Janssen distinguida como a quarta melhor empresa para trabalhar em Portugal

16/04/2014 - 08:16


A Janssen, companhia farmacêutica líder em investigação, foi distinguida como a quarta melhor empresa para trabalhar em Portugal, segundo o ranking do Great Place to Work Institute 2014, avança a empresa, em comunicado de imprensa.


Integrada no grupo Johnson & Johnson, a Janssen assumiu desde sempre a importância de proporcionar aos colaboradores condições de trabalho, benefícios sociais e um conjunto de incentivos adequados a uma cultura de desempenho orientada para os objectivos, defendendo ainda que o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional é fundamental para o sentimento de bem-estar no trabalho.


Através de um conjunto de benefícios sociais e corporativos criados a pensar nos trabalhadores e nas suas famílias, a Janssen defende na prática esta filosofia. Dividida em quatro áreas, esta lista de benefícios passa pela Saúde, Futuro (seguros de vida e plano de pensões), Qualidade de Vida (Ginásio da Companhia e protocolos com ginásios externos) e ainda uma área “Plus” destinada a prémios e reconhecimentos da dedicação dos colaboradores.

 

Gisela Dante, Directora-geral da Janssen, afirma: “O facto de estarmos entre as melhores empresas para trabalhar em Portugal é também uma confirmação da nossa responsabilidade para com os Colaboradores. Na Janssen vive-se um ambiente positivo, com um espírito muito jovem e uma verdadeira vontade de fazer a diferença. Acreditamos que o sucesso da Companhia depende do sucesso das pessoas que connosco colaboram”.

 

O Great Place to Work Institute avalia organizações em 50 países e conta anualmente com a participação de mais de 6000 empresas. Em cada edição, cerca de dois milhões de pessoas respondem ao questionário Trust Index, o que torna este estudo de ambientes de trabalho o maior a nível mundial. O Instituto tem como objectivo destacar as melhores práticas de gestão de pessoas e os melhores ambientes de trabalho existentes mundialmente.

 

A Janssen foi considerada como a 4.ª Melhor Empresa para trabalhar na categoria de empresas entre 100 e 250 colaboradores. Em Portugal, a Companhia tem sido frequentemente distinguida como uma das melhores empresas para trabalhar pelo Great Place To Work Institute, nomeadamente nos anos de 2006, 2009, 2010, 2012.

 

Sobre a Janssen

 

A Janssen, empresa farmacêutica do grupo Johnson & Johnson, é uma das companhias farmacêuticas de investigação líder a nível mundial, estando presente em todos os continentes. A Janssen está empenhada em descobrir e disponibilizar medicamentos inovadores para necessidades médicas não preenchidas, e desenvolveu ao longo das últimas décadas múltiplas terapêuticas que têm feito a diferença, de forma significativa, na vida dos doentes. As áreas chave da companhia são: as Neurociências, Imunologia, Oncologia, Infecciologia e Doenças Metabólicas. Para mais informações consultar: www.janssen.pt. 

 

 

Fonte: comunicado de imprensa

Novartis recruta mais de 2000 pessoas por todo mundo

15/04/2014 - 07:54


Com sede em Basileia, na Suíça, a farmacêutica Novartis tem em aberto mais de duas mil vagas por todo o mundo, avança o site manda-te.com.


A empresa procura profissionais de várias áreas para trabalharem em mais de 100 locais diferentes. Só para a Suíça, a Novartis está à procura de 271 colaboradores para exercerem cargos como investigadores, assistentes administrativos, cientistas, gestores de comunicação e managers de marketing e vendas.

 

Para a Alemanha, a farmacêutica tem 228 vagas em aberto. Ainda na Europa, 64 posições são no Reino Unido, 47 na França e 49 na Irlanda. Fora do Velho Continente, a Novartis recruta para os EUA (834 vagas), Índia (92) e China (67), entre outros países.

 

Em termos de funções, a farmacêutica procura pessoal para Finanças, Marketing, Tecnologias de Informação, Vendas, Investigação, Produção ou Desenvolvimento Científico de Medicina.

