DGS emite aviso a viajantes para o campeonato do mundo de futebol no Brasil

22/05/2014 - 07:38

A Direcção-geral da Saúde avisou os portugueses que pretendam viajar para o Brasil para assistir ao campeonato do mundo de futebol que devem estar vacinados contra o sarampo e proteger-se de doenças transmitidas por picadas de insectos, avança a agência Lusa, citada pelo SAPO Saúde.


Num comunicado divulgado na sua página da Internet, a autoridade de saúde recomenda que a viagem ao Brasil seja antecedida, o mais cedo possível, de uma consulta do viajante ou com o médico assistente.

 

Em relação ao sarampo, a Direcção-geral da Saúde (DGS) recorda que “nos eventos onde se encontram pessoas de vários países existe um risco elevado de exposição individual a doenças transmissíveis”.

 

Para a protecção contra doenças transmitidas por picadas de insectos, a DGS recomenda o uso de repelentes e o uso de roupas que cubram a maior área corporal possível, com roupas largas e de cores claras.

 

“Deve ter especial atenção à prevenção de dengue, à profilaxia da malária e à vacinação contra a febre amarela”, indica o comunicado.

 

É ainda aconselhado que se evite o contacto com animais, porque podem transmitir raiva, sobretudo cães, gatos, macacos, raposas e morcegos.

 

Outros cuidados a ter incluem o consumo de água apenas engarrafada e selada.

 

“Não tome banhos em rios, lagoas, albufeiras ou outras colecções de água doce. Proteja-se da exposição solar através do uso de protector solar”, lê-se ainda no comunicado da DGS.

 

No regresso a Portugal, a autoridade lembra que no caso de ocorrer febre, sintomas respiratórios, mal-estar geral ou diarreia persistente, deve ser consultado um médico referindo a viagem ao Brasil.

 

 

Fonte: Lusa/SAPO Saúde
http://saude.sapo.pt/noticias/saude-em-familia/mundial2014-dgs-emite-avi...

Concerto solidário para construção de Centro Pediátrico de Ambulatório no Santa Maria

19/05/2014 - 08:28

 

A Associação para as Crianças de Santa Maria (ACSM) está a organizar um concerto solidário na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa no dia 19 de Junho às 21:00.


Entre os artistas em cartaz nesta iniciativa solidária encontram-se Deolinda, David Fonseca, Kátia Guerreiro, Anjos, entre outros.

 

O objectivo deste concerto é angariar fundos para a construção de um Centro Pediátrico de Ambulatório no Hospital de Santa Maria.

 

Os bilhetes são 15 euros (1ª plateia) e 10 euros (2ª plateia) e vão estar à venda nas lojas FNAC a partir da próxima semana.

 

A ACSM é uma associação de solidariedade social, sem fins lucrativos, cuja missão é "proporcionar maior bem estar às crianças e suas famílias que procuram o Hospital de Santa Maria". Actualmente, a Associação está empenhada em construir o Centro Ambulatório Pediátrico Maria Raposa, "um espaço digno e moderno onde sejam realizadas anualmente as mais de 70.000 Consultas de Pediatria e os cerca de 7000 episódios de Hospital de Dia".

 

 

 

Fonte: comunicado de imprensa 

Deolinda e David Fonseca em concerto solidário na Aula Magna em Junho

16/05/2014 - 08:00

A Associação para as Crianças de Santa Maria (ACSM) está a organizar um concerto solidário na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa no dia 19 de Junho às 21:00.


Entre os artistas em cartaz nesta iniciativa solidária encontram-se Deolinda, David Fonseca, Kátia Guerreiro, Anjos, entre outros.

 

O objectivo deste concerto é angariar fundos para a construção de um Centro Pediátrico de Ambulatório no Hospital de Santa Maria.

 

Os bilhetes são 15 euros (1ª plateia) e 10 euros (2ª plateia) e vão estar à venda nas lojas FNAC a partir da próxima semana.

