Novartis diz que novo foco deve impulsionar rentabilidade

19/06/2014 - 06:53


A farmacêutica suíça Novartis disse que a sua recente revisão de negócios deve aumentar a rentabilidade e acelerar o crescimento conforme dá foco a negócios com escala e margens mais altas, avança a agência Reuters.


Em comunicado divulgado antes de encontro com investidores em Basileia esta quarta-feira, a Novartis informou que a sua nova estrutura teria acrescentado 250 pontos-base extras para a margem de lucro operacional principal do ano passado.

 

"Após a conclusão prevista das transações de transformação no portefólio, a nova Novartis será mais focada, mais rentável, com potencial para crescer mais rápido", disse o presidente-executivo Joseph Jimenez em comunicado.

 

Em Abril, a Novartis anunciou uma série de acordos para sair de negócios de baixo desempenho e passar a contar com medicamentos contra cancro de maior margem da GlaxoSmithKline.

 

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN0ET12X20140618

Indústria Farmacêutica doou 28 milhões de euros a profissionais de saúde

11/06/2014 - 06:52

Em pouco mais de cinco meses, de Janeiro até 9 de Junho, a indústria farmacêutica concedeu apoios e subsídios no valor de mais de 28,6 milhões de euros a profissionais e organizações do sector da saúde, mas estes comunicaram que neste período receberam apenas 8,4 milhões de euros dos laboratórios. São mais de 20 milhões de euros de diferença, revela uma investigação efectuada por uma empresa especializada no processamento de dados provenientes da Internet, avança o jornal Público.

 

No trabalho, a que o Público teve acesso, são analisados os dados disponibilizados na plataforma informática da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed), o chamado portal da “transparência”, criado para divulgar os apoios da indústria farmacêutica a profissionais e organizações do sector, associações de doentes e sociedades médicas incluídas.

 

No início desta semana, o sistema albergava quase 35 mil declarações de doações, mas apenas pouco mais de 5400 comunicações de recebimentos. E, neste conjunto, só havia um par que correspondia (entidades e valores), não sendo possível de resto encontrar “compatibilidades” entre o que foi doado e o que foi recebido.

 

Em vigor desde Fevereiro de 2013, a lei que tornou obrigatórias as declarações dos apoios superiores a 25 euros concedidos pelos laboratórios farmacêuticos a todos os intervenientes no circuito do medicamento parece, pois, estar a ser ignorada por uma parte substancial das entidades e profissionais de saúde. O principal objectivo da legislação era justamente o de tornar transparentes eventuais relações perigosas e conflitos de interesses neste sector tão sensível.

 

A Ordem dos Médicos prepara-se, a propósito, para publicar um parecer do seu departamento jurídico que esclarece que os clínicos têm que notificar ao Infarmed tudo aquilo que recebem acima dos 25 euros, segundo adiantou ao Público o bastonário José Manuel Silva. “Isto não faz sentido, é uma burocracia”, defende, porém, o bastonário, para quem seria suficiente que apenas a indústria farmacêutica declarasse os donativos.

 

“A indústria tem um secretariado para tratar disto, agora os médicos por vezes esquecem-se, têm muito que fazer, não é por mal e muitos deixaram de notificar porque pensam que não faz sentido”, alega.

 

Álvaro Figueira, que coordenou este trabalho de investigação feito pela empresa Interrelate, concluiu que, entre Janeiro e o dia 9 deste mês, a discrepância entre os montantes declarados pela indústria farmacêutica e valores declarados pelos profissionais e entidades do sector da saúde no portal era já superior a 20 milhões de euros. Há um prazo de 30 dias para efectuar as declarações, mas, mesmo que não sejam exactamente coincidentes, os montantes deveriam pelo menos ser aproximados, o que não está a acontecer.

 

“Infarmed monitoriza”

 

A situação terá mesmo piorado de 2013 para 2014, porque, se se considerarem apenas os valores do ano passado, o desfasamento entre os montantes concedidos (cerca de 15 milhões) e os recebidos (13,4 milhões) era então muito inferior, 1,6 milhões de euros, no total.