 

A Novartis é um grupo farmacêutico suíço criado em 1996 pela fusão de Ciba-Geigy e Sandoz e está dividido em três grandes divisões: Pharma, Consumer Health e Sandoz. Para consultares todas as vagas, segue o link: http://www.novartis.com/careers/job-search/

 

 

Fonte: manda-te.com
http://manda-te.com/noticias/novartis-recruta-mais-de-2000-pessoas-por-t...

Astellas Portugal eleita empresa nº 1 para trabalhar no sector farmacêutico

14/04/2014 - 08:04


A Astellas conquistou o 1º lugar no ranking do Sector Farmacêutico e o 5º lugar no universo de empresas com menos de 100 colaboradores – subida de 3 posições vs 2013 – tendo subido também 6 posições no ranking geral das 25 melhores empresas para trabalhar em Portugal, revelou o Great Place to Work Portugal 2014. Pelo segundo ano consecutivo, a Astellas foi considerada uma das melhores empresas para trabalhar do ponto de vista dos colaboradores, sendo a melhor no grupo de companhias do seu sector de actividade económica (investigação, produção e comercialização de produtos farmacêuticos), que se submeteram a esta avaliação externa, avança comunicado de imprensa.


As diversas políticas internas implementadas na companhia nos últimos anos contribuíram para a satisfação dos colaboradores da Astellas. Estas políticas visam envolver, ao máximo, os colaboradores em todas as vertentes do negócio e proporcionar-lhes uma cultura de trabalho flexível e acolhedora. A flexibilidade laboral proporcionada pela Astellas aos seus colaboradores é um dos exemplos, permitindo-lhes a conciliação entre a vida pessoal e familiar com a actividade laboral. A componente relacional é também muito importante e, por esse motivo, a Astellas interessa-se em desenvolver práticas que promovam um ambiente saudável, tendo vindo a contemplar, na sua política de recursos humanos, estratégias de desenvolvimento de um ambiente de trabalho sustentável. A dedicação dos colaboradores é reconhecida e recompensada através de programas institucionais de mérito, benefícios extra-remuneratórios e ofertas em momentos importantes da vida pessoal e profissional. Exemplo disso são os Changing Tomorrow Employee Awards, prémios internacionais que visam reconhecer o mérito de excelência dos colaboradores e distinguir, em particular, aqueles que conseguem, numa base quotidiana, traduzir os valores-chave da companhia nos seus gestos e condutas profissionais. Os vencedores destes prémios recebem uma quantia monetária, da qual metade reverte a favor de uma instituição de solidariedade social. Apesar da existência de programas institucionais de mérito e de prémios, é de salientar que “o mais importante é o facto de todos os dias trabalharmos para que os colaboradores se sintam realizados na Astellas, e para serem respeitados e valorizados por aquilo que fazem, percebendo que são a componente mais importante para o desenvolvimento da nossa empresa”, afirma Catarina Silva, Human Resources Manager na Astellas.

 

Para Alberto Aguiar, Director-geral da Astellas, “este é um sucesso importante, que reflecte o total empenho de todos os colaboradores da afiliada portuguesa”. Alberto Aguiar orgulha-se da posição alcançada pela companhia, especialmente pelo reconhecimento de que a Astellas estima os seus colaboradores e reconhece o seu empenho e determinação em manter os valores essenciais adoptados pela empresa a nível nacional e internacional.

 

Actualmente, a Astellas tem cerca de 57 colaboradores. A sua sede, situada no Lagoas Park, em Porto-Salvo, é um espaço acolhedor, onde existem um conjunto de funcionalidades que estimulam um estilo de vida e alimentação saudáveis.

 

Sobre a Astellas Farma, Lda.

 

A Astellas Farma é a filial portuguesa da multinacional Astellas Pharma Inc., uma companhia com sede no Japão e que congrega cerca de 17 mil funcionários, em todo o globo. As vendas anuais da companhia ultrapassam, em termos mundiais, os 7 biliões de euros.

