Apifarma: pagamentos extraordinários da dívida do SNS são "paliativos" e não "solução"

03/04/2014 - 08:04


O presidente da Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma) considera que os pagamentos extraordinários aos fornecedores do Serviço Nacional de Saúde (SNS) são "paliativos e não uma solução definitiva" para o controlo das dívidas dos hospitais públicos, avança a agência Lusa, citada pelo jornal i.

 

João Almeida Lopes, presidente da Apifarma, reagia desta forma à avaliação da execução orçamental de Fevereiro, realizada pela Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), segundo a qual as dívidas por pagar acumuladas no sector da saúde (subsector da saúde e hospitais EPE - Entidade Pública Empresarial) aumentaram 88 milhões, dos quais 82 milhões dizem respeito "exclusivamente aos hospitais EPE".

 

Segundo João Almeida Lopes, "o valor em dívida decresce quando ocorrem estes pagamentos [extraordinários aos fornecedores do SNS], para voltar a subir, em valor e prazos de pagamento, poucos meses depois".

 

De acordo com os dados disponíveis no "site" da Apifarma, as dívidas dos hospitais do SNS a empresas farmacêuticas atingiam, em Fevereiro, os 993,70 milhões de euros.

 

Em Setembro do ano passado, esse valor era de 1.266,30 milhões de euros.

 

Na sua avaliação, a UTAO recorda que um dos objectivos definidos no programa é o de "gerar poupanças adicionais nos custos operacionais dos hospitais e definir uma estratégia para regularizar os pagamentos em atraso".

 

Para João Almeida Lopes, a manutenção das dívidas "é grave, pois dificulta a possibilidade de planear, por exemplo, investimentos a realizar no país, nomeadamente em ensaios clínicos, além de colocar sérios constrangimentos à actividade regular" das empresas.

 

Fonte: Lusa/i
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/pagamentos-extraordinarios-da-div...

GSK vai investir mais de 200 milhões de dólares em África

02/04/2014 - 09:34


A GlaxoSmithKline (GSK) planeia investir até 130 milhões de libras (216 milhões de dólares) em África ao longo dos próximos cinco anos, avança a agência Reuters.

 

A decisão reflecte o interesse crescente da Indústria Farmacêutica em África, tendo em conta o crescimento económico e a procura crescente de tratamentos para doenças crónicas, que são cada vez mais comuns entre a classe média urbana.

 

A francesa Sanofi também já sublinhou que a África é um mercado de crescimento promissor.

 

A África subsariana representa actualmente para a GSK 500 milhões de libras em vendas anuais. Em 2013, a farmacêutica arrecadou 26.5 mil milhões de libras, mas considera que existe um potencial de vendas acrescido devido ao crescimento da economia.

 

O aumento das doenças não transmissíveis, como as patologias cardiovasculares, pulmonares, diabetes e cancro, estão a provocar mudanças no mercado farmacêutico africano e a aumentar a procura de novos medicamentos para além de tratamentos para infecções agudas. Prevê-se que as doenças não transmissíveis sejam responsáveis por 46% de todas as mortes na África subsariana até 2030, segundo o World Bank.

 

O CEO da GSK, Andrew Witty, que divulgou os seus planos numa conferência na segunda-feira em Bruxelas, disse que pretende investir 100 milhões de libras na expansão da produção na Nigéria e no Quénia, com a construção de cinco novas fábricas. A companhia, que produz actualmente medicamentos no Quénia, Nigéria e África do Sul, está a analisar a possibilidade de construir novas fábricas no Ruanda, Gana e Etiópia.

 

Além disso, a GSK vai investir 25 milhões de libras na criação do primeiro laboratório de I&D de acesso aberto dedicado às doenças não transmissíveis em África. Estes investimentos vão possibilitar a criação de, pelo menos, 500 postos de trabalho, um aumento substancial face ao número de funcionários que a GSK possui na África subsariana.