 

O Público perguntou ao Infarmed, que é responsável pela plataforma informática e pela sua monitorização, se tinha conhecimento do desfasamento dos valores concedidos e recebidos, qual a justificação para este diferencial e se tinha havido, entretanto, algum tipo de punição para os eventuais infractores, como está previsto na lei. Sem responder a esta questão em concreto, o Infarmed garantiu apenas que “tem vindo a monitorizar esta ferramenta, prosseguindo com as alterações necessárias com vista à melhoria do seu funcionamento”.

 

Como é possível então que um médico apareça como tendo recebido mais de 2,1 mil milhões de euros de um laboratório farmacêutico, mais de um quarto do orçamento anual do Ministério da Saúde, como acontecia em Maio?

 

“Ainda que as informações submetidas através das comunicações efectuadas sejam da exclusiva responsabilidade dos seus declarantes, o Infarmed monitoriza a referida plataforma, sendo que o exemplo que em concreto se apresenta foi já resolvido ainda no decurso do passado mês de Maio.”

 

Foi justamente em Maio que o Público tentou perceber o que se tinha passado junto do médico em questão. Perplexo, este disse que aquele valor só podia ser um erro, e que se limitara a ir a um congresso patrocinado pelo tal laboratório, num valor da ordem dos 2100 euros. Tudo indica, portanto, que o Infarmed terá corrigido o erro depois de ter sido avisado da sua magnitude.

 

Segundo os investigadores, a plataforma é muito rudimentar e sofre de múltiplas insuficiências. Para se ter uma ideia, só para consultar os milhares de declarações de 2014, percorrendo as sucessivas páginas, seriam necessárias 36,5 horas de trabalho ininterrupto, exemplificam, sublinhando que é muito complicado para um leigo efectuar qualquer tipo de pesquisa nesta plataforma.

 

Além disso, a memória é excessiva, impedindo o portal de ser usado na maior parte dos dispositivos portáteis. “Para que serve a plataforma, afinal”, perguntam.

 

Inquirido sobre a disponibilidade para alterar este portal, face às múltiplas insuficiências detectadas, o Infarmed respondeu que “tomará as medidas que se considerem necessárias ao cumprimento das obrigações previstas na lei”. Nada mais.

 

Fonte: Público
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/laboratorios-doaram-28-milhoes-d...

“Quando a presença física do DIM é difícil ou impossível, o remote detailing é a melhor alternativa”

03/06/2014 - 08:42


O Simposium Terapêutico e a JRS lançaram um serviço inovador de remote detailing que pretende dar resposta aos desafios que a Indústria Farmacêutica enfrenta actualmente no contacto com os médicos: o MEDiK.


Depois de falar com Paulo Romeiro, Director-Geral da SIMPOSIUM Digital Healthcare, que apresentou o projecto que promete revolucionar a comunicação entre a indústria farmacêutica e os profissionais de saúde, o RCM Pharma falou com Rui Belona, e-Business Director da JRS, para conhecer e perceber melhor a plataforma online.

 

 

Em que consiste a plataforma MEDiK?
O MEDiK é um serviço de remote detailing que permite a realização de visitas médicas one-to-one remotamente, através de uma plataforma online que permite a partilha de conteúdos diversos (multimédia, texto, imagem, vídeo, som, etc.) sem que o médico necessite de fazer qualquer registo.

 

Em cima desta plataforma temos a combinação das competências da SIMPOSIUM Digital HealthCare e da JRS Pharmarketing, que permite apresentar um serviço único e inovador no mercado nacional.

 


Pode explicar sucintamente em que consiste o remote detailing?
O remote detailing consiste numa sessão remota entre um Delegado de Informação Médica (DIM) e um profissional de saúde, em que ambos estão a ver os mesmos conteúdos em tempo real via internet, possibilitando assim a discussão apropriada desses conteúdos.

 

Com a evolução da tecnologia e do nível de conforto dos profissionais de saúde em lidar com essa tecnologia, as barreiras do remote detailing são actualmente quase inexistentes.

 

Nos casos em que a presença física do DIM é difícil ou mesmo impossível, o remote detailing é a melhor alternativa existente.

 

 

Como surgiu a ideia de desenvolver esta plataforma Qual a inovação da plataforma MEDiK?