 

As origens da Astellas Farma remontam ao ano de 1967, quando a Gist Brocades iniciou a sua actividade. Em 1991 passou a chamar-se Brocades Pharma, alterando a sua designação para Yamanouchi Pharma, em 1994. Em 2005, surgiu a Astellas Farma, resultado da fusão da Yamanouchi Pharma com a Fujisawa.

 

O portefólio terapêutico da Astellas está orientado para as áreas terapêuticas da Urologia, Transplantação, Oncologia, Dermatologia, Anti-Infecciosos e Dor.

 

A empresa aposta fortemente na Investigação & Desenvolvimento e está determinada em levar por diante a VISÃO 2015, estratégia a partir da qual tenciona tornar-se líder global em áreas terapêuticas nas quais existem necessidades médicas não satisfeitas e onde é necessário um elevado grau de especialização.

 

Fonte: comunicado de imprensa
 

BMS incentiva investigação de cura para doenças crónicas virológicas

11/04/2014 - 09:25


Em antecipação do Congresso Internacional do Fígado, que se realiza este ano em Londres, a Bristol-Myers Squibb convidou os investigadores europeus a apresentar ideias inovadoras de investigação que visem curar doenças crónicas virológicas, no âmbito da sua iniciativa Partnering for Cure. Como parte do compromisso contínuo da Bristol-Myers Squibb em virologia, esses projectos oferecem uma oportunidade a investigadores e professores, principalmente os mais jovens, de acelerar soluções inovadoras que podem levar à cura do VIH, hepatite B (HBV) e da hepatite C (HCV).
Partnering for Cure (Parceria para a Cura, em tradução livre), bandeira da Bristol-Myers Squibb, é uma iniciativa pan-europeia de apoio à investigação inovadora e que facilita uma maior colaboração e partilha de conhecimentos com a comunidade do segmento da virologia.


Esta última ronda de submissões de projectos de investigação decorrerá de 1 Maio a 15 de Julho de 2014 e os cientistas aspirantes são incentivados a apresentar as suas ideias em www.bms.com/israpplications. Será dada prioridade a propostas de investigação na área da ciência translacional com uma clara relevância para o desenvolvimento clínico de uma cura para hepatite viral ou infecção pelo VIH.

 

A iniciativa Partnering for Cure é liderada pela Partnering for Cure Faculty, um painel de especialistas clínicos e de investigação de toda a Europa e que se concentra em três pilares - educação, intercâmbio científico e pesquisa científica. O painel premiará até quatro receptores numa avaliação cega após fechar as submissões de projectos. Os quatro candidatos de investigação irão compartilhar entre eles um pouco mais de 300 mil euros de apoio por parte da Bristol-Myers Squibb.


"Este ano, orgulhamo-nos de anunciar a primeira aula do programa Partnering for Cure em Janeiro", disse o professor Jürgen Rockstroh, presidente da Partnering for Cure Faculty. "Agora esperamos ainda mais propostas para expandir a nossa rede clínica e continuar a luta contra as doenças virais crónicas através do programa de investigação Partnering for Cure 2014".

 

Matthieu Perreau, do Serviço de Imunologia e Alergias do Centre Hospitalier Universitaire Vaudois (CHUV), na Suíça, foi um dos quatro beneficiários da iniciativa Partnering for Cure no ano passado.
"Esta concessão proporcionou-me a oportunidade de prosseguir a minha paixão e fazer um impacto na comunidade virologia", disse Perreau. "É uma honra fazer parte desta iniciativa emocionante, e estou ansioso por trabalhar com os meus colegas de investigação para encontrar uma cura".

 

"A Bristol -Myers Squibb tem uma visão de longa termo de continuar a transformar o tratamento das doenças virais e a dar resposta às graves necessidades médicas não satisfeitas dos doentes", disse George Hanna, MD, vice-presidente de Desenvolvimento em VIH da Bristol- Myers Squibb. "Estamos ansiosos pelos projectos deste ano e para apoiar a próxima geração de investigadores e cientistas que se dedicam a melhorar os tratamentos e a atingir verdadeiros avanços na assistência ao paciente", concluiu.

 

Os projectos que receberão o apoio da Bristol-Myers Squibb serão anunciados no Dia Mundial da Sida, que se assinala a 1 Dezembro de 2014.

