Pfizer eleva oferta pela Astrazeneca para 55 libras por acção

19/05/2014 - 06:50


A fabricante de medicamentos norte-americana Pfizer anunciou este domingo ter elevado a sua oferta pela rival britânica AstraZeneca para 55 libras por acção, avança a agência Reuters.


A AstraZeneca tinha rejeitado uma oferta anterior em dinheiro e acções no valor de 50 libras por acção a 2 de Maio, argumentando que estava substancialmente subvalorizada.

 

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN0DY0P020140518

Dados sobre fármaco contra cancro ajudam AstraZeneca na luta contra Pfizer

16/05/2014 - 06:49

Novos dados mostrando que um medicamento experimental da AstraZeneca contra o cancro do pulmão diminuiu tumores em mais da metade dos doentes deram ao grupo britânico munição para argumentar que a oferta de aquisição feita pela Pfizer subestima o seu valor substancialmente, avança a agência Reuters.


A segunda maior fabricante de medicamentos da Grã-Bretanha rejeitou uma oferta de 106 mil milhões de dólares da sua rival norte-americana Pfizer, argumentando que tem um futuro brilhante como empresa independente devido a uma promissora linha de medicamentos contra o cancro e outros remédios.

 

O seu novo fármaco contra o cancro, chamado AZD9291, tem como alvo uma mutação genética que ajuda os tumores a desaparecerem. A AstraZeneca acredita que o medicamento pode gerar vendas de até 3 mil milhões de dólares ao ano.

 

Resultados de um ensaio de de Fase I para o fármaco, divulgados na quarta-feira, mostraram que o AZD9291 reduziu tumores em 51 por cento nos doentes.

 

Os tumores diminuíram em 64 por cento dos pacientes que tinham a mutação, conhecida como T790M, que se desenvolve em cerca da metade dos casos de cancro do pulmão que se tornaram resistentes a medicamentos conhecidos como inibidores do factor de crescimento epidérmico (EGFR, na sigla em inglês).

 

O analista da consultora Panmure Gordon, Savvas Neophytou, disse que os resultados eram impressionantes e que "a administração da AstraZeneca está certa em estar animada com a linha de produtos".

 

O AZD9291 é um dos vários novos medicamentos destacados pela AstraZeneca na semana passada numa tentativa de convencer investidores da força da sua linha de produtos experimentais.

 

 

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN0DV1EH20140515

AstraZeneca vê preço e estrutura da Pfizer como barreiras a acordo

15/05/2014 - 06:50


O CEO da AstraZeneca disse esta quarta-feira que se associaria à Pfizer se o preço estivesse certo e se os riscos decorrentes de forçar as operações da farmacêutica britânica no novo modelo de três unidades da empresa norte-americana fossem discutidos, avança a agência Reuters.


O CEO Pascal Soriot salientou que a sua empresa tem um futuro brilhante como uma companhia independente, mas reconheceu que os accionistas devem esperar que o conselho de administração da AstraZeneca negocie se os termos forem suficientemente atraentes numa oferta melhorada.

 

"Se a oferta estivesse a reflectir o valor da empresa, mas também abordasse alguns aspectos da integração, o modelo operacional e os riscos de execução com os quais estamos preocupados, então certamente deveríamos comprometer-nos - não há dúvida", disse o executivo em entrevista à Reuters.

 

A Pfizer fez uma proposta de compra em dinheiro e acções a 2 de Maio no valor de 50 libras por acção para criar a maior empresa de medicamentos do mundo, avaliando a AstraZeneca em 106 mil milhões de dólares. Mas a oferta foi prontamente descartada pelo grupo britânico, uma decisão que Soriot disse ter contado com o apoio firme dos investidores.

 

"Não há um único accionista que tenha me dito, ao nosso vice-presidente financeiro ou ao presidente do conselho que deveríamos ter aceitado a oferta", afirmou.
Soriot já apresentou a sua visão para um futuro independente para a AstraZeneca baseado numa promissora série de novos medicamentos, mas deixou a porta entreaberta para uma oferta mais atraente.

 

Além do preço e da parte em dinheiro em qualquer oferta melhorada, Soriot também disse que a AstraZeneca precisaria de garantias sobre os riscos enfrentados pela Pfizer na implementação de uma fusão complexa e na integração de operações de duas grandes organizações.

 

Em particular, ele destacou os problemas impostos pelo facto de a Pfizer agora separar as suas operações em três unidades de negócios - uma estrutura que iria colidir com a da AstraZeneca, onde a unidade de biotecnologia, por exemplo, serve a todas as partes do grupo.