 

 

Fonte: Reuters
http://www.reuters.com/article/2014/03/31/gsk-africa-idUSL5N0MR0F7201403...

Indústria do medicamento exporta mais de mil milhões

01/04/2014 - 08:14


O secretário de Estado da Saúde, Manuel Ferreira Teixeira, revelou na manhã desta segunda-feira que "a indústria do medicamento exportou no último ano mais de mil milhões de euros. Um resultado nunca visto". O aumento da produção nacional é explicado em parte pela investigação existente nesta área, sustentou Ferreira Teixeira, avança o Correio da Manhã.


No 9º congresso Mundial de Farmacêutica que arrancou esta segunda-feira em Lisboa e que conta com a presença de 1300 congressistas, o representante nacional, João Pinto, expressou a necessidade das políticas de austeridade terminarem na área da investigação para não ser comprometido o trabalho desenvolvido nos últimos 40 anos. Este esforço permitiu que Portugal esteja na linha da frente dos países produtores de medicamentos, acrescentou.

 

O professor da Universidade de Lisboa disse que gostaria de ver resolvido muito rapidamente o problema de escassez de certos medicamentos nas farmácias. Para João Pinto, essa escassez resulta dos preços reduzidos no mercado que têm impacto na produção.

 

Os trabalhos que reúnem investigadores de 57 países no Centro de Congressos de Lisboa terminam na próxima quinta-feira.

 

 

Fonte: Correio da Manhã
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/industria-do-medi...

Merck e Astellas Pharma em consórcio para combater esquistossomose

31/03/2014 - 09:06


Um consórcio internacional de empresas biofarmacêuticas, incluindo a Merck (Alemanha), a Astellas Pharma (Japão) e as instituições de investigação TI Pharma (Holanda) e Swiss Tropical and Public Health Institute (Suíça), anunciou uma nova parceria com a Fiocruz (Brasil) para a produção de praziquantel – um medicamento antiparasitário – no laboratório farmacêutico de Farmanguinhos, no Rio de Janeiro, no Brasil, avança o PRNewswire.


A produção de uma formulação pediátrica é necessária para o tratamento adequado da esquistossomose em crianças menores de seis anos de idade. A primeira fase deste acordo consiste na transferência de tecnologia de uma nova formulação de praziquantel, que se desintegra na boca (comprimidos orais desintegrantes).

 

"Estamos muito satisfeitos por incluir Farmanguinhos nesta parceria, que permitirá ao consórcio ter acesso à experiência para produção da nova formulação pediátrica de praziquantel," disse Stefan Oschmann, membro do Conselho Executivo da Merck.

 

"A expansão do nosso consórcio no Brasil é um forte reflexo do nosso propósito global, que é ampliar o acesso ao tratamento em crianças que sofrem desta doença tropical negligenciada".

 

Tanto a Merck quanto a Fiocruz serão proprietárias da licença de registo e distribuirão o produto farmacêutico no Brasil. A produção de Farmanguinhos também abastecerá vários territórios, inclusive países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, onde a Fiocruz terá a opção de solicitar a regulamentação de licenciamento e distribuição.

 

Além de Farmanguinhos, outra parceira – a Simcyp – do Reino Unido juntou-se recentemente ao consórcio. A Simcyp traz sua experiência em modelagem farmacocinética para simular o caminho do L-Praziquantel nos organismos de populações de pacientes virtuais.

 

A esquistossomose é uma doença crónica causada por parasitas e é comummente associada à falta de saneamento básico e de acesso a água potável. Se não for tratada, a esquistossomose pode causar anemia, baixa estatura e uma redução da capacidade de aprender. Actualmente, crianças com menos de seis anos de idade não podem receber um tratamento adequado.

 

De acordo com o Sistema de Informação do Programa de Controlo da Esquistossomose (Sispce), de 2006 a 2011, entre 12,1 milhões de pessoas activamente pesquisadas em áreas endémicas no Brasil, 6,2% foram diagnosticadas com esquistossomose. Com base no censo nacional de 2010, 3,5 milhões de crianças com menos de 6 anos de idade correm risco de infecção em municípios endémicos.