 

Fonte: comunicado de imprensa
 

Bluepharma recebe visita do Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros

10/04/2014 - 08:18


A farmacêutica Bluepharma recebe, no dia 11 de Abril, sexta-feira, pelas 13:00, a visita do Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Luís Campos Ferreira, em sinal de reconhecimento do Governo Português pelo ímpeto exportador da empresa e do seu contributo para o aumento das exportações nacionais, avança comunicado de imprensa.


Em 2013, a taxa de exportação da Bluepharma atingiu o seu máximo histórico, traduzindo-se em 84 por cento da facturação. Através do conhecimento gerado nos seus laboratórios de I&D e medicamentos produzidos na sua unidade industrial, a Bluepharma tem conquistado e fidelizado clientes em mais de 40 países. Recentemente, reforçou a aposta nos mercados de língua portuguesa com o lançamento das participadas Bluepharma Angola e Bluepharma Moçambique.

 

Paulo Barradas, Presidente Executivo da Bluepharma, afirma que “é com muita satisfação que vemos mais uma vez reconhecido o cariz exportador da Bluepharma, o qual tem sido possível graças à aposta clara que fizemos e continuamos a fazer na inovação e na qualidade. Orgulhamo-nos de sermos hoje uma empresa capaz de competir no mercado internacional com soluções inovadoras na área da saúde, gerando valor económico e social para a nossa região e para o nosso país” conclui.

 

Actualmente, a Bluepharma é responsável pela produção de medicamentos próprios, investigação e desenvolvimento e comercialização de medicamentos genéricos. Com mais de 60 medicamentos no mercado, dispõe de um laboratório próprio de I&D e é a primeira empresa do sector da indústria farmacêutica em Portugal com certificação integrada.

 

Sobre a Bluepharma

 

A Bluepharma S.A. iniciou actividade em Fevereiro de 2001 e tem sede em Coimbra. É uma empresa do sector da Indústria Farmacêutica de capital exclusivamente nacional, cuja Administração é constituída por um grupo de profissionais ligados à área da saúde. Actualmente o grupo Bluepharma inclui já a participação em 10 empresas, nomeadamente start-ups inovadoras.

 

A actividade da Bluepharma engloba toda a cadeia de valor do medicamento, desenvolvendo-se em três áreas distintas: Investigação, desenvolvimento e registo de medicamentos; produção de medicamentos próprios e para terceiros; comercialização de medicamentos genéricos. É uma empresa de cariz fortemente exportador, com mais de 84% das vendas para o mercado internacional (mais de 40 países).

 

Fonte: comunicado de imprensa
 

Takeda vai contestar indemnização de 6 mil milhões de dólares

09/04/2014 - 08:13


A Takeda Pharmaceutical disse que contestará os 6 mil milhões de dólares em indemnizações punitivas impostas por um júri federal dos EUA num processo que acusa a maior fabricante de medicamentos do Japão de esconder riscos de cancro associados ao medicamento Actos®, para o tratamento da diabetes, avança a agência Reuters.


A Eli Lilly, ré com a Takeda no caso, foi ordenada a pagar 3 mil milhões de dólares em indemnizações punitivas.

 

"Pretendemos contestar vigorosamente esta decisão através de todos os meios legais disponíveis, incluindo moções pós-julgamento e um recurso", disse Kenneth Greisman, defensor da Takeda Pharmaceutical USA, em comunicado.

 

A Lilly, que co-promoveu o Actos® de 1999 a 2006, disse em comunicado à imprensa que será indemnizada pela Takeda por prejuízos e despesas ligados ao litígio, com base nos termos de um acordo acertado com a companhia japonesa. A Lilly também planeia contestar a decisão do tribunal.

 

A enorme indemnização foi recebida com um "silêncio atordoante" por parte do público que lotou a sala do tribunal em Lafayette, Louisiana, disse o advogado dos autores da acção, Mark Lanier.

 

Lanier reconheceu não estar certo de que o valor das indemnizações poderá ser sustentado ao longo do andamento do caso.

