Ofertas da Novartis e Valeant sinalizam nova era de fusões na Indústria Farmacêutica

24/04/2014 - 07:43


Uma série de acordos propostos ou aprovados estão sinalizando uma nova era de aquisições no sector de laboratórios farmacêuticos não vista desde a última década num momento em que as empresas se focam nas suas especializadas e abandonam operações com desempenho mais fraco, avança a agência Reuters.


A Novartis e a GlaxoSmithKline (GSK) concordaram em trocar mais de 20 mil milhões de dólares em activos, numa série de operações que impulsionarão os negócios da Novartis em tratamentos do cancro e os da GSK voltado para as vacinas.

 

Enquanto isso, a Valeant Pharmaceuticals fez uma oferta de 47 mil milhões de dólares pela Allergan, fabricante do Botox, para impulsionar a área de produtos para cuidados da pele. Rumores de que oferta de 100 mil milhões de dólares da Pfizer pela AstraZeneca foi rejeitada apenas alimentaram expectativas de há mais fusões adiante.

 

Ligando toda essa actividade há uma combinação de condições económicas e acontecimentos específicos da indústria, incluindo baixas taxas de juros, um desejo de empresas norte-americanas de fazer aquisições no exterior para proteger lucros obtidos no exterior de impostos nos EUA, e a compreensão de que acordos podem ser feitos para focar nos pontos fortes específicos de uma farmacêutica, disseram investidores, analistas e executivos de bancos de investimento na terça-feira.

 

"O rumor sobre o possível acordo da Pfizer com a AstraZeneca mostra que a indústria está a mover-se talvez para outro período de consolidação", disse Richard Purkiss, um analista da Atlantic Equitis em Londres. "As companhias farmacêuticas com alto valor de mercado, em comparação a sectores globais mais maduros, ainda são fragmentadas e então podem continuar a concentrar-se".

 

Na transacção da Novartis, cada companhia conseguiu exactamente o negócio que queria, sem ter de fazer o tipo de mega-fusão que consumiu a Indústria Farmacêutica nos anos 1990 e 2000, disse Sam Isaly, um sócio-gerente da OrbiMed Advisores, que administra 10 mil milhões de dólares em activos da área de saúde.

 

"É muito interessante que a GSK e a Novartis não se combinaram e então venderam alguma coisa. Elas apenas juntaram os portefólios, como se embaralhassem um baralho", disse Isaly.

 

Isaly espera mais destes acordos com propósito claro, como também mais junções e compras entre companhias menores. Outros analistas e investidores disseram que as empresas ainda podem fazer este tipo de acordo, e então cortar os seus activos em áreas que desejam focar estrategicamente.

 

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPEA3M03J20140423
 

Novartis reestrutura negócio com acordos com GSK e Lilly

23/04/2014 - 08:13


A farmacêutica suíça Novartis anunciou uma reformulação de milhares de milhões de dólares nesta terça-feira, que envolve a troca de activos com a GlaxoSmithKline (GSK) e a venda da sua unidade de saúde animal, numa tentativa de simplificar os negócios e aumentar o foco em medicamentos para o cancro, que têm altas margens de lucro, avança a agência Reuters.

 

A reestruturação faz parte de um grande realinhamento na indústria farmacêutica mundial, que se esforça para lidar com um freio nas despesas de saúde por parte de governos com falta de recursos.


"As transacções marcam um processo de transformação para nós", disse o presidente-executivo da Novartis, Joe Jimenez, que tem realizado uma revisão estratégica do outrora diversificado negócio.

 

"Elas também melhoram a nossa solidez financeira, e devem aumentar as nossas taxas de crescimento e margens de imediato".

 

A Novartis disse que tinha fechado a compra de produtos de oncologia da GlaxoSmithKline por 14,5 mil milhões de dólares, vendendo as suas vacinas à GSK, excluindo a gripe, por 7,1 mil milhões de dólares mais royalties, também criando uma joint-venture com a GSK na área da saúde do consumidor.

 

A Novartis também informou que acertou a venda da sua unidade de saúde animal para a Eli Lilly por aproximadamente 5,4 mil milhões de dólares.

 

Às 8:21 (horário de Brasília), as acções da Novartis subiam 2,14 por cento, enquanto as acções da GSK avançavam 5,52 por cento.

