Uma em cada quatro mortes na União Europeia deve-se a cancros

26/11/2014 - 08:44


Mais de uma em cada quatro pessoas (26,3%) morre de cancro na União Europeia (UE), sendo o do pulmão o que causa mais óbitos (20,8%) na média dos 28 Estados-membros e menos em Portugal, divulgou esta terça-feira o Eurostat, avança a agência Lusa, citada pelo SOL.


Segundo o gabinete oficial de estatísticas da UE, com dados de 2011, o cancro matou 1.281 pessoas e, ainda que o número total de óbitos tenha diminuído 0,5% de 2002 para 2011, as mortes por cancro aumentaram 6,3% no mesmo período.

 

O cancro no pulmão matou mais de 266 mil pessoas na UE em 2011 (20,8% dos óbitos por cancro), seguindo-se o colo-rectal (152 mil ou 11,9%), cancro da mama (93 mil ou 7,2%), o do pâncreas (78 mil ou 6,1%) e o da próstata (73 mil ou 10,2% dos cancros que matam homens).

 

Em Portugal, uma em cada quatro mortes deveu-se, em 2011, a cancro (24.8%), mas - ao contrário da média europeia - o cancro do pulmão é o que regista menos mortes (14,5%) no conjunto dos 28 Estados-membros.

 

Já no que respeita ao cancro colo-rectal, Portugal apresenta a terceira maior taxa de morte (15,%) entre os 28, ultrapassado apenas pela Hungria (15,5%) e pela Eslováquia (15,3%).

 

 

Fonte: Lusa/SOL
http://www.sol.pt/noticia/119135

Portugal é caso internacional de sucesso no combate à fibrilhação auricular

25/11/2014 - 09:20


A Associação Bate, Bate Coração vai ser reconhecida como caso internacional de sucesso, numa conferência europeia que distingue boas práticas no combate à fibrilhação auricular, no dia 27 de Novembro, no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, França.

 

“Esta distinção é o reconhecimento do nosso trabalho em Portugal em prol de uma maior divulgação sobre as perturbações do ritmo cardíaco, junto dos doentes e profissionais de saúde. Sabemos que estamos no caminho certo para o desenvolvimento de estratégias imediatas que permitam reduzir o número de AVCs associados à fibrilhação auricular, e consequentemente melhorar a qualidade de vida dos portugueses”, refere Carlos Morais, cardiologista e presidente da Associação Bate, Bate Coração.

 

E acrescenta: “Temos uma equipa de profissionais de saúde que trabalha diariamente no sentido de contribuir para uma sociedade instruída e sensibilizada para os problemas cardiovasculares, motivada para ajudar a prevenir os principais factores de risco destas doenças”, conclui o cardiologista.

 

Em Portugal, as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte, registando um número superior às mortes provocadas por cancro do pulmão, cancro da mama, cancro do estômago ou pela SIDA.

 

A fibrilhação auricular afecta 200 mil portugueses, 6 milhões de pessoas na Europa, 8 milhões na China e 2,6 milhões nos Estados Unidos da América. Apesar destes dados assustadores continua a existir um enorme desconhecimento da população em relação às perturbações do ritmo cardíaco.

 

A Associação Bate, Bate Coração, uma instituição de âmbito nacional, sem fins lucrativos, criada em 2010, tem como principais objectivos manter os doentes informados e dinamizar campanhas com o intuito de alertar, despertar e sensibilizar a sociedade para as perturbações do ritmo cardíaco, nomeadamente a fibrilhação auricular.

 

Para mais informações consulte o site: www.batebatecoracao.pt ou a página de facebook: https://www.facebook.com/paginabatebatecoracao.

 


Fonte: comunicado de imprensa

OMS elogia forma “eficaz” como Portugal geriu surto de Legionella

20/11/2014 - 09:05


A directora regional para a Europa da Organização Mundial de Saúde (OMS) enviou uma carta ao ministro da Saúde em que elogia a forma “atempada e eficaz” como Portugal lidou com o surto de Legionella identificado no dia 7 de Novembro no concelho de Vila Franca de Xira, avança o jornal Público.


Na carta dirigida a Paulo Macedo, a que o Público teve acesso e que tem data de 13 de Novembro, Zsuzsanna Jakab lamenta a situação, mas reforça que as autoridades de saúde do país estão a “lidar a situação de forma atempada e eficaz”.