 

A Merck realiza uma contribuição significativa para este projecto. A empresa desenvolve e fabrica comprimidos de praziquantel. Juntamente com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a empresa tem combatido a esquistossomose na África desde 2007. Desde que o programa começou, mais de 100 milhões de comprimidos foram doados e mais de 28 milhões de crianças foram tratadas.

 

Esta batalha é um dos três projectos globais em que a Merck está a concentrar-se como parte dos seus esforços de responsabilidade corporativa, a fim de contribuir para a sociedade, e como parte dos seus esforços para promover o acesso à saúde. A Merck reforça esse compromisso para iniciar este projecto, trazendo o seu produto farmacêutico e o seu know-how para desenvolver produtos farmacêuticos. A Astellas Pharma Inc. contribui para o projecto empregando uma tecnologia farmacêutica nova, que ajuda a melhorar a funcionalidade e a conformidade da droga, bem como a reduzir o seu sabor amargo.

 

Como uma das parceiras de implementação, a suíça TPH contribui com sua larga experiência em pesquisas biológicas e farmacológicas com helmintos e pesquisas clínicas sobre a eficácia de drogas e a eficiência em regiões endémicas, que geralmente são lugares com poucos recursos. A TI Pharma, uma organização sem fins lucrativos holandesa, facilita a gestão deste projecto como uma parceira independente. A TI Pharma tem um extenso programa voltado a outras doenças tropicais negligenciadas. Todas as parceiras estão muito motivadas para se dedicarem à necessidade de um tratamento de esquistossomose para as crianças pequenas, que podem ser infectadas desde os 3 meses de idade. A nova dosagem pediátrica de praziquantel fará uma contribuição enorme para um melhor controlo e a potencial erradicação desta doença tropical negligenciada.

 

Fonte: PRNewswire
http://www.prnewswire.com/news-releases/consorcio-pediatrico-internacion...
 

Baxter vai dividir-se em duas empresas distintas

28/03/2014 - 10:34


A Baxter anunciou esta quinta-feira que planeia dividir-se em duas empresas distintas, uma focada no desenvolvimento e comercialização de produtos biofarmacêuticos e outra focada em produtos médicos. "A Baxter tem uma longa história de sucesso de execução spinoffs, e nós continuamos a avaliar a separação nestas duas empresas em resposta às dinâmicas divergentes dos negócios e à rápida mudança de macro-ambiente", comentou o CEO Robert L. Parkinson. As acções da empresa chegaram a subir 15 por cento após a notícia, avança o site FirstWord Pharma.


O negócio de biofármacos da Baxter gerou em 2013 vendas de aproximadamente 6 mil milhões de dólares, enquanto a unidade de produtos médicos, que foi no ano passado impulsionada pela aquisição da Gambro por 3,9 mil milhões de dólares, teve uma facturação de mais de 9 mil milhões de dólares. A companhia disse que vê um potencial de mercado em 2017 de 65 mil milhões de dólares para a unidade de biofármacos e 50 mil milhões de dólares para a divisão de produtos médicos. Parkinson referiu que a separação vai "aumentar as perspectivas de crescimento tanto nos mercados maduros como nos mercados emergentes".

 

De acordo com a Baxter, Parkinson vai continuar como CEO da empresa de produtos médicos, que irá manter o nome actual. Enquanto isso, o presidente da BioScience Ludwig N. Hantson será nomeado CEO da nova empresa de biofármacos, que ganhará outro nome numa data posterior. A Baxter indicou que a sede de ambas as empresas continuará a ser em Illinois.