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/idBRSPEA3703J20140408

Antiepiléptico da BIAL já está nas farmácias dos EUA

08/04/2014 - 07:37


O primeiro medicamento de patente e investigação portuguesa acaba de ser colocado nas farmácias norte-americanas, através da Sunovion Pharmaceuticals Inc., com a qual BIAL, no final de 2007, assinou um acordo de licença. O APTIOM®, como é designado nos EUA, foi aprovado pelo regulador norte-americano Food and Drug Administration (FDA) em Novembro de 2013, avança comunicado de imprensa.


Pela primeira vez na história, um medicamento português é vendido nos Estados Unidos, o que representa um marco para a BIAL, como sublinha António Portela, CEO do grupo: “A entrada naquele que é um dos mercados mais exigentes e competitivos do mundo e que representa mais de 50% das vendas globais de medicamentos para a epilepsia, no valor de 2 mil milhões de dólares, reveste-se de enorme simbolismo para uma empresa como a BIAL, que tem na investigação e desenvolvimento uma das suas razões de existir”.

 

António Portela considera ainda que este é “testemunho claro de que a aposta em investigação constitui uma condição importante para a sustentabilidade e para o futuro das empresas portuguesas e para a afirmação da nossa capacidade de produzir inovação e conhecimento”. O CEO do Grupo BIAL sublinha que as autoridades reguladoras norte-americanas, tais como as europeias, “detêm padrões de exigência extraordinariamente elevados”.

 

O desenvolvimento deste medicamento para a epilepsia, que no continente europeu é comercializado desde 2009 sob a marca ZEBINIX®, envolveu 15 anos de investigação e um investimento superior a 300 milhões de euros.

 

“A epilepsia constitui um problema grave que afecta não apenas os pacientes, mas também as suas famílias, cuidadores e amigos”, refere Michael R. Sperling, médico e professor de Neurologia na Universidade Thomas Jefferson e director do Jefferson Comprehensive Epilepsy Center, da cidade norte-americana de Filadélfia. “Perto de um terço dos pacientes ainda enfrenta um controlo ineficiente das crises, apesar dos tratamentos, pelo que precisamos de novas terapias. Nesse sentido o APTIOM é um bom incremento ao nosso conjunto de terapêuticas disponíveis, uma vez que poderá ajudar alguns desses doentes”.

 

O antiepiléptico da BIAL tem como princípio activo o acetato de eslicarbazepina e é um medicamento de toma única diária, aprovado pelas autoridades regulamentares de 39 países para o tratamento adjuvante de adultos com crises epilépticas parciais, com ou sem generalização secundária.

 

A epilepsia é uma das doenças neurológicas mais comuns, afectando, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, aproximadamente 50 milhões de pessoas em todo o mundo. O Centers for Disease Control and Prevention revela que cerca de 2.2 milhões de pessoas nos EUA sofrem de epilepsia. Neste país, as crises epilépticas parciais são a forma mais comum da doença, estimando-se que representem 60% dos novos diagnósticos.


Grupo BIAL continua aposta de sucesso em I&D

 

O grupo BIAL investiu desde 2007 mais de 350 milhões de euros em I&D. É de salientar a continuidade do programa de desenvolvimento clínico do acetato de eslicarbazepina na epilepsia. Nos projectos de I&D da empresa destaca-se também a realização dos ensaios clínicos de fase III de um novo tratamento para a doença de Parkinson.

 

A investigação de novas soluções terapêuticas continuará a ser um dos alicerces da expansão internacional do grupo BIAL que prevê, até 2020, colocar no mercado outros novos medicamentos de investigação própria.

 

Os medicamentos BIAL estão disponíveis em 53 países e as vendas nos mercados internacionais representam mais de 50% da facturação do grupo.

 

Fonte: comunicado de imprensa
 

Sun Pharmaceutical compra Ranbaxy por cerca de 3,2 mil milhões de dólares

07/04/2014 - 08:19


A Sun Pharmaceutical anunciou que vai adquirir a Ranbaxy Laboratories, sob um acordo que engloba a compra de todas as acções por um valor de aproximadamente 3,2 mil milhões de dólares. A Daiichi Sankyo, que detém actualmente 63,4 por cento da Ranbaxy, concordou em apoiar a transacção e vai manter uma participação de cerca de 9 por cento na empresa resultante da fusão com o direito de nomear um director para o conselho de administração da Sun Pharma, avança o site FirstWord Pharma.


