Merck duplica lucro anual com cortes nos custos

07/03/2014 - 09:10


A farmacêutica alemã Merck duplicou o lucro líquido em 2013, para 1202 milhões de euros, mais 112% do que no ano anterior, após ter reduzido custos, avança o jornal económico Oje.


 O grupo farmacêutico e químico informa que o volume de negócios se manteve nos 11 095 milhões de euros, com o impacto negativo da valorização da moeda única. O lucro operacional melhorou em 67,2%, para 1610,8 milhões de euros. O resultado operacional (EBITDA) aumentou 30% em termos homólogos, atingindo 3069 milhões de euros.


A multinacional afirma que o dinamismo dos mercados emergentes, da América Latina e da Ásia (excluindo o Japão) contribuiu para um crescimento orgânico de 9,3%, suportado na divisão Merck Serono – negócio que inclui os produtos de biotecnologia e medicamentos de prescrição médica.

 

Na Europa, o crescimento orgânico de 1,4% foi parcialmente prejudicado pelo impacto negativo da apreciação do euro. A América Latina e a Ásia representaram 36% do volume de negócios do consórcio e o mercado europeu originou 37%.

 

Entretanto, a Merck está à procura de aquisições no âmbito da estratégia de expansão para os mercados dos EUA, do Japão e da China. Está ainda interessada em comprar marcas para impulsionar a área de saúde nas categorias de vitaminas e suplementos, constipações e alergias, bem como analgésicos.

 

O grupo tem vindo a fechar escritórios e substituiu um terço dos gestores de topo para cortar custos em 300 milhões de euros até este ano.

 

Karl-Ludwig Kley, CEO, declara que "reduzimos os nossos custos de forma mais rápida do que o esperado para impulsionar a transformação do consórcio. Também desenvolvemos o negócio com produtos inovadores e de nicho e expandimos a presença para mercados de crescimento global".

 

Fonte: Oje
http://www.oje.pt/noticias/negocios/merck-duplica-lucro-anual-com-cortes...

Itália multa farmacêuticas Novartis e Roche

06/03/2014 - 09:17


As duas farmacêuticas suíças, Novartis e Roche, foram multadas pela autoridade da concorrência italiana por alegado conluio, revelou esta quarta-feira o Diário Económico, citado pelo Notícias ao Minuto.


A Novartis e a Roche foram condenadas a pagar 92 milhões e 90,5 milhões de euros, respectivamente.

 

De acordo com a agência Bloomberg, as gigantes da indústria farmacêutica decidiram em conjunto excluir do mercado o Avastin®, um medicamento de preço reduzido para tratamentos de problemas graves de visão.

 

Desta forma, canalizaram a procura para um outro fármaco, o Lucentis®, mais caro mas para o mesmo efeito.

 

O alegado ‘esquema’ teve início em 2011, com a Novartis e a Roche a garantirem que o Avastin era mais arriscado clinicamente do que o Lucentis®.

 

 

Fonte: Diário Económico/Notícias ao Minuto
http://www.noticiasaominuto.com/economia/183870/italia-multa-farmaceutic...
 

Hovione liderara registo nacional de patentes em 2013

05/03/2014 - 09:51


A Hovione, a Novadelta e a PT lideraram o registo nacional de patentes em 2013, avança o site TeK SAPO.


Hovione, Novadelta e PT Inovação publicaram em 2013, cada uma, quatro pedidos de invenção nacional, num ano em que o INPI - Instituto Nacional de Propriedade Industrial recebeu um total de 867 pedidos de invenção. Da mesma lista de empresa, disponibilizada ao TeK pelo instituto fazem parte outros nomes, como a YDreams, que ao longo do ano passado publicou três pedidos de invenção, bem como empresas de diversos sectores. Construção, arquitectura, indústria ou software.

 

No top três das empresas nacionais com maior actividade no registo de patentes durante o ano passado estão representados o sector farmacêutico, indústria (a Novadelta é uma empresa do grupo Nabeiro) e Tecnologias de Informação, área que centra a actividade da PT Inovação.

 

Em 2012 o grupo farmacêutico português Hovine integrava a mesma lista de empresas com maior número de invenções registadas. O grupo Nabeiro também se fazia representar no top 10, mas nessa altura com outra empresa do grupo, a Tecnidelta.