 

Hantson disse que, sob a nova estrutura de negócios, a unidade de biofármacos incidirá sobre hemofilia e novas terapias para o tratamento de distúrbios hemorrágicos. Vai "impulsionar a inovação científica e aproveitar a experiência em novas áreas terapêuticas através de aquisições e colaborações", comentou, acrescentando que a divisão "não só fortalece a nossa perspectiva, como nos deixa bem posicionados para executar as nossas perspectivas de crescimento futuro, novo pipeline de produtos e outras oportunidades". A divisão comercializa actualmente um portefólio de proteínas recombinantes e baseadas em plasma para tratar hemofilia e outros distúrbios hemorrágicos e terapias à base de plasma para tratar deficiências imunológicas, alfa -1 antitripsina, queimaduras e choques, e outras condições crónicas e agudas relacionadas com o sangue.

 

A empresa referiu que a transacção está prevista para ser concluída em meados de 2015. A Baxter acrescentou que espera que encargos únicos relacionados com a divisão sejam registados antes da separação, embora não esteja previsto que impactem a orientação financeira para 2014.

 

No ano passado , a Abbott completou uma separação semelhante dos seus negócios, com a unidade de produtos farmacêuticos com base em pesquisas a separar-se da empresa e a formar uma nova empresa chamada AbbVie.

 

Fonte: FirstWord Pharma
http://www.firstwordpharma.com/node/1198741#axzz2x9YYChtI
 

Dívidas à indústria farmacêutica já estão a subir outra vez

27/03/2014 - 08:47


As dívidas hospitalares às empresas farmacêuticas já estão a subir outra vez. No final de Fevereiro, os hospitais já deviam, novamente, quase mil milhões de euros (993,7), o que representa um agravamento de 45,4 milhões (4,7%) em relação a Janeiro, avança o jornal i.


Em termos homólogos, os dados mais recentes da Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma) indicam uma diminuição de 116,6 milhões (10,5%) relativamente a Fevereiro de 2013.

 

Convém lembrar, porém, que no final do ano passado o Ministério da Saúde injectou quase dois mil milhões de euros nos hospitais para amortizar dívidas aos fornecedores. No final de Setembro, antes da injecção de verbas, as dívidas hospitalares à indústria atingiam os 1266,3 milhões.

 

Recorde-se também que o ministério já tinha procedido em 2012 a um reforço considerável das verbas nas unidades hospitalares para pagar dívidas, cujos valores atingiram em Junho desse ano o valor recorde de 1588,7 milhões e o prazo médio de pagamento os 557 dias.

 

Em Fevereiro deste ano, o prazo médio de pagamento ascendia a 484 dias, ainda longe dos 548 registados em Outubro de 2013, mas já era um dia a mais do que em Janeiro, escreve o jornal i.

 

Estes dados confirmam que, por mais medidas que se tomem na área do medicamento (baixas de preços e acordos com a Apifarma, entre outras) e por mais dinheiro que se injecte nos hospitais, estes não conseguem resolver o problema do agravamento das dívidas aos laboratórios. O i tentou obter um comentário por parte do presidente da Apifarma mas tal revelou-se impossível até à hora de fecho da edição.

 

Os dados da Apifarma revelam ainda que o Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN) continua a ser a unidade com o maior volume de dívidas: 184,4 milhões em Fevereiro. Este valor traduz um agravamento de 5,8 milhões num só mês. Em termos homólogos, o CHLN conseguiu apenas reduzir o montante da dívida em apenas 700 mil euros face a Fevereiro do ano passado. Em Agosto de 2013, esta unidade devia 224,7 milhões. O i confrontou o presidente do conselho de administração do CHLN com esta informação mas não obteve resposta até à hora de fecho desta edição.

 

Os números da Apifarma indicam ainda que o Centro Hospitalar do Nordeste não só continua a ter o prazo médio de pagamento mais elevado (1099 dias) como registou um agravamento de 102 dias em relação a Fevereiro de 2013.

 

Fonte: i
http://www.ionline.pt/artigos/dinheiro/dvidas-indstria-farmacutica-j-est...
 