 

Jimenez disse a jornalistas que os negócios resultarão em vendas globais ligeiramente mais baixas para o grupo suíço, mas com maior lucro com a troca do negócio de vacinas, de baixas margens, pelo negócio de medicamentos oncológicos, de maior margem.

 

A Novartis disse que vai iniciar um processo de venda separada para o seu negócio de gripe imediatamente, que não entrou no acordo com a GSK.

 

A Eli Lilly terá o segundo maior negócio de saúde animal do mundo em receita na esteira do seu acordo com a Novartis. A empresa disse que vai financiar a transação com 3,4 mil milhões de dólares em dinheiro e 2 mil milhões em empréstimos, e que espera economia de custos de cerca de 200 milhões de dólares por ano dentro de três anos após o fecho do negócio.

 

 

O BofA Merrill Lynch assessorou a Lilly, enquanto o Goldman Sachs Group assessorou a Novartis no negócio de saúde animal. A GSK disse que o Lazard e o Zaoui & Co. estavam a agir como seus consultores financeiros conjuntos.

 

Fonte: Reuters
http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPEA3L00H20140422
 

Portas confirma taxa sobre a indústria farmacêutica

22/04/2014 - 08:11


O vice-primeiro-ministro reconheceu esta segunda-feira que o Governo terá que fazer ainda cortes na despesa pública com a Saúde em 2014, na ordem dos 300 milhões de euros, e que esse esforço deve ser obtido “através de uma redução de rendas na indústria fornecedora de medicamentos e também na área da tributação do tabaco e do álcool”, avança o Diário Económico.


Paulo Portas vem assim confirmar a intenção do Governo em avançar com uma taxa sobre as vendas das empresas farmacêuticas, tal como o Ministério da Saúde já tinha confirmado ao Económico. A taxa está dependente do acordo que o ministro da Saúde, Paulo Macedo, quer fechar com a Apifarma, que representa a indústria. Caso o acordo falhe, avança a taxa sobre as farmacêuticas, mas só em 2015. Paulo Portas, que está a ser ouvido no Parlamento a propósito da 11ª avaliação da ‘troika’ ao programa de ajustamento, explicou que este esforço é feito para que “fiquem saldadas as contas na Saúde e para que exista maior equilíbrio no futuro”.


Os deputados socialistas pediram mais detalhes sobre o que será a reforma hospitalar que o Governo acordou com a ‘troika’. O vice-primeiro-ministro adiantou ainda que os cortes que terão que ser feito no Estado em 2014 ficarão aquém dos “4 mil milhões de euros ou 2 mil milhões de euros” de que se tem falado, porque “temos o contributo do crescimento económico para consolidação mais equilibrada”.

 

O PS pede para que Portas anuncie onde vão ser feitos os cortes “nas gorduras” e que não esconda nada dos portugueses a pensar nas eleições de 25 de Maio.

 

Fonte: Diário Económico
http://economico.sapo.pt/noticias/portas-confirma-taxa-sobre-a-industria...

Nova taxa sobre farmacêuticas implica perda de 300 milhões

21/04/2014 - 07:50


“Os contributos adicionais da indústria farmacêutica” a que se referiu na semana passada a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, podem render ao Estado uma receita entre 300 a 400 milhões de euros, avança este domingo o Diário de Notícias (DN), cita o Notícias ao Minuto.


A nova taxa, que terá carácter temporário e que ainda tem de ser acordada com os representantes do sector, dependerá da despesa pública que as farmacêuticas gerarem.

 

No passado dia 15, após a reunião extraordinária do Conselho de Ministros para fechar o pacote de medidas para cumprir o défice de 2,5% em 2015, a ministra Maria Luís Albuquerque anunciou, além da já polémica taxa sobre produtos nocivos à Saúde, novos “contributos adicionais da indústria farmacêutica”.

 

Na edição de domingo, o DN explica que esta proposta, que está a ser estudada em conjunto pelos ministérios das Finanças e Saúde, visa a criação de uma taxa que incidirá directamente sobre as vendas das farmacêuticas e que poderá render ao Estado entre 300 a 400 milhões de euros.