Dilip Shanghvi, director da Sun Pharma, disse que "a Ranbaxy tem uma presença significativa no mercado farmacêutico indiano e nos EUA", acrescentando que " fornece uma plataforma forte nos mercados emergentes de alto crescimento".

 

Sob os termos do acordo, os accionistas da Ranbaxy vão receber 0,8 acções da Sun Pharma por cada acção que detêm actualmente. As empresas referiram que a relação de substituição representa um valor de 457 rúpias (7,60 dólares) para cada acção da Ranbaxy, um prémio de 24,3 por cento para o preço médio de 60 dias da empresa.

 

De acordo com as farmacêuticas, a fusão criará a quinta maior empresa de genéricos de especialidade do mundo e a maior empresa farmacêutica da Índia, com receitas estimadas combinadas de 4,2 mil milhões de dólares. O acordo proposto foi aprovado por unanimidade pelos conselhos de administração da Sun Pharma e da Ranbaxy. A Sun Pharma referiu que pendente de aprovações regulatórias, a transacção, que está avaliada em 4 mil milhões de dólares, incluindo a assunção de dívida, deverá estar concluída até ao final de 2014.

 

A Ranbaxy também revelou esta segunda-feira que recebeu uma intimação datada de 13 de Março da Procuradoria dos EUA para o Distrito de Nova Jersey pedindo informações sobre a unidade de produção da empresa em Toansa, na Índia, sobre a qual foi emitida uma proibição de importação pela FDA (entidade que regula os medicamentos nos EUA) no início deste ano. Em conexão com o acordo de fusão, as empresas referiram que a Daiichi Sankyo “concordou em indemnizar a Sun Pharma e a Ranbaxy por, entre outras coisas, certos custos e despesas que possam surgir relacionados com a intimação". A Ranbaxy indicou que "está a cooperar plenamente com esta solicitação de informações".


Fonte: FirstWord Pharma

http://www.firstwordpharma.com/node/1201128#axzz2yBRzR5y6

 

 

Daiichi Sankyo e Universidade da Califórnia anunciam colaboração

07/04/2014 - 07:50


A Daiichi Sankyo e a Universidade da Califórnia, São Francisco (UCSF ), anunciaram esta sexta-feira que estabeleceram uma colaboração focada na descoberta e desenvolvimento de medicamentos e novas terapias e diagnósticos moleculares para várias doenças neurodegenerativas.


Sob os termos do acordo, a Daiichi Sankyo vai fornecer a sua biblioteca de compostos ao Instituto de Doenças Neurodegenerativas (IND) da focada no desenvolvimento, e ambas as partes irão realizar a triagem e optimização dos compostos em conjunto.

 

O projecto vai reunir as capacidades de desenvolvimento de medicamentos da Daiichi Sankyo com a experiência de neurocientistas de renome mundial da UCSF, num esforço colaborativo para criar vários programas de descoberta de medicamentos na área de doenças em debilitantes como Alzheimer, Parkinson, doença de Creutzfeldt-Jakob e demência fronto-temporal – todas elas doenças para as quais não existem actualmente terapêuticas eficazes disponíveis .

 

A Daiichi Sankyo vai fornecer o financiamento para a investigação e pagamentos e royalties por objectivos para a progressão clínica de sucesso e comercialização de novos produtos. A Daiichi Sankyo vai receber a opção de entrar num contrato de licenciamento exclusivo para desenvolver e comercializar compostos promissores.

 

“A Daiichi Sankyo está empenhada em identificar potenciais novas terapias para ajudar a alimentar a nossa paixão e, encontrar medicamentos para os pacientes que deles necessitam. Usando a tecnologia de triagem de compostos da UCSF, juntamente com a sua experiência em pesquisa de priões, vai dar-nos a oportunidade de explorar o potencial. Estou animado com esta colaboração e estamos ansiosos para ver os resultados desta parceria", disse Glenn Gormley, MD , PhD, Director Sénior e Chefe Global de Investigação e Desenvolvimento da Daiichi Sankyo.