 

A responsável da OMS escreve, ainda, que foi disponibilizado a Portugal o apoio de um grupo de peritos com experiência nesta bactéria “prontos a viajar imediatamente” para as zonas afectadas.

 

“Mas devido à vossa gestão eficaz da situação e também devido à nossa forte comunicação” com as autoridades de saúde e ambiente à frente do caso “este apoio foi entendido como não sendo necessário”, diz Zsuzsanna Jakab, que reitera a disponibilidade da OMS para apoios futuros apesar da “resposta pertinente” dada pela task-force criada.

 

A missiva foi enviada dois dias depois de a OMS ter classificado o surto de Vila Franca de Xira como uma “grande emergência de saúde pública” e de ter descrito a epidemia como “incomum e inesperada”. Na altura, o porta-voz da OMS, Christian Lindmeier, a partir de Genebra, reforçou que o surto português estava a seguir o padrão conhecido nesta infecção em termos de doentes afectados, já que atingiu sobretudo homens entre os 50 e os 60 anos.

 

Os dados desta terça-feira relacionados com o surto apontam para que no Hospital de Vila Franca de Xira já não tenham sido atendidos neste dia novos casos de doença do legionário. Já o último balanço da Direcção-Geral da Saúde, feito na segunda-feira, aponta para que o surto já some 331 casos, mas o número de novos doentes está a abrandar e as autoridades garantem que o caso está “controlado”. Desde sexta-feira foram reportados apenas mais 15 casos, ao mesmo tempo que 87 doentes já tiveram alta, indicava o comunicado conjunto da Direcção-Geral da Saúde, do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (Insa) e da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo. O número de óbitos confirmados mantém-se em oito.

 

A nota explicava que o Insa continua a desenvolver as análises às amostras ambientais e dos doentes e que “apontam para uma forte associação em relação aos dados provisórios que tinham sido previamente anunciados, nomeadamente no que respeita às amostras de água colhidas em torres de arrefecimento e ao agente bacteriano presente nas secreções brônquicas de doentes”.

 

 

Fonte: Romana Borja-Santos/Público
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/oms-elogia-forma-eficaz-como-por...
 

DPOC afecta 14 % da população portuguesa

19/11/2014 - 09:02


No dia 19 de Novembro, efeméride dedicada ao Dia Mundial da DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica), é salientada a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento desta doença, que afecta 14% dos portugueses e é responsável pela morte de 3.000 doentes por ano.


A DPOC é uma doença crónica não transmissível caracterizada pela obstrução progressiva das vias respiratórias causando sintomas crónicos como falta de ar, tosse, expectoração e cansaço ao realizar as tarefas básicas. Causada predominantemente devido a hábitos tabágicos, esta patologia é desenvolvida através da inalação de agentes nocivos – tabaco, poeiras, vapores e fumos.
A detecção e confirmação desta doença são feitas através de um exame – a espirometria – onde o doente sopra para um aparelho que mede o volume de ar inspirado e expirado durante um certo período de tempo.

 

Apesar de ser facilmente diagnosticada e tratada, a DPOC não tem cura, sendo essencial um acompanhamento médico frequente e uma adaptação do próprio estilo de vida. Uma alimentação equilibrada, a ingestão de muita água, a prática de exercício físico e a adesão e continuidade do tratamento são o ponto de partida para uma melhoria na qualidade de vida, de forma a controlar os efeitos da doença.

 

A oxigenoterapia é uma das opções terapêuticas que garante uma melhoria na qualidade e na esperança de vida dos pacientes. O oxigénio medicinal fornecido pelos equipamentos aumenta o nível de oxigénio presente no sangue e consequentemente corrige e atenua os efeitos da doença, como a dificuldade em respirar e a limitação nas tarefas quotidianas.

 

A instalação do equipamento, as visitas domiciliárias regulares e a disponibilidade de esclarecimento de dúvidas são funções assumidas pelos fornecedores deste serviço, cujo adesão e continuidade é essencial para uma melhoria gradual do paciente.

 

A OMS (Organização Mundial de Saúde) prevê que, em 2020, a DPOC seja a terceira causa de morte nos países, sendo que actualmente as doenças respiratórias ocupam o segundo lugar nas causas de mortalidade.