 

A ACSM é uma associação de solidariedade social, sem fins lucrativos, cuja missão é "proporcionar maior bem estar às crianças e suas famílias que procuram o Hospital de Santa Maria". Actualmente, a Associação está empenhada em construir o Centro Ambulatório Pediátrico Maria Raposa, "um espaço digno e moderno onde sejam realizadas anualmente as mais de 70.000 Consultas de Pediatria e os cerca de 7000 episódios de Hospital de Dia".

 

 

 

Fonte: comunicado de imprensa 

Portugueses desconhecem as lesões que precedem o cancro de pele

14/05/2014 - 09:05

Apenas 14% da população geral afirma reconhecer o que são queratoses actinicas, uma lesão precursora do carcinoma espinocelular, um dos cancros da pele mais frequentes induzidos pela exposição solar exagerada, de acordo com dados da Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC).

 

A grande maioria da população - 86% - não conhece as características das lesões que, muitas vezes, precedem o aparecimento de alguns tipos de cancros de pele, revelam os resultados de um inquérito levado a cabo pela Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC) junto do grande público e dos profissionais de saúde. Estes últimos mostram-se naturalmente mais informados sobre as chamadas queratoses actínicas, com um total de 95% nos médicos, 74% nos farmacêuticos e 72% nos enfermeiros.

 

Para além disso, o mesmo trabalho indica que 50% nunca coloca protecção solar quando se expõe ao sol no seu quotidiano. E mesmo quando tomam banhos de sol, apenas cerca de 60% usam produtos adequados de protecção contra os raios nocivos.

 

O inquérito dedicou-se também às práticas de auto-exame e o números revelam que 67% da população em geral adopta esta prática, contra 79% dos profissionais de saúde.

 

No entanto, apenas 42% da população geral e 41% dos educadores o fazem de dois em dois meses, o intervalo tido por ideal para manter a pele bem vigiada.

 

Necessidade de aumentar informação e prevenção

 

Estes dados reforçam a necessidade de uma maior informação sobretudo pela população geral, mas também pelos profissionais de educação e de alguns profissionais de saúde, pois estes conhecimentos são essenciais para um adequado e eficaz auto-exame que se revela essencial para o diagnóstico e tratamento dos vários tipos de cancros da pele e assim poder diminuir a morbilidade e mortalidade por cancros da pele.

 

Até porque a incidência dos vários tipos de cancros de pele tem vindo a aumentar em todo o mundo, não sendo Portugal uma excepção.

 

Estima-se que só este ano, serão diagnosticados mais de 11 mil novos casos e destes cerca de mil serão melanomas, a forma mais agressiva da doença.

 

Hábitos como a exposição às horas mais perigosas, o não-uso de protectores e sobretudo de roupa e chapéu adequados – com destaque para as pessoas que se expõe ao sol pela sua ocupação profissional ou prática desportiva ao ar livre em horários de risco, ou seja das 11 às 17 horas – a utilização de solários ou as férias em que o abuso do sol é súbito e intenso, por exemplo nos destinos tropicais ou em dias ou locais em que os índices ultravioleta são elevados, são potenciadores de problemas.

 

Há também pessoas especialmente em risco de desenvolver este tipo de doenças, em especial as de pele clara ou propensa a queimaduras, adultos que sofreram queimaduras solares na infância, adolescência ou adultos jovens, as que estão ou costumavam passar demasiados tempo expostas ao sol, as que têm mais de 50 sinais (ou nevos) na pele, as com antecedentes familiares de cancro da pele e os transplantados de órgãos.

 

1800 rastreios

 

A 14 de Maio, assinala-se o Dia dos Cancros de Pele e Dia do Euromelanoma organizado, em Portugal, pela APCC com o patrocínio da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia e a Direcção-Geral da Saúde.

 

Nessa jornada, mais de 40 serviços de dermatologia dispersos por todo o país efectuarão mais de 1800 rastreios gratuitos. Trata-se de uma boa oportunidade para assegurar a saúde da pele e saber mais sobre a forma de a proteger. Para saber se é uma pessoa de risco acrescido e quais os serviços onde poderá fazer o rastreio só tem de consultar os sites: www.apcancrocutaneo.pt ewww.euromelanoma.org/portugal.