 

Fonte: comunicado de imprensa
http://www.daiichisankyo.com/media_investors/media_relations/press_relea...

Bial Bluepharma concorrem a oportunidades de investimento na Arábia Saudita

04/04/2014 - 08:28


A deslocação de dois dias de Paulo Portas à Arábia Saudita, concluída esta quinta-feira, tinha por fim promover as exportações portuguesas e tentar captar investimento. O vice-primeiro ministro liderou a delegação oficial à comissão bilateral Portugal-Arábia, que termina no dia 3 de Abril, e foi acompanhado por uma comitiva de representantes de 45 empresas, avança o semanário Expresso.


O último dia da visita começou com uma reunião com o ministro da Agricultura da Arábia Saudita. Paulo Portas e o secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agroalimentar, Nuno Vieira e Brito, entregaram o dossiê técnico para solicitar a autorização de exportação de carne bovina e de aves, além de falcões, de Portugal para aquele país.


Mais tarde, seguiu-se uma reunião no Ministério da Saúde saudita, onde Portas sublinhou a importância da cooperação deste país arábico com empresas portuguesas. Duas farmacêuticas lusas, a Bial e a Bluepharma, estão a concorrer a oportunidades de investimento abertas pelo Governo da Arábia Saudita na área da investigação e desenvolvimento de tecnologias de Saúde.

 

Portugal assina contratos de 50 milhões de euros com Arábia Saudita

 

A empresa portuguesa de rações Agrolex fechou, no último dia da visita de Paulo Portas à Arábia Saudita, uma parceria de 11 milhões de euros. O acordo foi firmado com o príncipe saudita Turki Al Saud e a NADEC (National Agricultural Development Company), uma das maiores empresas agroalimentares do Médio Oriente. Estabelece a venda de rações e maquinaria agrícola, produzidas em Portugal, para aquela região – e que pode estender-se a outros países do Golfo, como Qatar, Bahrain, Koweit, Jordânia ou Emirados Árabes Unidos, avança o semanário Expresso.


No contrato, foi também subscrita a intenção de o grupo saudita investir em terrenos rurais em Portugal. O objectivo é, em parceria com a Agrolex, empresa localizada no Cartaxo, produzir cereais e transformá-las em rações em Portugal e, depois, reexportá-las para os mercados do Golfo Pérsico.

 

O grupo PreBuild fechou também um novo acordo de cooperação com o conglomerado saudita DNANIR para o investimento nas áreas da construção e obras públicas de edifícios, infraestruturas, indústria e serviços naquele país. O contrato pressupõe, segundo fonte da comitiva do vice-primeiro ministro, um "valor potencial" de 7,8 milhões de euros.

 

O último dia da visita de Paulo Portas a Riade fica ainda marcado pela parceria firmada entre a portuguesa Sistrade, especializada no desenvolvimento de software e de soluções de impressão são segurança, e a Arabian Printing e Publishing.

 

Já na quarta-feira, primeiro dia da visita oficial, a cadeia de ginásios Vivafit e a marca de mobiliário de luxo Frato Interiors, ambas portuguesas, tinham assinado acordos de parcerias com empresas locais.

 

A Vivafit, rede de franchising de ginásios para mulheres, assinou um contrato com o grupo saudita Gift Garden para a abertura de 100 ginásios naquele país. No total, o investimento rondará 30 milhões de euros.

 

Já a Frato Interiors vai abrir uma loja em Riade, em parceria com o grupo Dai International Trading. Segundo um responsável da empresa, no primeiro ano, a facturação deve atingir um milhão de euros.

 

No total, segundo a mesma fonte, os contratos e parcerias firmadas rondam os 50 milhões de euros.

 

Fonte: Expresso
http://expresso.sapo.pt/portugal-assina-contratos-de-50-milhoes-de-euros...
 

RCM Pharmagazine

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