 

 

Fonte: comunicado de imprensa
 

Sarampo está mais letal

18/11/2014 - 08:44


A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou que o sarampo está mais letal, tendo provocado 145.700 óbitos em 2013, comparativamente aos 122.000 registados em 2012, avança a agência Lusa, citada pela SIC Notícias.


Em comunicado publicado na sua página na Internet, a OMS refere que do total de óbitos registados em 2013, a Índia, Nigéria, Paquistão, Etiópia, Indonésia e República Democrática do Congo foram os mais atingidos, cumulativamente com 70%.

 

Os valores constam do registo epidemiológico semanal, publicado conjuntamente pela OMS e pelo Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC), dos EUA, com as duas instituições a referirem que as mortes por sarampo representam uma queda de 75% na mortalidade desde 2000, abaixo da meta de redução intermédia definida de 95% até 2015.

 

A doença, altamente contagiosa, é transmitida por secreções respiratórias como espirros e tosse.

 

Em 2013, lê-se no balanço conjunto, 205 milhões de crianças foram imunizadas contra o sarampo através de campanhas de grande escala em 34 países, incluindo Camboja, Cabo Verde, Gana, Jordânia, Senegal e Sudão.

 

"No entanto, enquanto a cobertura estimada com a primeira dose da vacina contra o sarampo aumentou globalmente para 83%, em 2009, no ano passado, tendência manteve-se estática na ordem dos 83 a 84%", assinala a nota da agência das Nações Unidas.

 

De acordo com a OMS e o CDC, mais de 60% dos cerca de 21,5 milhões de crianças que não foram vacinadas contra o sarampo aos nove meses de idade no ano passado são provenientes de seis países: Índia, com 6,4 milhões, Nigéria (2,7 milhões), Paquistão (1,7 milhões), Etiópia (1,1 milhões), Indonésia e República Democrática do Congo, ambos com 0,7 milhões de casos.

 

Comentando a situação, o responsável pelo Departamento de Imunização, Vacinas e Produtos Biológicos da OMS, Peter Strebel, considerou que "os países precisam urgentemente de dar prioridade à manutenção e melhoria da cobertura da vacinação".

 

"A incapacidade para inverter esta tendência alarmante poderia comprometer a dinâmica gerada por uma década de conquistas na redução da mortalidade por sarampo", assinalou.

 

Durante a Assembleia Mundial da Saúde realizada em 2012, os Estados membros da ONU definiram um Plano de Acção Global de Vacinas visando eliminar a epidemia que atinge vários países do globo terrestre.

 

Apesar de ser evitável por vacina, o sarampo ainda é uma importante causa de morte de crianças em todo o mundo, pelo que "são necessários maiores esforços para manter o nível atual de controlo visando continuar a reduzir o número de casos e de óbitos", consideram a OMS e o CDC.

 

Para a agência da ONU e o organismo do departamento de saúde norte-americano, o aumento de casos da doença em 2013 deveu-se em grande parte aos surtos registados na China, República Democrática do Congo e Nigéria, mas no mesmo ano a epidemia apareceu em outras partes do mundo.

 

O fraco sistema de saúde e a deslocação populacional, devido aos conflitos em alguns países, têm dificultado os esforços de vacinação contra o sarampo, consideram as duas organizações.
Por exemplo, "a região europeia viu ressurgir o surto em vários países, incluindo a Geórgia, Turquia e Ucrânia", por isso "um renovado compromisso político de alto nível é necessário para inverter esta tendência", defendem a agência da ONU e o CDC.

 

A propósito, o responsável pelo programa de imunização do sarampo e rubéola no Fundo da ONU para Infância (UNICEF), Robert Kezaala, afirmou que, apesar dos "ganhos impressionantes" que têm sido feitos no sentido de eliminar o sarampo nos últimos anos, a redução de financiamento coloca estes resultados em risco.

 

Mas, Segundo Robert Kezaala, as medidas adoptadas para vacinação evitaram a morte de 15,6 milhões de mortes entre 2000 e 2013.

 

 

Fonte: Lusa/SIC Notícias
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2014-11-14-Sarampo-esta-mais-letal-alert...