O MEDiK é muito mais que uma plataforma de remote detailing. A começar pela forma como a plataforma está estruturada, que permite a implementação de um serviço único quer para a Indústria Farmacêutica, quer para os próprios profissionais de saúde.

 

Existem duas partes distintas nesta plataforma:


1. A componente de agendamento: uma das grandes mais-valias do MEDiK é poder contar com o know-how da SIMPOSIUM Digital HealthCare, permitindo ter acesso a mais de 8.000 médicos nesta fase inicial. Estes são profissionais de saúde que já fizeram o opt-in ao serviço e estão completamente integrados no processo. A plataforma faz a gestão automática das marcações, colocando os profissionais de saúde nas campanhas enquadradas com o seu perfil, tendo sempre o cuidado de não gerar saturação através de sobreexposição.

 

2. A componente de visita: que se baseia na tecnologia de reuniões à distância e incorpora todo o know-how da JRS Pharmarketing na forma como é utilizada para maximizar o impacto junto do profissional de saúde. A plataforma permite a comunicação com vídeo e áudio, assim como outras interacções como dar o controlo da apresentação ao profissional de saúde.

 

 

 

Como se processa uma sessão do MEDiK?

Uma sessão MEDiK processa-se em três momentos distintos, sendo que todos fornecem informação importante sobre o processo:


1. Agendamento da sessão: Esta parte do processo consiste no agendamento prévio das sessões com os profissionais de saúde de acordo com critérios de segmentação definidos, dando ao mesmo tempo a conveniência aos profissionais de saúde de poderem escolher a data e hora que lhes sejam mais convenientes. A plataforma gera um conjunto de alertas (SMS e e-mails) com a data da sessão, mantendo o profissional de saúde informado do seu compromisso. Os outputs desta componente permitem analisar o esforço de marcação e assim o interesse dos profissionais de saúde em determinados temas e conteúdos.

 

2. Visualização de conteúdos: Aqui entramos na sessão propriamente dita e, como em muitos outros canais, o conteúdo é rei e fará a diferença entre o maior e menor sucesso de uma sessão remota. A integração de conteúdos interessantes e visualmente atractivos são a aposta do MEDiK de forma a cativar os profissionais de saúde. Outra aposta do MEDiK é em profissionais experientes para realizarem as sessões, contando para isso com uma bolsa de DIM (apesar dos próprios Delegados das companhias o poderem fazer) com experiência nas mais diversas áreas, reforçados com formação em comunicação pelo telefone (que implica uma atenção diferença da chamada visita face-to-face). Os outputs permitirão analisar o tempo da sessão, possibilitando ainda verificar quais os conteúdos que geraram mais interesse/discussão através do tempo que cada slide/página permaneceu no centro da sessão.

 

3. Survey de avaliação: Finalizada a sessão, o profissional de saúde é convidado a responder a um breve survey sobre os conteúdos apresentados. Como o MEDiK aponta para um serviço de qualidade contínua, existirá também um componente do survey que irá avaliar a prestação do seu interlocutor e das condições em que a sessão decorreu. Os surveys serão realizados no MyBubble (rede profissional e social exclusiva para médicos de Portugal) abrindo caminho ao profissional de saúde para usufruir também dos conteúdos e serviços exclusivos desta rede.

 

 

Quais as principais mais-valias do MEDiK (e quais especificamente as que traz aos profissionais de saúde e aos laboratórios)?

O MEDiK apresenta vantagens tanto para as companhias quanto para os próprios médicos.

 

A Indústria Farmacêutica poderá contar com:
• Ausência de barreiras geográficas (visitas baseadas na segmentação);
• Mais visitas/dia, removendo o tempo de espera/viagens;
• Menos custos e maior responsabilização com uma equipa externa;
• Maior retenção mensagem e expansão do tempo de visita;
• Conteúdo digital de elevado impacto visual está na base da visita;
Feedback dos médicos.

 

Já os profissionais de saúde poderão beneficiar de:
• Escolha do horário e local;
• Conteúdo científico, de elevado impacto, com um interlocutor altamente treinado;
• Maior controlo sobre a frequência das visitas/chamadas;
• Apenas necessita de um PC/Tablet com ligação à internet (sem registos ou instalações).