 

 

Artigo da autoria de Osvaldo Correia, Médico Dermatologista, Professor Universitário e Secretário-Geral da APCC

 

 

Fonte: SAPO Saúde
http://saude.sapo.pt/noticias/saude-medicina/portugueses-desconhecem-as-...

Médicos e educadores têm fraco conhecimento sobre cancro da pele

07/05/2014 - 08:46


Os profissionais de saúde e de educação estão pouco informados sobre o cancro da pele e sentem necessidade de mais conhecimentos, revelou à agência Lusa um responsável da associação de cancro cutâneo, defendendo o diagnóstico precoce nos centros de saúde, avança o SAPO Saúde.

 

Este é um dos aspectos que a Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC) vai destacar esta quarta-feira, durante a apresentação do programa do “Dia do Euromelanoma”, que este ano se assinala a 14 de Maio.

 

Segundo Osvaldo Correia, secretário-geral da APCC, os profissionais de educação e de saúde têm um “nível de conhecimentos básicos” e “sentem necessidade de ter maior conhecimento da realidade dos vários cancros de pele”.

 

Esta conclusão resulta de um estudo efectuado em 2013 sobre “Comportamento ao sol e nível de conhecimento sobre cancros da pele dos profissionais de educação e saúde”, que será apresentado esta quarta-feira.

 

“Nem sempre os professores colocam na prática individual” os conhecimentos sobre os cuidados a ter com o sol, assim como alguns profissionais de saúde não estão devidamente habilitados para fazer um diagnóstico precoce aos seus doentes.

 

Concretamente, em causa estão professores, educadores, enfermeiros e médicos de medicina geral e familiar, especificou Osvaldo Correia.

 

“Os médicos de medicina geral de familiar não sabem como tratar e orientar. Queremos este diagnóstico precoce no Centro de Saúde, mas também na casa de cada um: Como reconhecer o cancro da pele, identificar o risco do sinal diferente, da ferida que não cicatriza”.

 

A APCC já organiza cursos nesta área, para profissionais, um das quais decorre de 16 a 17 Maio, é gratuito e tem inscrições abertas no seu “site”.

 

Mas, ainda assim, o responsável considera que é preciso fazer mais, como o dermatologista dirigir-se ao centro de saúde, ao encontro do médico de medicina geral e familiar, e dar-lhe formação para que saiba fazer o diagnóstico e o tratamento precoce.

 

“O melanoma em fase avançada mata, em fase moderadamente avançada, é hoje possível tratar, mas mais importante é prevenir, por comportamentos e diagnóstico precoce”, alerta, sublinhando que, “em termos de custo, o diagnóstico precoce é mais barato do que tratamento de cancro da pele em fase avançada”.

 

Outros estudos a ser apresentados dizem respeito ao comportamento do público em geral e dos atletas de corrida face à exposição solar.

 

O número de pessoas que faz desportos ao ar livre, designadamente maratonas, está a aumentar, o que “é muito salutar”, mas exige cuidados especiais de protecção, porque há uma “elevada taxa de queimaduras solares” durante a execução de uma corrida.

 

Os mesmos cuidados devem ter os trabalhadores ao ar livre, como agricultores ou pescadores, por exemplo, que “têm maior incidência de carcinoma por acumulação ao longo da vida de excesso de sol”.

 

Relativamente ao grande público, os inquéritos feitos à entrada de praias revelam uma “melhoria comportamental evidente em alguns estratos etários”, nomeadamente o respeito pelas horas em que não devem estar na praia, mas continuam a não usar chapéu, que “é a medida mais eficaz para protecção do couro cabeludo, rosto e orelhas”.

 

“O chapéu tem que que entrar na moda. É um meio barato e o mais eficaz”, salienta o dermatologista, apontando ainda a importância de o guarda-sol ser grande e feito de tecido não poroso, bem como as peças de vestuário.

 

Os jovens adolescentes continuam a ir a horas incorrectas para a praia e a ignorar que o sol das esplanadas é igual ao sol das praias, acrescentou.