 

Em 2013 o INPI recebeu um total de 4.640 pedidos de registo de patente. Aos 867 pedidos para o registo de patentes no mercado nacional, juntaram-se 3.773 pedidos de validação de patentes europeia.

 

Ao contrário da tendência registada nos pedidos de registo interno, nos pedidos de validação de patente europeia registou-se uma diminuição de 0,2% face ao ano anterior.

 

 

Fonte: TeK
http://tek.sapo.pt/noticias/negocios/hovione_novadelta_e_pt_lideraram_re...

Bayer compra empresa de medicamentos tradicionais chineses Dihon

28/02/2014 - 08:03


A Bayer anunciou esta quinta-feira que vai comprar a empresa de capital fechado Dihon Pharmaceutical, fabricante de medicamentos de ervas tradicionais chineses, consolidando a intenção da companhia alemã de tornar-se a líder mundial em medicamentos sem receita (OTC), avança o Diário Digital.


A Dihon tem cerca de 2.400 funcionários e gerou vendas de 123 milhões de euros em 2013, disse a Bayer esta quinta-feira, negando-se a fornecer os termos financeiros do acordo.

 

Os produtos da Dihon incluem tratamentos contra a caspa, cremes antifúngicos e medicamentos contra doenças ginecológicas como a endometriose. Uma porta-voz disse que era muito cedo para dizer se os medicamentos seriam exportados para a Alemanha e Europa.

 

O acordo, que pode ajudar a Bayer a desafiar a Johnson & Johnson, destaca o seu impulso em fitoterapia, após ter adquirido o fornecedor alemão Steigerwald no ano passado.

 

O acordo com a Dihon deve ser concluído no segundo semestre de 2014, disse a Bayer.

 

Fonte: Diário Digital
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=687779

Bayer diz que oferta de aquisição pela Algeta foi bem-sucedida

27/02/2014 - 09:09


A Bayer assinou um acordo de 2,9 mil milhões de dólares para adquirir o controlo da Algeta depois de receber uma proposta para comprar 97,28 por cento das acções da fabricante norueguesa de medicamentos para o cancro, disse a companhia alemã de medicamentos esta quarta-feira, avança a agência Reuters.


A Bayer disse que a transferência das acções à companhia e o pagamento do preço da oferta acontecerá nos próximos dias, não passando do dia 12 de Março.

 

Depois disso, a Bayer tem a intenção de se tornar a única accionista da Algeta, entrando com um pedido para tirar a Algeta da bolsa de valores de Oslo.

 

A Bayer fez uma oferta pela Algeta no final do ano passado para ganhar o controlo directo sobre o inovador medicamento contra o cancro da de próstata Xofigo®, que as duas companhias desenvolveram em conjunto desde 2009 e começaram a vender nos EUA em 2013. O medicamento recebeu aprovação europeia em Novembro.

 

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPEA1P03120140226

Ranbaxy suspende exportações de ingredientes activos

26/02/2014 - 09:58
A Ranbaxy anunciou esta terça-feira que suspendeu temporariamente as exportações dos seus de seu ingredientes farmacêuticos activos(API) produzidos nas suas unidades em Toansa e Dewas, enquanto examina processos e controlos nas instalações indianas. A farmacêutica referiu que a "medida de precaução" permitir-lhe-á melhor avaliar e analisar os processos de produção e sistemas de controlo de qualidade nos locais, avança o site FirstWord Pharma.
 
Em Janeiro, a FDA (entidade que regula os medicamentos nos EUA) proibiu a Ranbaxy da exportar produtos manufacturados na fábrica de Toansa para os EUA, depois de identificar problemas de produção e controlo de qualidade na instalação. A proibição foi a quarto da agência a afectar fábricas indianas da empresa, após sanções atrubuídas às suas instalações em Paonta Sahib e Dewas em 2008 e um alerta de importação ter sido emitido para sua fábrica em Mohali ano passado.
 