 

 

Quais os objectivos a curto/médio prazo para a plataforma MEDiK?

A primeira batalha do MEDiK é mostrar o seu valor e as suas vantagens, quer para a Indústria Farmacêutica quer para os profissionais de saúde.

 

Em Portugal demoramos a sair fora do quadrado (ou, no nosso caso, do rectângulo) e a aposta em novos projectos só é feita por imposição externa (caso das multinacionais) ou quando existem resultados, o que se torna difícil sem alguém que avance para chegar a esses resultados.

 

Nós acreditamos que o MEDiK pode ser um canal vantajoso para muitas companhias com dificuldades em chegar aos profissionais de saúde de uma forma consistente e também para os próprios profissionais de saúde, que podem assim ter mais controlo sobre o seu horário sem abdicar do acesso a conteúdos científicos de interesse. Estamos prontos para mostrar isso mesmo.
 

MEDiK: a solução para uma IF com menores budgets e equipas e menos acesso aos médicos

28/05/2014 - 08:33

O Simposium Terapêutico e a JRS criaram um serviço inovador de remote detailing que pretende dar resposta aos desafios que a Indústria Farmacêutica enfrenta actualmente no contacto com os médicos: o MEDiK.


Para conhecer melhor este serviço que promete revolucionar a comunicação entre a indústria farmacêutica e os profissionais de saúde, o RCM Pharma falou com Paulo Romeiro, Director-Geral da SIMPOSIUM Digital Healthcare.

 

 

Como surgiu a ideia do projecto MEDiK?

O projecto Medik surgiu na sequência da identificação dos desafios que actualmente a Indústria Farmacêutica vem enfrentando para se posicionar, comunicar e diferenciar junto do seu painel de médicos e demais profissionais de saúde.

 

Sentindo que cada vez mais a Indústria Farmacêutica, por uma questão de redução de custos, não tinha alternativa senão reduzir as forças de vendas e consequentemente reduzir a pressão promocional dos seus produtos junto dos profissionais de saúde, pensámos que teríamos de desenvolver alguma ferramenta que, de alguma forma, desse uma resposta eficaz a este problema.

A isto acresceu ainda a limitação no número de visitas médicas dos Delegados de Informação Médica (DIM) aos profissionais de saúde. Foi uma conjugação de factores que nos levou a pensar em formas de solucionar alguns problemas impostos pela conjuntura actual.

 

 

Em que consiste o MEDiK?

Na sua génese, o MEDiK é uma plataforma de remote detailing, ou seja, uma plataforma que, de forma remota e completamente digital, permite apresentar conteúdos relevantes ao painel visitado.

Em Portugal, ao longo dos últimos anos, foram implementados alguns projectos de e-detailing ao serviço da Indústria Farmacêutica, sendo que a diferença para o remote detailing é que uma acção de e-detailing implica que o DIM esteja fisicamente na presença do médico, enquanto o remote detailing não carece dessa obrigatoriedade.

 

 

Tipicamente, e no caso dos projectos de e-detailing implementados em Portugal na Indústria Farmacêutica, as forças de venda eram equipadas com dispositivos móveis que permitiam apresentar conteúdos sobre os medicamentos a promover com algum grau de interactividade. Em teoria, o remote detailing cumprirá exactamente o mesmo propósito, mas eliminando a necessidade de partilhar o mesmo espaço físico com o alvo da comunicação.

 

Na realidade, o MEDiK é muito mais do que uma plataforma de remote detailing. Na verdade, o conceito e os pressupostos estão lá. Mas o MEDiK foi idealizado para ser muito mais do que um exercício de promoção digital. Foi desenhado para ser um veículo de comunicação de excelência, que permite a partilha de informação científica rigorosa a perfis de médicos específicos, que antecipadamente se registaram no nosso serviço (actualmente temos um painel de cerca de 8000 médicos de diversas especialidades já registados na plataforma), com o objectivo de, para além de promover produtos, a Indústria Farmacêutica poder promover saúde e boas práticas na saúde, envolvendo de forma construtiva todos os intervenientes do sector.