Sanofi enfrenta veredicto decisivo em aposta com vacina para dengue

26/03/2014 - 09:25


A Sanofi espera que os resultados finais de estudos para a sua vacina contra a dengue cheguem ao final de Setembro, disse à Reuters o líder do projecto da farmacêutica francesa, e já apostou em começar a produção apesar de alguns dados decepcionantes nos estudos iniciais.


A Sanofi já investiu mais de um bilião de euros no projecto e espera tornar-se a primeira fabricante de medicamentos a vender uma vacina do tipo no ano que vem, depois de duas décadas de pesquisa na doença tropical que cresce mais rapidamente no mundo e para a qual não há um tratamento preventivo.

 

A Sanofi Pasteur, a unidade de vacinas da farmacêutica francesa, fez uma grande aposta industrial: começou a produzir a vacina em Julho do ano passado para manter uma vantagem sobre os concorrentes e assegurar que estará pronta para vender as doses, pressupondo que ela finalmente receba aprovação dos reguladores.

 

"Hoje estamos confiantes de que nossa vacina pode ter um impacto na saúde pública e estamos a preparar-nos para seu sucesso", disse Guillaume Leroy, que chefia o projecto de vacina contra a dengue na Sanofi Pasteur, numa entrevista.

 

Leroy disse que os resultados de um teste clínico final com 30 mil crianças na América Latina e no sudeste asiático devem chegar a partir do meio do ano. Ele disse que assim que a sua equipa consiga extrair descobertas preliminares confiáveis, eles começarão a revelar tais descobertas.

 

Até ao final do terceiro trimestre, a Sanofi terá os resultados clínicos consolidados completos que espera apresentar numa conferência sobre doenças tropicais em Novembro.

 

Se os dados forem positivos, a Sanofi espera vender a vacina a partir de meados de 2015 em pelo menos um país atingido pela doença, provavelmente um dos 10 que participaram dos testes.

 

"É difícil prever qual país será o primeiro, mas podemos imaginar facilmente que será um dos países maiores, como o Brasil, o México, a Malásia, talvez as Filipinas", disse Leroy.

 

A dengue infecta de 50 a 100 milhões de pessoas por ano, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, mas alguns especialistas dizem que o número é três vezes maior.

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRSPEA2O03V20140325
 

Consumo de medicamentos genéricos aumenta em Portugal

25/03/2014 - 09:26


O consumo de medicamentos genéricos aumentou cerca de 16% em Portugal, entre 2012 e 2013, de acordo com um estudo agora divulgado pelo Infarmed, avança a Rádio Renascença.


O Estado português continua a gastar mais dinheiro com os medicamentos de marca. Ao todo, 613 milhões de euros dos encargos totais com medicamentos são referentes a medicamentos que ainda não tem medicamentos genéricos disponíveis no mercado.

 

Os genéricos representavam no último ano 44,7% do mercado de medicamentos e os encargos dos utentes diminuíram 6,2% com o consumo destes fármacos mais baratos, de acordo com o Infarmed.

 

O estudo indica ainda que o grupo de medicamentos que actuam no aparelho cardiovascular é o que representa maiores encargos para o Serviço Nacional de Saúde. É também aqui que existe uma menor quota de genéricos no mercado.

 

O Infarmed refere que continuam também a registar-se várias situações em que, embora haja disponível vários medicamentos genéricos comparticipados, o medicamento de marca ainda detém a maior quota de vendas, como é o caso de alguns comprimidos para a hipertensão.

 

Fonte: Renascença
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=31&did=143061 

Novartis em negociações para comprar Gamida Cell

20/03/2014 - 08:38


De acordo com fontes próximas do assunto, a Novartis está em negociações avançadas para comprar a Gamida Cell por um valor que pode chegar aos 600 milhões de dólares, noticiou a Globes esta terça-feira, avança o site FirstWord Pharma.


A Elbit Medical Technologies, que tem uma participação de 30,8 por cento na Gamida , confirmou uma oferta de uma empresa sem especificar o nome, referindo que inclui um "pagamento imediato significativo e futuros pagamentos adicionais, totalizando centenas de milhões de dólares".