 

Durante o encontro desta quarta-feira, a APCC irá ainda divulgar dados sobre os níveis de ultravioleta em Portugal e indicar os 30 serviços de dermatologia que, no dia 14 de Maio, vão realizar o rastreio de cancro da pele.

 

 

Fonte: Lusa/SAPO Saúde
http://saude.sapo.pt/noticias/saude-medicina/medicos-e-educadores-tem-fr...

OMS decreta emergência de saúde mundial devido a poliomielite

05/05/2014 - 14:14

Depois de detectar casos em mais de uma dezena de países

A Organização Mundial de Saúde (OMS) decretou esta segunda-feira uma emergência sanitária mundial devido ao aumento dos contágios de poliomielite nos últimos seis meses, depois de detectar casos em mais de uma dezena de países, avança a agência Lusa, citada pelo semanário SOL.


A decisão foi tomada após várias reuniões no seio do Comité de Emergência da OMS, formado por especialistas na matéria, que recomendaram a declaração do estado de emergência porque estes contágios podem representar uma ameaça para o resto do mundo, afirmou Bruce Aylward, director geral adjunto da OMS.

 

Fonte: Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Internacional/Interior.aspx?content_id=104886
 

No ano passado, morreram mais 24 mil pessoas do que as que nasceram

30/04/2014 - 08:23


Em 2013 nasceram pouco mais de 83 mil crianças em Portugal - o número mais baixo desde que há registo na histórria demográfica do país - e morreram quase 107 mil pessoas, o que faz com que o número de óbitos tenha ultrapassado o de nascimentos em 23.741, de acordo com os números do Instituto Nacional de Estatística (INE), avança o SAPO Saúde.


Os dados publicados no Boletim Mensal de Estatística de Fevereiro mostram que Portugal tem vindo, desde 2007, a reforçar a tendência de saldos naturais negativos, uma situação que acontece sempre que a mortalidade ultrapassa a natalidade.

 

Cancro entre as principais causas de morte

 

Quanto às principais causas de morte, o INE refere que quase 34 mil óbitos são atribuídos às chamadas doenças do aparelho circulatório. Houve ainda quase 50 mil pessoas a morreram por tumores benignos e malignos, com uma distribuição semelhante entre ambos. Dentro dos tumores malignos destacam-se os da laringe, traqueia, brônquios e pulmões, que mataram mais de 4000 pessoas, seguidos pelos tumores do cólon (com 2650 pessoas) e os tumores do estômago (com 2323 pessoas).

 

Desde o início do século XX que as estatísticas de nascimento ultrapassavam as de óbitos, apenas com excepção para o ano de 1918, em que a gripe pneumónica matou milhares de

 

pessoas. O ano de viragem aconteceu em 2007, ano em que morreram em Portugal 103.512 pessoas, enquanto o número de nascimentos não foi além dos 102.492.

 

Em 2008 a tendência foi revertida, com 104.594 nascimentos e 102.492 óbitos. Porém, no ano seguinte, o saldo natural voltou a ser negativo, mantendo-se desde essa altura.

 

Em 2010 os nascimentos ultrapassaram de novo os 100 mil, depois de em 2009 estarem na cifra dos 99 mil, mas mesmo assim o valor não foi suficiente para superar os quase 106 mil óbitos. Em 2011 o saldo foi negativo em quase 6000 pessoas, com o número de bebés a ficar-se pelos 96.856, contra 102.848 óbitos. Em 2012 houve um novo recorde com um saldo negativo de quase 18 mil pessoas, com 89.841 nascimentos e 107.612 mortes.

 

Fonte: SAPO Saúde
http://saude.sapo.pt/noticias/saude-medicina/morreram-quase-mais-24-mil-...

OMS rejeita argumentos e campanha contra vacinação

24/04/2014 - 09:20


A Organização Mundial da Saúde rejeitou esta quarta-feira as acusações dos detractores das vacinas, que afirmam não servirem para nada e serem arriscadas e consideram que o corpo se defende melhor se não estiver vacinado, avança a agência Lusa, citada pelo SAPO Saúde.