 

Esse valor dependerá do volume de vendas que gerarem sem o IVA ou a taxa de comercialização, ou seja, se a farmacêutica vender mais do que no ano anterior, pagará mais, se pelo contrário o volume de vendas for inferior, a taxa-base será reduzida. Esta forma de implementar a nova medida consta de um estudo do Infarmed a que o DN teve acesso.

 

Agora tudo dependerá “das negociações com a Apifarma. Se houver acordo, é mais fácil evitar esta taxa”, afirma uma fonte ligada ao Ministério da Saúde, esclarecendo porém que mesmo sem acordo é possível que a medida “venha a aplicar-se embora, eventualmente, com um corte para metade destes valores”.

 

Questionado sobre esta nova taxa que o Governo pretende aplicar, o antigo bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, Aranda da Silva, refere que “se fora aplicada, a medida terá grande impacto na indústria, que tem feito diversos processos de despedimentos. Por outro lado, haverá mais empresas a sair de Portugal e a liberalizar operações” e, remata, “terá [também] obviamente impactos negativos na saúde devido aos cortes”.

 

Fonte: Diário de Notícias/Notícias ao Minuto
http://www.noticiasaominuto.com/economia/206225/nova-taxa-sobre-farmaceu...

Relações entre farmacêuticas e Paulo Macedo degradam-se

17/04/2014 - 07:58


As relações entre o Ministério da Saúde e as empresas da indústria farmacêutica que assinaram os acordos de redução da despesa nos anos anteriores degradaram-se nos últimos meses, sabe o Diário Económico.


No caminho de um acordo para 2014 sobre a meta de redução da despesa com medicamentos estão vários obstáculos, entre os quais um diferendo sobre o fecho dos valores a pagar pelas farmacêuticas, ainda resultantes do acordo de 2012.

 

O DE avança que os laboratórios sabiam da intenção de Paulo Macedo, mas não acreditavam que o Governo avançasse com uma taxa sobre as vendas do sector.

 

O ministro da Saúde prefere acordo para cortar despesa, mas as negociações estão tensas.

 

Fonte: Diário Económico
http://economico.sapo.pt/noticias/relacoes-entre-farmaceuticas-e-paulo-m...

Janssen distinguida como a quarta melhor empresa para trabalhar em Portugal

16/04/2014 - 08:16


A Janssen, companhia farmacêutica líder em investigação, foi distinguida como a quarta melhor empresa para trabalhar em Portugal, segundo o ranking do Great Place to Work Institute 2014, avança a empresa, em comunicado de imprensa.


Integrada no grupo Johnson & Johnson, a Janssen assumiu desde sempre a importância de proporcionar aos colaboradores condições de trabalho, benefícios sociais e um conjunto de incentivos adequados a uma cultura de desempenho orientada para os objectivos, defendendo ainda que o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional é fundamental para o sentimento de bem-estar no trabalho.


Através de um conjunto de benefícios sociais e corporativos criados a pensar nos trabalhadores e nas suas famílias, a Janssen defende na prática esta filosofia. Dividida em quatro áreas, esta lista de benefícios passa pela Saúde, Futuro (seguros de vida e plano de pensões), Qualidade de Vida (Ginásio da Companhia e protocolos com ginásios externos) e ainda uma área “Plus” destinada a prémios e reconhecimentos da dedicação dos colaboradores.

 

Gisela Dante, Directora-geral da Janssen, afirma: “O facto de estarmos entre as melhores empresas para trabalhar em Portugal é também uma confirmação da nossa responsabilidade para com os Colaboradores. Na Janssen vive-se um ambiente positivo, com um espírito muito jovem e uma verdadeira vontade de fazer a diferença. Acreditamos que o sucesso da Companhia depende do sucesso das pessoas que connosco colaboram”.

 

O Great Place to Work Institute avalia organizações em 50 países e conta anualmente com a participação de mais de 6000 empresas. Em cada edição, cerca de dois milhões de pessoas respondem ao questionário Trust Index, o que torna este estudo de ambientes de trabalho o maior a nível mundial. O Instituto tem como objectivo destacar as melhores práticas de gestão de pessoas e os melhores ambientes de trabalho existentes mundialmente.