 

Ele também está preocupado com a diluição do foco em ciência num novo grupo e com o risco de reputação no controverso plano da Pfizer de ter domicílio na Grã-Bretanha a fim de reduzir os seus encargos fiscais.

 

"Todas essas questões precisarão ser discutidas, mas o primeiro passo é chegar a uma oferta que reflicta o valor da empresa", disse Soriot.

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN0DU1QQ20140514 

Pfizer mostra-se disponível para elevar oferta de 106 mil milhões pela AstraZeneca

14/05/2014 - 06:52


A farmacêutica norte-americana Pfizer sugeriu que pode elevar a sua oferta de 106 mil milhões de dólares se a AstraZeneca se envolver em negociações, conforme o CEO da empresa foi questionado por legisladores do Reino Unido sobre o seu comprometimento com os gastos britânicos com pesquisas e empregos, avança a agência Reuters.

 

Em resposta, a AstraZeneca disse que terá que considerar uma oferta atraente, mas acusou a Pfizer de fazer uma proposta "oportunista" com uma manobra para reduzir impostos.

 

Pascal Soriot, CEO da AstraZeneca, fez declarações após o presidente da Pfizer, Ian Read, deixar claro que pode fazer uma oferta hostil se a segunda maior farmacêutica da Grã-Bretanha não negociar.

 

A Pfizer alertou que a fabricante de medicamentos da Grã-Bretanha poderia definhar, sem o seu apoio financeiro, e disse que estava decepcionada com a recusa da AstraZeneca em discutir a proposta de fusão.

 

Soriot, que compareceu após Read para responder questões de um comité parlamentar britânico, disse que a proposta da norte-americana coloca em risco o seu trabalho de investigação e desenvolvimento e atrasa a entrada de importantes medicamentos no mercado.

 

A AstraZeneca rejeitou a oferta em dinheiro e acções da Pfizer no valor de 50 libras por acção e disse que tem um futuro brilhante como um negócio independente.

 

Espera-se que Pfizer faça outra oferta ainda esta semana, embora fontes com conhecimento do assunto disseram ser provável que a empresa espere até depois das audiências parlamentares para fazer qualquer movimento.

 

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/idBRKBN0DT10W20140513

Pfizer deverá apresentar nova proposta à AstraZeneca esta semana

13/05/2014 - 06:59

O negócio tem de ser fechado até 26 de Maio, segundo as regras britânicas de aquisição, mas ainda não há acordo à vista no caso da compra da AstraZeneca pela Pfizer, avança o Jornal de Negócios.

 

Contudo, de acordo com a agência Reuters, uma nova proposta da farmacêutica americana deve chegar já esta semana. A nova proposta ultrapassará os 77 mil milhões de euros já rejeitados pela AstraZeneca, naquela que se define como a maior aquisição estrangeira de uma empresa britânica.

 

A partir desta terça-feira, 13 de Maio, os principais executivos das duas empresas vão responder a questões dos legisladores britânicos. As audições foram motivadas pela grande ansiedade gerada na opinião pública quanto à manutenção do emprego e investigação no sector farmacêutico britânico, explica a CNN.

 

Com o objectivo de dissolver as dúvidas e especulações que foram surgindo, em particular as acusações que justificam a proposta pelos benefícios fiscais adjacentes, a Pfizer já esclareceu que assume o compromisso de manutenção dos postos de trabalho após a eventual fusão.

 

A farmacêutica prometeu ainda que, caso o negócio avance, vai completar o novo centro de pesquisa da AstraZeneca em Cambridge, manter uma fábrica no noroeste de Inglaterra e colocar parte da sua equipa de pesquisa no Reino Unido, informa a Reuters.

 

 

Fonte: Reuters/Jornal de Negócios
http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/pfizer_devera_apresentar...

Pfizer pressiona por compra da AstraZeneca

13/05/2014 - 06:50

A farmacêutica norte-americana Pfizer chamou a atenção para a circunstância científica do seu controverso plano de adquirir a AstraZeneca esta segunda-feira, com o seu CEO a preparar-se para ser questionado por parlamentares britânicos, avança a agência Reuters.


Na última fase da campanha da Pfizer para combater os críticos do negócio de 106 mil milhões de dólares proposto, o chefe de investigação da companhia, Mikael Dolsten, disse que tinha passado por cinco diferentes fusões e aquisições e negou que transacções grandes como essas tenham interrompido a pesquisa de medicamentos.

 

"Se mantivermos o senso de curiosidade e uma mente aberta, podemos aprender tremendamente", disse num vídeo divulgado no site da empresa.

