, um centro de nível mundial para ciências biológicas.

 

A mudança da investigação para Cambridge e a criação de uma nova sede global para a companhia na cidade são as peças centrais de um grande plano de reestruturação revelado por Soriot no ano passado, que inclui também um corte de 10 por cento no quadro de funcionários até 2016.

 

O custo total da reestruturação foi colocado inicialmente em 2,3 mil milhões de dólares, embora a companhia tenha revisto este número para até 2,5 mil milhões de dólares quando divulgou o seu balanço para o ano inteiro no mês passado.

 

Os termos financeiros da venda não foram revelados.

 

 

Fonte: Reuters/Último Instante
https://www.ultimoinstante.com.br/pt/noticias_20140312/empresas/624902/A...

CEO: Novartis permanece entre os players mais diversificadas do sector farmacêutico

12/03/2014 - 09:59


O CEO da Novartis, Joe Jimenez, disse que independentemente da revisão em curso, que inclui as suas divisões de vacinas, saúde animal e over-the-counter (OTC), a farmacêutica permanecerá entre os players mais diversificadas do sector farmacêutico, escreveu o Financial Times esta segunda-feira, avança o site FirstWord Pharma. O executivo informou que a empresa pode alienar as unidades de saúde animal e OTC se não puder desenvolve-las a uma escala global.


Sob a orientação do presidente Daniel Vasella, que saiu da companhia no ano passado, a Novartis apostou numa série de aquisições, num esforço para diversificar, incluindo a compra da Chiron, em 2006, e a aquisição da Alcon, em 2010. "A Novartis teve demasiados negócios, dos quais muitos têm desempenho inferior num determinado momento", comentou a analista da USB Alexandra Hauber, acrescentando que "a redução do número de negócios e a melhoria dos que são mantidos parece uma estratégia promissora".


Referindo-se à saída de Vasella, Jimenez referiu que "a principal diferença agora é que os laços com a forma como fomos no passado não são tão fortes", acrescentando que "o meu trabalho é focar no modo como o mundo está a mudar e no que a saúde será daqui a 10 anos". O CEO referiu que todas as opções estão em cima da mesa para as unidades em análise, indicando que a Novartis planeia concluir todos os negócios "até ao Verão". Fontes sugerem que a empresa estaria interessada em trocar a sua divisão de saúde animal, enquanto correram rumores de que a farmacêutica estaria interessada em trocar as suas unidades de saúde animal e de vacinas com a unidade de OTC da MSD (conhecida como Merck & Co. nos EUA e Canadá).

 

As partidas de Vasella e do ex-presidente da Roche Franz Humer têm alimentado especulações de que as companhias farmacêuticas poderiam forjar laços mais estreitos. No entanto, Jimenez advertiu que não há nenhuma necessidade para que as empresas se fundam, enquanto ambas estão em bom estado de saúde, acrescentando que a Novartis não será pressionada a um acordo. "Quando temos 33 por cento dos direitos de voto de uma empresa tão grande como a Roche isso traz um valor além do preço de mercado", comentou Jimenez, referindo que "seria preciso encontrar uma forma de obter o valor integral para [...] os accionistas".

 

Jimenez acrescentou que as perspectivas a longo prazo da farmacêutica, bem como para a indústria mais ampla, são boas, sugerindo que " avanços na ciência médica que não assistimos em toda a nossa vida" surgirão à medida que a descodificação do ADN permitir tratamentos mais direccionados. No entanto, o executivo alertou que as empresas devem adoptar novos modelos de pagamento com base em resultados de saúde em vez de volumes, à medida que os governos tentam conter os custos com a saúde. "Os dias de dar comprimidos indiscriminadamente acabaram, porque os sistemas de saúde não vão pagar", disse Jimenez.

 

Fonte: FirstWord Pharma

http://www.firstwordpharma.com/node/1194477#axzz2vYEZM7Mt 

Sanofi une-se à UCB para tratar doenças auto-imunes

11/03/2014 - 15:17


A Sanofi e a UCB deram início a uma colaboração estratégica e científica, tendo em vista a descoberta e desenvolvimento de pequenas moléculas anti-inflamatórias inovadoras que têm o potencial para tratar uma vasta gama de doenças auto-imunes, em áreas como a gastroenterologia e a artrite, avança comunicado de imprensa.


Os termos do acordo prevêem que os custos e lucros da parceria sejam assegurados pelas duas empresas em partes iguais. A UCB terá direito a um pagamento inicial por parte da Sanofi que poderá superar os cem milhões de euros.

 

“Doenças auto-imunes afectam indivíduos, famílias e comunidades, impactando a economia de países e nações, fazendo destas doenças, pouco compreendidas, um pesado fardo público na área da saúde”, afirma Dr. Elias Zerhouni, President, Global R&D da Sanofi. “Juntando esforços com a UCB, vamos abraçar um desafio científico na área da imunologia, aumentando as hipóteses de descoberta rápida e desenvolvimento de terapias futuras”.