 

A Janssen foi considerada como a 4.ª Melhor Empresa para trabalhar na categoria de empresas entre 100 e 250 colaboradores. Em Portugal, a Companhia tem sido frequentemente distinguida como uma das melhores empresas para trabalhar pelo Great Place To Work Institute, nomeadamente nos anos de 2006, 2009, 2010, 2012.

 

Sobre a Janssen

 

A Janssen, empresa farmacêutica do grupo Johnson & Johnson, é uma das companhias farmacêuticas de investigação líder a nível mundial, estando presente em todos os continentes. A Janssen está empenhada em descobrir e disponibilizar medicamentos inovadores para necessidades médicas não preenchidas, e desenvolveu ao longo das últimas décadas múltiplas terapêuticas que têm feito a diferença, de forma significativa, na vida dos doentes. As áreas chave da companhia são: as Neurociências, Imunologia, Oncologia, Infecciologia e Doenças Metabólicas. Para mais informações consultar: www.janssen.pt. 

 

 

Fonte: comunicado de imprensa

Novartis recruta mais de 2000 pessoas por todo mundo

15/04/2014 - 07:54


Com sede em Basileia, na Suíça, a farmacêutica Novartis tem em aberto mais de duas mil vagas por todo o mundo, avança o site manda-te.com.


A empresa procura profissionais de várias áreas para trabalharem em mais de 100 locais diferentes. Só para a Suíça, a Novartis está à procura de 271 colaboradores para exercerem cargos como investigadores, assistentes administrativos, cientistas, gestores de comunicação e managers de marketing e vendas.

 

Para a Alemanha, a farmacêutica tem 228 vagas em aberto. Ainda na Europa, 64 posições são no Reino Unido, 47 na França e 49 na Irlanda. Fora do Velho Continente, a Novartis recruta para os EUA (834 vagas), Índia (92) e China (67), entre outros países.

 

Em termos de funções, a farmacêutica procura pessoal para Finanças, Marketing, Tecnologias de Informação, Vendas, Investigação, Produção ou Desenvolvimento Científico de Medicina.

 

A Novartis é um grupo farmacêutico suíço criado em 1996 pela fusão de Ciba-Geigy e Sandoz e está dividido em três grandes divisões: Pharma, Consumer Health e Sandoz. Para consultares todas as vagas, segue o link: http://www.novartis.com/careers/job-search/

 

 

Fonte: manda-te.com
http://manda-te.com/noticias/novartis-recruta-mais-de-2000-pessoas-por-t...

Astellas Portugal eleita empresa nº 1 para trabalhar no sector farmacêutico

14/04/2014 - 08:04


A Astellas conquistou o 1º lugar no ranking do Sector Farmacêutico e o 5º lugar no universo de empresas com menos de 100 colaboradores – subida de 3 posições vs 2013 – tendo subido também 6 posições no ranking geral das 25 melhores empresas para trabalhar em Portugal, revelou o Great Place to Work Portugal 2014. Pelo segundo ano consecutivo, a Astellas foi considerada uma das melhores empresas para trabalhar do ponto de vista dos colaboradores, sendo a melhor no grupo de companhias do seu sector de actividade económica (investigação, produção e comercialização de produtos farmacêuticos), que se submeteram a esta avaliação externa, avança comunicado de imprensa.


As diversas políticas internas implementadas na companhia nos últimos anos contribuíram para a satisfação dos colaboradores da Astellas. Estas políticas visam envolver, ao máximo, os colaboradores em todas as vertentes do negócio e proporcionar-lhes uma cultura de trabalho flexível e acolhedora. A flexibilidade laboral proporcionada pela Astellas aos seus colaboradores é um dos exemplos, permitindo-lhes a conciliação entre a vida pessoal e familiar com a actividade laboral. A componente relacional é também muito importante e, por esse motivo, a Astellas interessa-se em desenvolver práticas que promovam um ambiente saudável, tendo vindo a contemplar, na sua política de recursos humanos, estratégias de desenvolvimento de um ambiente de trabalho sustentável. A dedicação dos colaboradores é reconhecida e recompensada através de programas institucionais de mérito, benefícios extra-remuneratórios e ofertas em momentos importantes da vida pessoal e profissional. Exemplo disso são os Changing Tomorrow Employee Awards, prémios internacionais que visam reconhecer o mérito de excelência dos colaboradores e distinguir, em particular, aqueles que conseguem, numa base quotidiana, traduzir os valores-chave da companhia nos seus gestos e condutas profissionais. Os vencedores destes prémios recebem uma quantia monetária, da qual metade reverte a favor de uma instituição de solidariedade social. Apesar da existência de programas institucionais de mérito e de prémios, é de salientar que “o mais importante é o facto de todos os dias trabalharmos para que os colaboradores se sintam realizados na Astellas, e para serem respeitados e valorizados por aquilo que fazem, percebendo que são a componente mais importante para o desenvolvimento da nossa empresa”, afirma Catarina Silva, Human Resources Manager na Astellas.