"O impacto das vacinas na vida das pessoas é certamente uma das melhores coisas que já se viram", declarou o responsável da divisão de vacinas da OMS, Jean-Marie Okwo-Bele.

 

A oposição às campanhas de vacinação de crianças contra doenças contagiosas, como a rubéola ou a tosse convulsa, aumentou nos últimos anos, nomeadamente nos EUA e no Reino Unido.

 

Os opositores contestam a necessidade de vacinação e alguns afirmam haver uma ligação entre o autismo e a vacina contra a rubéola, associação rejeitada pela maioria do mundo científico.

 

"Tentamos determinantemente conter, reverter esta tendência", declarou Okwo-Bele à imprensa em Genebra. "Temos uma grande proporção de pessoas que acreditam nas vacinas, eles devem ajudar-nos a transmitir a nossa mensagem", acrescentou.

 

A OMS acredita que para esta tendência contribui o total ou quase completo desaparecimento de muitas doenças graves nos países ricos, que leva a alguma complacência por parte da população.

 

"O importante na complacência é que o número de pessoas susceptíveis que resistem ou rejeitam os factos vai aumentar, e as doenças vão voltar, como se pode ver nos EUA com o sarampo e a tosse convulsa", disse a especialista da OMS em imunização Tracey Goodman.

 

Segundo Okwo-Bele, não é por uma doença ter quase desaparecido que se deve parar a vacinação.

 

"No caso da poliomielite, não é por não haver casos há 10 ou 15 anos que deixou de haver riscos”, afirmou.

 

As declarações surgiram na véspera do arranque da Semana Mundial da Vacinação, que a OMS organiza entre 24 e 30 de Abril.

 

Já esta terça-feira a organização alertara, em comunicado, que mais de 22 milhões de crianças em todo o mundo, cerca de uma em cada cinco, estão actualmente por vacinar contra doenças básicas.

 

Sob o lema “Imunização para um Futuro Saudável. Saber, Verificar, Proteger”, a semana da OMS visa apelar às pessoas que saibam mais sobre quais as vacinas necessárias, verifiquem se a imunização das suas famílias está actualizada e procurem os serviços de vacinação para proteger todos os familiares.

 

Fonte: Lusa/SAPO Saúde
http://saude.sapo.pt/noticias/saude-em-familia/oms-rejeita-argumentos-e-...
 

DGS alerta para importância das vacinas

22/04/2014 - 08:23


A Direcção-geral da Saúde (DGS) informou esta segunda-feira que se associa, pelo quinto ano consecutivo, à Semana Europeia da Vacinação, que decorre de 22 a 26 do corrente mês, avança a agência Lusa, citada pelo Diário de Notícias.


Promovida anualmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a iniciativa visa divulgar a importância e os benefícios da vacinação e centra-se na edição em curso na promoção da vacinação ao longo do ciclo de vida.

 

No comunicado da DGS, é divulgada o alerta da OMS para todas as pessoas, que não apenas as crianças, terem as vacinas em dia.

 

Salienta-se também que a iniciativa pretende relembrar a meta da eliminação do sarampo e da rubéola em 2015, bem como a manutenção das metas atingidas no passado, como a eliminação da poliomielite na Europa.

 

A propósito dos efeitos da vacinação em Portugal, destaca-se no texto que "Portugal tem vários motivos para festejar a semana europeia da vacinação", uma vez que "o Programa Nacional de Vacinação, que existe desde 1965, tem tido excelente desempenho, atingindo vários sucessos ao longo dos anos".

 

Entre estes sucessos, são mencionados a eliminação da varíola nos anos 50-60, declarada erradicada pela OMS em 1980, a eliminação da poliomielite nos anos 90, a eliminação do tétano neonatal nos anos 90, a eliminação da difteria nos anos 90, a eliminação do sarampo e da rubéola na primeira década do século XXI, a quase eliminação de meningites e outras doenças graves por Haemophilus influenzae b e por meningococo C na primeira década do século XXI e a quase eliminação do tétano do adulto.