 

A Clal Biotechnology, que detém cerca de 22 por cento da Gamida, acrescentou que a proposta foi recebida a 7 de Março. A Gamida desenvolve terapias de células estaminais para uma variedade de condições, incluindo o seu tratamento StemEx®, que está a ser avaliado como parte de um regime de transplantes em pacientes com leucemia de alto risco e linfoma. De acordo com a Elbit e a Clal, os pagamentos futuros no âmbito do acordo dependeriam do cumprimento de objectivos de desenvolvimento, registo e metas de vendas.

 

A Globes refere que, embora as negociações com a Novartis estejam num estágio avançado, a Gamida não abandonou os planos para uma oferta pública inicial. O jornal disse que a avaliação para a OPA é mais baixa do que o valor potencial de uma aquisição, o que provavelmente seria a opção preferida.

 

 

Fonte: FirstWord Pharma
http://www.firstwordpharma.com/node/1196136#axzz2wPaEW7bb

Daiichi Sankyo e Astellas Pharma criam biblioteca de partilha de compostos

19/03/2014 - 10:51

A Astellas Pharma e a Daiichi Sankyo anunciaram, em comunicado de imprensa, que vão formar uma parceria para a criação de uma biblioteca de partilha de compostos, que vai incluir cerca de 400 mil compostos seleccionados. A colaboração permite que cada uma das partes possa promover investigação e desenvolvimento de medicamentos inovadores. Esta é a primeira vez que uma biblioteca de compostos de parceria desta escala foi formada no Japão.


A Astellas e a Daiichi Sankyo têm bibliotecas de compostos que são a base para a sua pesquisa de descoberta de medicamentos, e através de um sistema High Throughput Screening (HTS), as empresas podem de forma rápida e efectiva procurar compostos potencialmente benéficos para desenvolver novos medicamentos inovadores. Bibliotecas de compostos extensas e de alta qualidade, como a biblioteca comum Astellas/Daiichi Sankyo, são cruciais para a descoberta bem sucedida de medicamentos.

 

Esta parceria dará a cada empresa acesso a bibliotecas de compostos qualitativamente diferentes - que foram desenvolvidas com base nas estratégias de segmentação de doenças de ambas as empresas – o que permitirá às companhias implementar HTS mais amplo para gerar novos medicamentos inovadores.

 

No âmbito desta parceria, a Astellas e a Daiichi Sankyo vai trocar aproximadamente 400 mil compostos seleccionados, incluindo um número significativo de compostos sintéticos de propriedade, a partir das suas respectivas bibliotecas de compostos. A partir 1 de Abril de 2014, e por um período de três anos, tanto a Astellas como a Daiichi Sankyo serão capazes de implementar HTS amplo usando os compostos compartilhados sem restrições de áreas de doenças visadas. Em linha com a parceria, cada empresa irá divulgar informações suficientes para permitir que a empresa receptora implemente HTS de forma independente.

 

Se, como resultado do HTS, a empresa receptora identificar um composto candidato para ser usado para a descoberta de novos medicamentos, a companhia beneficiária poderá realizar o desenvolvimento e comercialização do novo medicamento inovador com indicação de todas as doenças humanas a partir do composto de acordo com os termos do acordo.

 

A Astellas e a Daiichi Sankyo estabeleceram uma filosofia corporativa de contribuir para a saúde das pessoas em todo o mundo. Através desta parceria, as duas empresas pretendem utilizar de forma eficaz activos e conhecimento uma da outra para além do quadro de uma empresa farmacêutica, e acelerar a inovação aberta, aproveitando as suas próprias forças internas para proporcionar novos medicamentos inovadores.

 


Fonte: comunicado de imprensa
http://www.daiichisankyo.com/media_investors/media_relations/press_relea...

RCM Pharmagazine

PHARMAGAZINE

Edição 18 online

 

 

A Revista de Comunicação e Marketing

 
 
 

Partners
Developed by