 

Para Alberto Aguiar, Director-geral da Astellas, “este é um sucesso importante, que reflecte o total empenho de todos os colaboradores da afiliada portuguesa”. Alberto Aguiar orgulha-se da posição alcançada pela companhia, especialmente pelo reconhecimento de que a Astellas estima os seus colaboradores e reconhece o seu empenho e determinação em manter os valores essenciais adoptados pela empresa a nível nacional e internacional.

 

Actualmente, a Astellas tem cerca de 57 colaboradores. A sua sede, situada no Lagoas Park, em Porto-Salvo, é um espaço acolhedor, onde existem um conjunto de funcionalidades que estimulam um estilo de vida e alimentação saudáveis.

 

Sobre a Astellas Farma, Lda.

 

A Astellas Farma é a filial portuguesa da multinacional Astellas Pharma Inc., uma companhia com sede no Japão e que congrega cerca de 17 mil funcionários, em todo o globo. As vendas anuais da companhia ultrapassam, em termos mundiais, os 7 biliões de euros.

 

As origens da Astellas Farma remontam ao ano de 1967, quando a Gist Brocades iniciou a sua actividade. Em 1991 passou a chamar-se Brocades Pharma, alterando a sua designação para Yamanouchi Pharma, em 1994. Em 2005, surgiu a Astellas Farma, resultado da fusão da Yamanouchi Pharma com a Fujisawa.

 

O portefólio terapêutico da Astellas está orientado para as áreas terapêuticas da Urologia, Transplantação, Oncologia, Dermatologia, Anti-Infecciosos e Dor.

 

A empresa aposta fortemente na Investigação & Desenvolvimento e está determinada em levar por diante a VISÃO 2015, estratégia a partir da qual tenciona tornar-se líder global em áreas terapêuticas nas quais existem necessidades médicas não satisfeitas e onde é necessário um elevado grau de especialização.

 

Fonte: comunicado de imprensa
 

BMS incentiva investigação de cura para doenças crónicas virológicas

11/04/2014 - 09:25


Em antecipação do Congresso Internacional do Fígado, que se realiza este ano em Londres, a Bristol-Myers Squibb convidou os investigadores europeus a apresentar ideias inovadoras de investigação que visem curar doenças crónicas virológicas, no âmbito da sua iniciativa Partnering for Cure. Como parte do compromisso contínuo da Bristol-Myers Squibb em virologia, esses projectos oferecem uma oportunidade a investigadores e professores, principalmente os mais jovens, de acelerar soluções inovadoras que podem levar à cura do VIH, hepatite B (HBV) e da hepatite C (HCV).
Partnering for Cure (Parceria para a Cura, em tradução livre), bandeira da Bristol-Myers Squibb, é uma iniciativa pan-europeia de apoio à investigação inovadora e que facilita uma maior colaboração e partilha de conhecimentos com a comunidade do segmento da virologia.


Esta última ronda de submissões de projectos de investigação decorrerá de 1 Maio a 15 de Julho de 2014 e os cientistas aspirantes são incentivados a apresentar as suas ideias em www.bms.com/israpplications. Será dada prioridade a propostas de investigação na área da ciência translacional com uma clara relevância para o desenvolvimento clínico de uma cura para hepatite viral ou infecção pelo VIH.

 

A iniciativa Partnering for Cure é liderada pela Partnering for Cure Faculty, um painel de especialistas clínicos e de investigação de toda a Europa e que se concentra em três pilares - educação, intercâmbio científico e pesquisa científica. O painel premiará até quatro receptores numa avaliação cega após fechar as submissões de projectos. Os quatro candidatos de investigação irão compartilhar entre eles um pouco mais de 300 mil euros de apoio por parte da Bristol-Myers Squibb.