O The Wall Street Journal, citando um funcionário não identificado da unidade de Toansa, sugeriu que a produção parou na unidade na semana passada, depois de uma visita de funcionários da Daiichi Sankyo, que detém 64 por cento da farmacêutica indiana. "Eles recolheram amostras para testes, para ver se o processo de teste de qualidade funciona", disse o funcionário . Um executivo da Daiichi Sankyo indicou no mês passado que a empresa japonesa iria "preparar novas medidas drásticas" para corrigir problemas de controlo de qualidade da Ranbaxy  incluindo o envio de pessoal para ajudar a resolver os problemas.
 
De acordo com fontes próximas do assunto, as suspensões da Ranbaxy nas fábricas de Toansa e e Dewas afectará o abastecimento de mercados-chave, como a Europa e a Índia. Os analistas referem que sem produção interna de APIs, a Ranbaxy terá de ir buscar ingredientes a outras empresas para produzir os medicamentos genéricos, que podem aumentar os custos. 
 
A Ranbaxy indicou que formou um comité de qualidade e integridade "para supervisionar as operações de produção e qualidade da empresa, sistemas, organização e integridade", A farmacêutica disse que vai retomar as exportações a partir das unidades de Toansa e Dewas uma vez que esteja tranquilizada sobre os processos e controlos nas instalações.

Bayer faz oferta de 2,41 mil milhões de dólares pela norueguesa Algeta

25/02/2014 - 09:18


A farmacêutica norueguesa Algeta recebeu da alemã Bayer uma oferta preliminar de aquisição por 336 coroas por acção, avaliando a companhia em 14,76 mil milhões de coroas (2,41 mil milhões de dólares), avança a agência Reuters.


A oferta equivale a um ágio de 27 por cento sobre o último preço de fecho das acções da Algeta, que produz um novo medicamento contra o cancro da próstata em cooperação com a própria Bayer.

 

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPE9AP00420131126

FDA vai alargar presença reguladora na Índia

21/02/2014 - 08:27


A comissária da FDA (entidade que regula os medicamentos nos EUA), Margaret Hamburg, revelou que a agência vai reforçar a sua presença reguladora na Índia, devido a sanções a nível de fabrico recentemente impostas a farmacêuticas no país, avança o site FirstWord Pharma.


No âmbito desta iniciativa, Hamburg avançou que a FDA pretende aumentar o número de investigadores no país de 12 para 19, num esforço para melhorar a qualidade e segurança dos medicamentos produzidos na Índia, acrescentando que “necessitamos do mesmo nível de supervisão, quer seja dentro das nossas fronteiras ou fora delas”.

 

A comissária explicou que uma presença acrescida irá espelhar a “percentagem crescente” de alimentos e produtos que são exportados para os EUA da Índia, cujas companhias farmacêuticas abastecem 40% dos medicamentos genéricos e OTC nos EUA. Além disso, a presença de mais investigadores da FDA na Índia poderá ajudar a acelerar o processo de aprovação das unidades de produção que fabricam medicamentos e ingredientes activos para o mercado norte-americano, acrescentou a responsável.

 

Esta decisão surge numa altura em que a FDA procura aumentar a sua colaboração com as autoridades reguladoras de medicamentos a nível global, incluindo a Índia. Recentemente a entidade norte-americana chegou a um acordo com a sua homóloga indiana para a troca de informação sobre as inspecções às unidades de produção farmacêutica, bem como qualquer falta de conformidade em relação às boas práticas de produção. “Consideramos que se trata de um momento crítico, em que temos de pensar e agir de novas formas e isto implica um compromisso real […] de trabalhar em conjunto com os reguladores globais”, disse Hamburg, sublinhando que é essencial para a Índia participar também, tendo em conta “a sua importância no mercado global dos produtos de saúde”.

 

G.N. Singh, responsável pelo controlo geral de medicamentos na Índia, disse que a Organização de Controlo Central dos Medicamentos vai colaborar com a FDA na melhoria das práticas reguladoras, mantendo, ao mesmo tempo, os seus próprios padrões de qualidade. “Não reconhecemos e não estamos ligados com o que os EUA estão a fazer ou a inspeccionar”, afirmou, acrescentando que “a FDA pode regular o seu país mas não pode regular a Índia nem nos dizer como nos devemos comportar”. Já Hamburg concorda que “não estamos aqui para dizer à Índia como deve desempenhar o seu trabalho”, mas as empresas que querem comercializar os seus produtos nos EUA “têm de estar em conformidade com as nossas normas, práticas e expectativas”.