 

Realça-se ainda que as coberturas vacinais contra infecções que provocam cancro a longo prazo são "excelentes".

 

No seu comunicado, a DGS relembra as vacinas recomendadas aos adultos no âmbito do Programa Nacional de Vacinação (PNV), que é universal e gratuito para todas as pessoas presentes em Portugal.

 

Assim, a DGS menciona cinco casos concretos, o primeiro dos quais o de os reforços da vacina contra o tétano e a difteria deverem ser feitos de dez em dez anos, durante toda a vida, não esquecendo as mulheres grávidas ou que pretendam engravidar.

 

Segue-se a vacina contra o sarampo, que deve ser administrada a todos os adultos que nunca tiveram sarampo nem foram vacinados em criança, especialmente os profissionais de saúde.
Em terceiro lugar, a DGS salienta que a vacina contra a rubéola deve ser administrada a todas as mulheres que nunca tiveram rubéola nem foram vacinadas em criança e que pretendam engravidar e a todos os profissionais de saúde.

 

A quarta menção é relativa à vacina contra a poliomielite, que deve ser administrada a profissionais de saúde, e a quinta e última destina-se às pessoas que planeiam viajar, que devem estar protegidas (com o esquema vacinal em dia) contra o sarampo, a poliomielite, o tétano e a difteria.

 

Fonte: Lusa/Diário de Notícias
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3823370&page=-1

Simposium Digital Healthcare e ADoP lançam “Jogo Limpo”

14/04/2014 - 08:28


A Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP) e a Simposium Digital Healthcare – acabam de lançar um novo e inovador motor de pesquisa destinado a praticantes desportivos e profissionais de saúde: Jogo Limpo – Medicamentos e Desporto, avança comunicado de imprensa.


Trata-se de um motor de busca que permite aos desportistas, assim como ao seu pessoal de apoio e ao público em geral consultar e pesquisar medicamentos e substâncias activas, comercializadas em Portugal, passíveis de originar resultados positivos no controlo de dopagem, por constarem da Lista de Substância e Métodos Proibidos da Agência Mundial Antidopagem. Esta ferramenta é dirigida também a todos os profissionais de saúde que necessitem de recomendar ou prescrever um determinado medicamento, tendo presente que muitos medicamentos contêm substâncias que são proibidas no desporto.

 

“Este portal surge na sequência de uma parceria de longa data entre as duas instituições que tem viabilizado a publicação anual do Guia Prático sobre a Luta contra a Dopagem, desde há vários anos”, explica Paulo Romeiro, responsável pela Simposium Digital Healthcare.

 

A transição para as plataformas digitais surge como necessidade de comunicar de forma mais directa com todos os praticantes desportivos, assim como os profissionais de saúde que prescrevem, aconselham e dispensam medicamentos diariamente. Além disso, permite manter a informação sempre actualizada.

 

Para aceder ao portal Jogo Limpo: http://jogolimpo.simposium.pt/

 

Sobre a Simposium Terapêutico

 

Há mais de 50 anos no mercado, a Simposium Terapêutico é uma marca de referência na área da saúde, que investe constantemente a sua experiência, qualidade de conteúdos e capacidade de inovação na realização de novos projectos. A Simposium Terapêutico aposta cada vez mais nas plataformas digitais para fazer chegar informação rigorosa, credível e científica da indústria farmacêutica aos targets estratégicos de cada companhia.
www.simposium.pt

 

Sobre a Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP)

 

É a organização nacional antidopagem com funções no controlo e na luta contra a dopagem no desporto, nomeadamente enquanto entidade responsável pela adopção de regras com vista a desencadear, implementar ou aplicar qualquer fase do procedimento de controlo de dopagem. A ADoP exerce as suas competências no território nacional e, sempre que solicitada pela AMA ou federações internacionais, no estrangeiro. A ADoP colabora com os organismos nacionais e internacionais com responsabilidade na luta contra a dopagem no desporto.
www.ADoP.pt/

 

Fonte: comunicado de imprensa
 

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