 

 

Quais as principais vantagens do MEDiK?

Creio que a grande mais-valia consiste na diferenciação de conceito. O MEDiK não é apenas um serviço que permite promover produtos e implementar campanhas de comunicação de forma digital. O MEDiK é um espaço em que médicos e profissionais de saúde podem obter conhecimento através de conteúdo diferenciado, partilhando um espaço de debate one-to-one com outros profissionais de saúde experientes e verdadeiramente conhecedores dos temas a abordar.

 

Além disso, o facto de já termos um painel de 8000 médicos registados no MEDiK permite-nos, além de validar o nosso conceito junto destes profissionais de saúde, segmentar cada acção implementada para painéis de médicos muito específicos, optimizando os esforços de comunicação que forem iniciados.

 

Temos também de referenciar a tecnologia envolvida no processo. O MEDiK é uma plataforma desenvolvida de raiz pela equipa de desenvolvimento da SIMPOSIUM Digital HealthCare, consubstanciada com ferramentas web de fácil acesso a todos os profissionais de saúde. Como resultado, as visitas remotas podem ser efectuadas sem que os médicos tenham de passar por instalações de softwares específicos ou processos burocráticos desnecessários. É simples, fácil e eficaz.

 

Tudo isto somado, a principal vantagem competitiva do MEDiK é o facto de estarmos perante uma solução que garante à Indústria Farmacêutica uma elevada pressão de visita, com elevado nível de compliance de comunicação, o que, de alguma forma, vem minimizar a redução generalizada das forças de venda e o acesso condicionado aos profissionais de saúde, e consiste numa redução efectiva de custos, dado que os custos de uma “equipa de promoção remota” são incomparavelmente inferiores aos custos do modelo tradicional.

 

 

Qual o público-alvo do MEDiK?

O modelo MEDiK é um modelo transversal a todos os profissionais de saúde que queiram aceder a mais informação, dado que a nossa proposta é baseada em conteúdo diferenciado ao serviço da Indústria Farmacêutica.

 

Como já foi referido, actualmente temos mais de 8000 registos de médicos no MEDiK, fruto de um trabalho exaustivo que temos vindo a implementar junto do painel de profissionais de saúde do SIMPOSIUM Terapêutico, que conta com mais de 28.000 médicos registados que acedem diariamente às nossas plataformas e serviços.

 

Claro que dos 8000 médicos já registados há uma tendência para um perfil de médicos de uma faixa etária mais jovem, com mais apetência para as novas tecnologias e para a comunicação digital no seu todo, o que nos deixa bastante optimistas quanto ao futuro do serviço.

 

 

Que impacto espera que o MEDiK tenha na Indústria Farmacêutica portuguesa?

O MEDiK é um projecto pensado de raiz para dar respostas às necessidades do mercado actual. Hoje em dia, a indústria depara-se com menores budgets, menores equipas e menor capacidade de acesso, e a nossa proposta tem como objectivo a implementação de um serviço exclusivo, que é encarado pelos médicos como um serviço prestado pela indústria, e não como uma promoção ao serviço da indústria, e que está perfeitamente alinhado com as políticas de racionalização de custos no sector, permitindo fazer mais com muito menos.

 

 

Qual a importância da parceria com a JRS para este projecto?

O Medik é resultado de uma sinergia entre a SIMPOSIUM Digital HealthCare e a JRS, sendo que cada uma das partes contribuiu com o seu know-how e capacidades intrínsecas.


Tradicionalmente, e ao longo dos tempos, a JRS e a SIMPOSIUM Digital HealthCare percorreram caminhos diferentes no mercado nacional. Nos últimos anos, temos vindo a desenvolver vários projectos em conjunto, sendo que o MEDiK é o resultado mais recente desta boa relação.

 

Creio que essa diferença de conceitos, de experiências e de abordagens à conjuntura actual resulta num projecto muito diferenciador, distinto de tudo o que se passa actualmente no sector, e que apresenta mais-valias muito competitivas. 