 

Fonte: FirstWord Pharma
http://www.firstwordpharma.com/node/1189117#axzz2tqcLxE92 

Autoridades japonesas pedem investigação criminal contra Novartis

20/02/2014 - 09:16


Autoridades regulatórias de saúde japonesas pediram a abertura de uma investigação criminal sobre o laboratório Novartis, por publicidade enganosa na divulgação dos benefícios de um medicamento para o coração. A publicidade estaria baseada em pesquisas fraudulentas, avança a Dow Jones Newwires, citada pelo Valor Econômico.


Uma acusação criminal por suposta publicidade enganosa significaria mais problemas para a gigante farmacêutica suíça no seu segundo maior mercado, depois de surgirem dúvidas sobre a precisão de alguns estudos conduzidos numa universidade sobre o Diovan®, medicamento para o coração.

 

Um porta-voz da Novartis em Tóquio não quis fazer comentários sobre o anúncio do Ministério da Saúde do Japão esta quinta-feira. Uma vez que os promotores de Tóquio aceitem o pedido do ministério, eles conduzirão a sua própria investigação antes de apresentar acusações.

 

Várias universidades japonesas anunciaram no início deste ano que pesquisas clínicas conduzidas para dar suporte ao Diovan® tinham sido falsificadas, ao se constatar que um funcionário da Novartis tinha participado em todos os estudos.

 

Funcionários negaram o envolvimento da empresa nas pesquisas questionadas e na prática de publicidade enganosa na divulgação da droga. De acordo com a Novartis, resultados semelhantes, em estudos clínicos realizados nos EUA e em outros 24 países, não foram contestados.

 

A empresa reconheceu, porém, que havia um conflito de interesse nos estudos japoneses “contaminados”, dizendo que um dos seus funcionários participou dos estudos realizados por universidades japonesas sem que a sua ligação com a Novartis fosse revelada nos artigos publicados.

 

A fabricante de medicamentos puniu a administração da sua unidade japonesa em Outubro, cortando o pagamento dos principais executivos da Novartis Pharma KK sob a alegação de “controlos internos inadequados que permitiram a ocorrência do conflito de interesses”.

 

“Sentimos uma grande responsabilidade pela criação de uma situação que pode ter permitido a manipulação de dados”, disse Yoshiyasu Ninomiya, presidente das operações japonesas da Novartis, em entrevista colectiva em fins de Setembro.

 

A empresa informou que não tem acesso aos dados das pesquisas e, portanto, não pode confirmar se eles foram manipulados ou quem pode ter feito isso.

 

 

Fonte: Dow Jones Newwires/Valor Econômico
http://www.valor.com.br/internacional/3389598/autoridades-japonesas-pede...

Actavis compra rival Forest por 18 mil milhões de euros

19/02/2014 - 08:53


A irlandesa Actavis, especializada em medicamentos genéricos, fez uma oferta de compra no valor de 25 mil milhões de dólares (18 mil milhões de euros) pelo laboratório americano Forest. O sector não registava um montante de aquisição tão alto há pelo menos três anos, avança o jornal económico Oje.


Com este negócio, a segunda maior produtora mundial de genéricos em valor de mercado (33,4 mil milhões de dólares em bolsa, cerca de 24,3 mil milhões de euros) completa a carteira de produtos com medicamentos de marca inovadores.

 

Paul Bisaro, presidente e CEO da Actavis, declara em comunicado que, "com esta combinação estratégica, criamos um modelo completamente inovador no sector, com tamanho, economias de escala, uma oferta equilibrada entre medicamentos de marca e genéricos".

 

O responsável acrescenta que a companhia estará "preparada para liderar o mercado e terá capacidade de crescer de forma sustentável e orgânica no futuro".

 

A empresa resultante deverá facturar cerca de 11 mil milhões de euros em 2015 e terá uma posição forte nos segmentos de fármacos para o sistema nervoso central, gastrointestinal, urologia, cardiovascular e saúde da mulher.

 

 

Fonte: Oje
http://www.oje.pt/noticias/negocios/actavis-compra-rival-forest-por-18-m...

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