 

"Devemos permanecer focados nos nossos projectos importantes. E isso, naturalmente, vale para os cientistas da Pfizer e para os cientistas da AstraZeneca e será verdade também se conseguirmos que uma potencial combinação se concretize."

 

Parlamentares britânicos devem questionar o chefe de Dolsten, o CEO Ian Read, esta terça-feira, 13 de Maio, acerca dos seus planos de adquirir a segunda maior farmacêutica da Grã-Bretanha, negócio impulsionado em grande parte pelo desejo da Pfizer de reduzir os seus encargos fiscais.

 

Eles também vão interrogar o CEO da AstraZeneca, Pascal Soriot, e o ministro de Negócios, Vince Cable.

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPEA4B00420140512 

Grã-Bretanha quer compromissos da Pfizer em oferta por AstraZeneca

12/05/2014 - 07:22

O governo britânico quer segurança de que qualquer compromisso feito pela Pfizer na proposta de aquisição da AstraZeneca será cumprido, disse o vice primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Nick Clegg, na passada sexta-feira, avança a agência Reuters.

 

A farmacêutica britânica AstraZeneca rejeitou uma oferta de 106 mil milhões de dólares feita pela norte-americana Pfizer no que seria a maior compra estrangeira de uma empresa britânica, mas espera-se que a norte-americana continue a perseguir a transacção.

 

O potencial negócio despertou uma tempestade política para o governo do primeiro-ministro David Cameron, que foi acusado pelo Partido Trabalhista da oposição de torcer pela abordagem da Pfizer e de não proteger os interesses britânicos.

 

O governo afirmou que está em contacto com ambas as empresas para garantir investimentos em pesquisa científica e empregos.

 

"Se vamos assumir compromissos como a Pfizer já começou a fazer, precisamos de ter a certeza que esses compromissos serão vinculativos", disse Clegg num evento da Reuters em Londres.

 

"O nosso foco é ter certeza de que, se as empresas decidirem avançar, que os compromissos feitos são sérios, duráveis​​ e que vão valer."

 

O presidente-executivo da Pfizer, Ian Read, já deu um compromisso de cinco anos para concluir um novo centro de pesquisa da AstraZeneca em Cambridge, manter uma fábrica em Macclesfield, e colocar um quinto de sua equipa de investigação na Grã-Bretanha, se o negócio for adiante.

 

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/idBRSPEA4805420140509

Infarmed: venda de medicamentos fora das farmácias está a aumentar

09/05/2014 - 13:37

A venda de medicamentos sem receita médica fora das farmácias aumentou no primeiro trimestre deste ano em quantidade e em valor, tendo representado 19% do total de vendas destes fármacos, revela um relatório da autoridade do medicamento, avança a agência Lusa, citada pelo Diário Digital.

 

Dados da Autoridade do Medicamento indicam que, entre Janeiro e Março deste ano, o número de embalagens de Medicamentos Não Sujeitos a Receita Médica (MNSRM) vendidas fora das farmácias aumentou 5,2%, comparando com o mesmo período de 2013.

 

No total, os 987 locais de venda de MNSRM registados venderam quase dois milhões de embalagens, ou seja, mais 96 mil do que no ano anterior.

 

Estes números demonstram que a venda de medicamentos sem receita médica fora das farmácias continua a aumentar (depois de já ter subido em 2013, face ao ano anterior).

 

Quanto a valores, o aumento de vendas permitiu encaixar cerca de 10 milhões de euros, mais 1,29 milhões de euros, do que no mesmo período do ano anterior, o que representa uma subida de 14,8%.

 

Este aumento traduz também uma subida 0,4% no índice de preços dos medicamentos.

 

Os distritos com maior volume de vendas são Lisboa, Porto e Setúbal, e o grupo farmacoterapêutico mais vendido é o dos analgésicos e antipiréticos, com mais de 548 embalagens vendidas (28,3% do total), no valor de mais de 1,5 milhões de euros (15% do total).

 

A substancia activa com maior nível de vendas em volume foi o paracetamol, com mais de 292 embalagens vendidas (15,1% do total), e em valor foi o diclofenac, tendo rendido 634,5 mil euros (6,3% do total).

 

 

Fonte: Lusa/Diário Digital
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=700984

Merck procura mais de 400 colaboradores

09/05/2014 - 06:54


A farmacêutica Merck KGaA tem, neste momento, mais de 400 oportunidades de trabalho em aberto em todo o mundo. Uma das vagas é para gestor de assuntos regulatórios para a Península Ibérica, sendo que o profissional exercerá funções em Lisboa.