"Este ano, orgulhamo-nos de anunciar a primeira aula do programa Partnering for Cure em Janeiro", disse o professor Jürgen Rockstroh, presidente da Partnering for Cure Faculty. "Agora esperamos ainda mais propostas para expandir a nossa rede clínica e continuar a luta contra as doenças virais crónicas através do programa de investigação Partnering for Cure 2014".

 

Matthieu Perreau, do Serviço de Imunologia e Alergias do Centre Hospitalier Universitaire Vaudois (CHUV), na Suíça, foi um dos quatro beneficiários da iniciativa Partnering for Cure no ano passado.
"Esta concessão proporcionou-me a oportunidade de prosseguir a minha paixão e fazer um impacto na comunidade virologia", disse Perreau. "É uma honra fazer parte desta iniciativa emocionante, e estou ansioso por trabalhar com os meus colegas de investigação para encontrar uma cura".

 

"A Bristol -Myers Squibb tem uma visão de longa termo de continuar a transformar o tratamento das doenças virais e a dar resposta às graves necessidades médicas não satisfeitas dos doentes", disse George Hanna, MD, vice-presidente de Desenvolvimento em VIH da Bristol- Myers Squibb. "Estamos ansiosos pelos projectos deste ano e para apoiar a próxima geração de investigadores e cientistas que se dedicam a melhorar os tratamentos e a atingir verdadeiros avanços na assistência ao paciente", concluiu.

 

Os projectos que receberão o apoio da Bristol-Myers Squibb serão anunciados no Dia Mundial da Sida, que se assinala a 1 Dezembro de 2014.

 

Fonte: comunicado de imprensa
 

Bluepharma recebe visita do Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros

10/04/2014 - 08:18


A farmacêutica Bluepharma recebe, no dia 11 de Abril, sexta-feira, pelas 13:00, a visita do Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Luís Campos Ferreira, em sinal de reconhecimento do Governo Português pelo ímpeto exportador da empresa e do seu contributo para o aumento das exportações nacionais, avança comunicado de imprensa.


Em 2013, a taxa de exportação da Bluepharma atingiu o seu máximo histórico, traduzindo-se em 84 por cento da facturação. Através do conhecimento gerado nos seus laboratórios de I&D e medicamentos produzidos na sua unidade industrial, a Bluepharma tem conquistado e fidelizado clientes em mais de 40 países. Recentemente, reforçou a aposta nos mercados de língua portuguesa com o lançamento das participadas Bluepharma Angola e Bluepharma Moçambique.

 

Paulo Barradas, Presidente Executivo da Bluepharma, afirma que “é com muita satisfação que vemos mais uma vez reconhecido o cariz exportador da Bluepharma, o qual tem sido possível graças à aposta clara que fizemos e continuamos a fazer na inovação e na qualidade. Orgulhamo-nos de sermos hoje uma empresa capaz de competir no mercado internacional com soluções inovadoras na área da saúde, gerando valor económico e social para a nossa região e para o nosso país” conclui.

 

Actualmente, a Bluepharma é responsável pela produção de medicamentos próprios, investigação e desenvolvimento e comercialização de medicamentos genéricos. Com mais de 60 medicamentos no mercado, dispõe de um laboratório próprio de I&D e é a primeira empresa do sector da indústria farmacêutica em Portugal com certificação integrada.

 

Sobre a Bluepharma

 

A Bluepharma S.A. iniciou actividade em Fevereiro de 2001 e tem sede em Coimbra. É uma empresa do sector da Indústria Farmacêutica de capital exclusivamente nacional, cuja Administração é constituída por um grupo de profissionais ligados à área da saúde. Actualmente o grupo Bluepharma inclui já a participação em 10 empresas, nomeadamente start-ups inovadoras.

 

A actividade da Bluepharma engloba toda a cadeia de valor do medicamento, desenvolvendo-se em três áreas distintas: Investigação, desenvolvimento e registo de medicamentos; produção de medicamentos próprios e para terceiros; comercialização de medicamentos genéricos. É uma empresa de cariz fortemente exportador, com mais de 84% das vendas para o mercado internacional (mais de 40 países).

 

Fonte: comunicado de imprensa
 

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