 

Leia o comunicado de imprensa na íntegra (em inglês) aqui.

 

 

Fonte: comunicado de imprensa

GlaxoSmithKline eleva participação na filial indiana para 75%

11/03/2014 - 09:14


O grupo farmacêutico britânico GlaxoSmithKline (GSK) aumentou a participação que detém na filial Indian Pharmaceuticals de 50,7% para 75% por 64 mil milhões de rupias (754 milhões de euros), segundo informou a companhia em comunicado, avança o jornal económico Oje.


Em nota, a GSK destacou que fechou "com êxito" a oferta voluntária de compra de acções da sua filial cotada na Índia que apresentou em Dezembro último, numa operação que contou com a HSBC Securities e a Capital Markets (Índia) Private como entidades gestoras.

 

A empresa especificou ainda ter aceite perto de 20,61 milhões de acções da sua filial, o que representa 24,33% de todas as acções em circulação, sendo que os restantes títulos que não estão na sua posse continuarão a estar cotados na bolsa. Ainda no que diz respeito à operação, a empresa fez saber que o pagamento final das acções estará concluído, no limite, a 20 de Março.

 

Neste contexto, o director de estratégia da GSK, David Redfern, mostrou-se "muito satisfeito" com o resultado desta oferta, a qual permitirá aumentar a exposição do grupo a um mercado de "relevante importância estratégica".

 

 

Fonte: Oje
http://www.oje.pt/noticias/negocios/glaxosmithkline-eleva-participacao-n...

Merck duplica lucro anual com cortes nos custos

07/03/2014 - 09:10


A farmacêutica alemã Merck duplicou o lucro líquido em 2013, para 1202 milhões de euros, mais 112% do que no ano anterior, após ter reduzido custos, avança o jornal económico Oje.


 O grupo farmacêutico e químico informa que o volume de negócios se manteve nos 11 095 milhões de euros, com o impacto negativo da valorização da moeda única. O lucro operacional melhorou em 67,2%, para 1610,8 milhões de euros. O resultado operacional (EBITDA) aumentou 30% em termos homólogos, atingindo 3069 milhões de euros.


A multinacional afirma que o dinamismo dos mercados emergentes, da América Latina e da Ásia (excluindo o Japão) contribuiu para um crescimento orgânico de 9,3%, suportado na divisão Merck Serono – negócio que inclui os produtos de biotecnologia e medicamentos de prescrição médica.

 

Na Europa, o crescimento orgânico de 1,4% foi parcialmente prejudicado pelo impacto negativo da apreciação do euro. A América Latina e a Ásia representaram 36% do volume de negócios do consórcio e o mercado europeu originou 37%.

 

Entretanto, a Merck está à procura de aquisições no âmbito da estratégia de expansão para os mercados dos EUA, do Japão e da China. Está ainda interessada em comprar marcas para impulsionar a área de saúde nas categorias de vitaminas e suplementos, constipações e alergias, bem como analgésicos.

 

O grupo tem vindo a fechar escritórios e substituiu um terço dos gestores de topo para cortar custos em 300 milhões de euros até este ano.

 

Karl-Ludwig Kley, CEO, declara que "reduzimos os nossos custos de forma mais rápida do que o esperado para impulsionar a transformação do consórcio. Também desenvolvemos o negócio com produtos inovadores e de nicho e expandimos a presença para mercados de crescimento global".

 

Fonte: Oje
http://www.oje.pt/noticias/negocios/merck-duplica-lucro-anual-com-cortes...

Itália multa farmacêuticas Novartis e Roche

06/03/2014 - 09:17


As duas farmacêuticas suíças, Novartis e Roche, foram multadas pela autoridade da concorrência italiana por alegado conluio, revelou esta quarta-feira o Diário Económico, citado pelo Notícias ao Minuto.


A Novartis e a Roche foram condenadas a pagar 92 milhões e 90,5 milhões de euros, respectivamente.

 

De acordo com a agência Bloomberg, as gigantes da indústria farmacêutica decidiram em conjunto excluir do mercado o Avastin®, um medicamento de preço reduzido para tratamentos de problemas graves de visão.

 

Desta forma, canalizaram a procura para um outro fármaco, o Lucentis®, mais caro mas para o mesmo efeito.

 

O alegado ‘esquema’ teve início em 2011, com a Novartis e a Roche a garantirem que o Avastin era mais arriscado clinicamente do que o Lucentis®.

 

 

Fonte: Diário Económico/Notícias ao Minuto
http://www.noticiasaominuto.com/economia/183870/italia-multa-farmaceutic...
 

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