 

O colaborador em questão terá como responsabilidades garantir o cumprimento do portefólio de produtos locais Merck com os regulamentos, directrizes e normas da empresa, assim como preparar e apresentar processos para registo e cumprimento, alcançando inscrições para o portefólio de produtos específicos, dentro de prazos acordados.

 

Os interessados devem ter formação superior em áreas relacionadas com a saúde, como Farmácia ou Medicina e ser fluentes em inglês, espanhol e português, entre outros requisitos.

 

A Merck tem ainda mais de 400 vagas para vários pontos do mundo e em áreas diversas: pesquisa e desenvolvimento, finanças, vendas e compras, desenvolvimento clínico e logística.

 

Veja as oportunidades aqui. 

 

Fonte: Manda-te!
http://manda-te.com/empregos/merck-procura-mais-de-400-colaboradores-uma...
 

AstraZeneca pede a primeiro-ministro britânico para se afastar da Pfizer

08/05/2014 - 07:47

A AstraZeneca pediu a David Cameron, primeiro-ministro do Reino Unido, para não firmar posição sobre a proposta de compra hostil feita pelo laboratório americano Pfizer, que ofereceu 63 mil milhões de libras esterlinas (106,2 mil milhões de dólares) pela companhia inglesa. A AstraZeneca vai reforçar a sua defesa contra a investida da Pfizer anunciando novos medicamentos em fase de desenvolvimento, avança o Valor Econômico, citando o Financial Times.


Leif Johansson, presidente do conselho de administração da AstraZeneca, preveniu o primeiro-ministro do Reino Unido de que o contacto activo oficial com a Pfizer pode permitir que o grupo americano afirme que o governo britânico é a favor do negócio, de acordo com fontes familiarizadas com a conversa, ocorrida na sexta-feira.

 

Detalhes do diálogo surgiram após Ed Miliband, dirigente do Partido Trabalhista, da oposição, acusar Cameron, no domingo, de agir como um "líder de torcida" a favor da Pfizer, depois de ministros terem começado a negociar com a empresa em torno de empregos e investimentos antes de ela ter feito uma oferta formal.

 

O gabinete de Cameron reiterou a sua afirmação de que não está a agir como "líder de torcida a favor da Pfizer", e sim a lutar pela manutenção de postos de trabalho e conquistas científicas britânicas. Uma autoridade próxima a Cameron disse que não se poderia responsabilizar o primeiro-ministro pela interpretação dada pela Pfizer à resposta do governo britânico.

 

A AstraZeneca, que na semana passada recusou a proposta informal da Pfizer, de 50 libras esterlinas por acção, ao considerá-la uma "significativa" subavaliação, emitiu detalhes dos novos medicamentos em processo de investigação e desenvolvimento - entre os quais alguns tratamentos promissores para o cancro -, num esforço de convencer os investidores a continuar a confiar na AstraZeneca como empresa independente. "Estamos convencidos de que temos boa estratégia, que está a fazer bons avanços, e que temos capacidade de continuar autossuficientes", disse Pascal Soriot, CEO da AstraZeneca.

 

A investida da Pfizer recebeu um impulso, quando uma influente personalidade do sector farmacêutico britânico criticou o "furor político e nacionalista" que cerca a oferta. Richard Sykes, presidente do conselho de administração da Royal Institution e ex-CEO da GlaxoSmithKline, disse ser "irrelevante" quem é o proprietário da Pfizer e onde fica a sua sede. "O que realmente importa é que o Reino Unido estimule essas companhias a fazerem o seu trabalho de descoberta e desenvolvimento de medicamentos aqui", escreveu no "Financial Times".

 

A Pfizer disse que está "muito decepcionada" com a recusa da AstraZeneca em começar negociações e disse manter abertas todas as alternativas para o seu próximo passo. Ian Read, presidente do conselho de administração e CEO da Pfizer, pediu que o conselho de administração da AstraZeneca reconsidere a sua recusa a iniciar conversações.

 

Segundo as normas britânicas de aquisições, a Pfizer tem até ao dia 26 de Maio para convencer a AstraZeneca a iniciar conversações ou, se fracassar, para fazer uma oferta hostil pela empresa ou desistir do negócio. Analistas dizem que um dos motivos pelos quais a Pfizer quer comprar a AstraZeneca são as perspectivas relativamente fracas do seu processo de desenvolvimento de produtos.
 

Fonte: Valor Econômico
http://www.valor.com.br/empresas/3537304/astrazeneca-pede-para-cameron-s...

RCM Pharmagazine

PHARMAGAZINE

Edição 18 online

 

 

A Revista de Comunicação e Marketing

 
 
 

Partners
Developed by