Pfizer deixa cair OPA à AstraZeneca

27/05/2014 - 06:49

"Na sequência da rejeição por parte do conselho de administração da AstraZeneca, a Pfizer anuncia que não pretende fazer uma oferta sobre a AstraZeneca", lê-se no comunicado que a norte-americana publicou na sua página de internet, avança o Diário Económico.


A Pfizer é agora obrigada a esperar três meses, pelo menos, no caso de ser convidada pela AstraZeneca para retomar negociações, ou seis meses se quiser tomar a iniciativa de uma nova oferta.

 

"Continuamos a acreditar que a nossa proposta final estava de acordo e representava na totalidade o valor da AstraZeneca, de acordo com a informação a que tivemos acesso", diz Ian Read, presidente executivo da Pfizer, no mesmo comunicado.

 

Depois da proposta de 69,4 mil milhões de libras (cerca de 85.000 milhões de euros) ter sido recusada pela AstraZeneca, terminava esta segunda-feira, às 17 horas, o prazo dado à Pfizer para fazer uma nova proposta pela farmacêutica britânica.

 

 

Fonte: Diário Económico
http://economico.sapo.pt/noticias/pfizer-deixa-cair-opa-a-astrazeneca_19...

Pfizer deve desistir de comprar AstraZeneca

26/05/2014 - 14:16


A farmacêutica norte-americana Pfizer estará prestes a abandonar a oferta de aquisição da AstraZeneca. O prazo para a Pfizer apresentar uma oferta definitiva termina hoje, mas fontes ligadas ao processo, citadas pela Bloomberg, antecipam que o mais certo é que a multinacional retire a proposta de compra, já que não pretende aumentar o valor da oferta. Até agora a gestão da AstraZeneca tem recusado as ofertas da multinacional norte-americana, avança o Diário Económico.

 

Uma das propostas apresentadas pela fabricante do Viagra ascendia a 69.400 milhões de libras (cerca de 85.130 milhões de euros), valor que a farmacêutica com sede em Londres considerou que "fica aquém do que poderia representar criação de valor" para a empresa e os accionistas, tendo em conta que todos os medicamentos que já estão em desenvolvimento, entre os quais, um novo fármaco contra o cancro do pulmão.

 

De acordo com as regras do governo britânico, caso o negócio não avance agora, as duas gigantes farmacêuticas terão de fazer um compasso de espera de três meses antes de, eventualmente, reiniciar as negociações. No entanto, para que se retomem as conversações terá de ser o grupo de capital britânico e sueco a fazer o convite à Pfizer. Caso contrário, esta terá de esperar seis meses para fazer uma nova oferta.

 

De acordo com as mesmas fontes, a Pfizer espera que os investidores da AstraZeneca aproveitem este período para pressionar a administração para regressar à mesa das negociações. Do lado da AstraZeneca, a empresa irá tentar gerar receitas próprias para afastar a gigante norte-americana. As mesmas fontes antecipam que é provável que a Pfizer emita uma declaração, esta tarde, com o anúncio que não vai fazer uma oferta.

 

Fonte: Diário Económico
http://economico.sapo.pt/noticias/pfizer-deve-desistir-de-comprar-astraz...

Maior accionista quer que AstraZeneca reconsidere proposta da Pfizer

23/05/2014 - 07:38

As pressões para que a AstraZeneca reveja a sua posição face à proposta da Pfizer continuam a chegar. A Blackrock, a maior accionista da farmacêutica britânica, veio esta quinta-feira, 22 de Maio, a público defender que as negociações não podem terminar já, avança a Sky News, citada pelo Jornal de Negócios.

 

A estação norte-americana diz que o fundo, que detém aproximadamente 8% da companhia, quer que a AstraZeneca volte às negociações antes que o prazo para avaliar a proposta, definido pelas regras de aquisição britânicas, termine na próxima semana. Caso esse limite seja ultrapassado, a Pfizer só poderá voltar uma nova proposta ao fim de seis meses.

 

Contudo, a Sky News explica que a Blackrock está de acordo quanto à posição da farmacêutica em não ter aceite a proposta que previa um valor de 55 dólares por acção apresentada no domingo, 18 de Maio, à noite e recusada no dia seguinte. O fundo defende, assim, uma revisão desse valor rumo a um potencial acordo.

 

Desde quarta-feira, 21 de Maio, que muitos accionistas da AstraZeneca se têm mostrado divididos quanto à qualidade da decisão da administração da companhia britânica. Há também investidores que defendem que a AstraZeneca poderá crescer a título individual.

 

As conversações duram há cerca de três meses, tenho havido três propostas recusadas, rondando a última os 69 mil milhões de libras (cerca de 85 mil milhões de euros). A AstraZeneca defende que as várias propostas subvalorizam o potencial de crescimento previsto para os próximos anos, tendo em conta a existência de vários medicamentos a serem testados.

 

 

Fonte: Jornal de Negócios
http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/maior_accionista_quer_qu...

GlaxoSmithKline acusada de não pagar impostos na China

22/05/2014 - 06:38

A GlaxoSmithKline (GSK) terá por pagar mais de 100 milhões de yuan (16 milhões de dólares) em impostos na China entre 2005 e 2008, segundo o jornal estatal chinês “The Legal Daily”, citado pelo site FirstWord Pharma.


O jornal chinês alega que, através da importação do tratamento Epivir, para o VIH e hepatite, e através de brechas fiscais, a companhia conseguiu fugir a "mais de 100 milhões de yuan em impostos de renda e de importação sobre valor agregado".

 

O relatório refere que a GSK escapou aos impostos doando fornecimentos do medicamento importado para apoiar o seu tratamento, acrescentando que a farmacêutica pode ter doado um fármaco menos dispendioso que foi produzido numa unidade doméstica. "O mais grave é que, através dessa acção de caridade falsa, [a GSK] impediu o governo chinês de produzir os seus próprios medicamentos para tratar o VIH/sida, para que pudesse ter um monopólio sobre o mercado dos tratamentos para a hepatite", acusa o documento.

 

Segundo fontes legais, bem como uma fonte com conhecimento directo da investigação que está a ser feita à GSK na China, as autoridades chinesas podem considerar a apresentação de acusações contra a empresa.

 

A GSK não prestou quaisquer declarações sobre o assunto.

 

 

Fonte: FirstWord Pharma
http://www.firstwordpharma.com/node/1211144  

Accionista da AstraZeneca pede que empresa retome negociações com Pfizer

21/05/2014 - 06:37


A gestora Schroders, décima segunda maior accionista da AstraZeneca, juntou-se a um grupo de investidores que desaprovam a rejeição da empresa à oferta de aquisição feita pela Pfizer e instou a empresa a retomar as negociações, avança a agência Reuters.


Numa declaração nesta terça-feira, a gestora britânica de fundos, que detém uma participação de 2 por cento na AstraZeneca, disse que "iria incentivar a direcção da AstraZeneca a recomeçar o seu envolvimento com a Pfizer e, posteriormente, os seus accionistas".

 

A Schroders também criticou a intransigência dos dois lados após a AstraZeneca rejeitar na segunda-feira uma oferta de 55 libras por acção feita pela Pfizer, que disse que essa era a sua última proposta.

 

"A Schroders constata com decepção a rejeição rápida pelo Conselho da AstraZeneca da mais recente oferta da Pfizer e a decisão do Conselho da Pfizer de apontar um fim prematuro para essas negociações ao chamar a sua mais recente proposta de última oferta", disse a Schroders.

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/topNews/idBRKBN0E00ZQ20140520

Acções da Pfizer e AstraZeneca divergem após novo falhanço na fusão

20/05/2014 - 07:32


As acções da AstraZeneca afundaram esta segunda-feira em Londres, para 4.306£ (-10,73%), depois de a farmacêutica britânica ter rejeitado nova oferta da Pfizer. Foi uma das principais notícias que desmotivou esta segunda-feira os investidores europeus, avança o Diário Económico.


Com Wall Street em alta ligeira, as acções da Pfizer negociavam acima da linha de água Pfizer - 29,55$ (1,48%) - depois de a sua proposta de 117 mil milhões de dólares para comprar a AstraZeneca ter sido rejeitada pelos britânicos.

 

 

Fonte: Diário Económico
http://economico.sapo.pt/noticias/mercados-em-zoom-accoes-da-pfizer-e-as...

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