O “teste de paternidade” que resolveu o enigma da Legionella

17/11/2014 - 08:40


“Tudo começou com um alerta às 9h do dia 7 de Novembro”. É desta forma que o director-geral da Saúde começa por contar o itinerário do trabalho das autoridades de saúde e ambientais para reconstituírem o surto de Legionella no concelho de Vila Franca de Xira até chegarem ao foco de emissão das bactérias confirmado nesta sexta-feira. As análises laboratoriais realizadas no Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (Insa) conseguiram “estabelecer ligação entre as bactérias encontradas em torres de arrefecimento e amostras clínicas em doentes internados por pneumonia devido à doença dos legionários”, explicou Francisco George, avança o jornal Público.


Foi ainda no dia 7 de Novembro que a Direcção-Geral da Saúde (DGS) alertou várias entidades e criou uma task-force que às 21h entregou as primeiras amostras de água da rede pública e que se vieram a revelar uma pista no sentido errado. No entanto, não foi muito depois que conseguiram chegar ao suspeito que se veio a comprovar culpado. As autoridades de saúde recolheram amostras das torres de arrefecimento das principais empresas da zona a partir das 20h30 de sábado e as autoridades do ambiente completaram este trabalho na madrugada de segunda-feira – quando já todas as torres da zona estavam encerradas.

 

Desde essa altura que as amostras tanto ambientais como dos doentes têm estado em estufas. As primeiras colónias já se desenvolveram e deram respostas que não deixam margem para dúvidas.

 

As estirpes de Legionella pneumophila encontradas nas torres “apresentam uma estrutura molecular semelhante” às que infectaram os doentes, sintetizou o presidente do Insa, Fernando Almeida.

 

Do lado ambiental, foi encontrada a bactéria em 27 das 91 amostras e aguardam-se resultados das restantes. Em duas delas as bactérias conseguiram multiplicar-se, o que significa que em teoria também o conseguiriam no local de onde foram retiradas.

 

Nas análises às amostras de 164 doentes, em 57 já foi possível confirmar que se trata mesmo de Legionella pneumophila. “Há 12 amostras de 12 doentes que têm exactamente o mesmo perfil molecular da Legionella das torres”, adiantou Fernando Almeida, que explicou que o trabalho do instituto passou por confirmar numa primeira fase que as amostras de água e as amostras dos doentes tinham de facto ADN da bactéria e, depois, a estirpe concreta das mesmas. Francisco George chama-lhe um “teste de paternidade”.

 

A história do surto que está entre os três maiores de sempre no mundo conta-se também com a ajuda dos modelos matemáticos trabalhados pela equipa de Paulo Nogueira, que coordena a Direcção de Serviços de Informação e Análise da DGS, e que apontam para duas hipóteses: os sintomas do primeiro caso de doença do legionário com relação com este surto ou foi detectado a 14 de Outubro ou a 21 de Outubro. A forma como os casos foram surgindo, estando especialmente concentrados entre os dias 3 e 9 de Novembro, apontam para que 21 de Outubro seja mesmo a data certa.

 

Isso significa que entre o primeiro caso com sintomas e o alerta de 7 de Novembro passaram quase 20 dias, durante os quais a Direcção-Geral da Saúde conseguiu perceber, com estes trabalhos posteriores, que houve quase 200 pessoas já com sintomas. Os cenários traçados por Paulo Nogueira estimam que o número de óbitos ainda possa aumentar de sete para dez (com uma margem de erro que variará entre os nove e os onze mortos) e que a partir de 20 de Novembro deixem de aparecer novos casos.

 

Por agora, até sexta-feira, de acordo com o balanço da Direcção-Geral da Saúde, foram identificados em todo o país 316 casos de Legionella com ligação ao surto de Vila Franca de Xira. A idade média dos doentes é de 58 anos, tendo o mais novo 22 anos e o mais velho 92. Na maior parte dos casos (195) a infecção aconteceu em homens, sendo as faixas etárias mais comuns dos 35 aos 75 anos.

 

 

Fonte: Romana Borja-Santos/Público
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/o-teste-de-paternidade-que-resol...

Diabetes foi a quinta causa de morte em Portugal em 2013

14/11/2014 - 08:42


As doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas foram a quinta causa de morte em 2013, sendo que a diabetes representou cerca de 80% destes óbitos, revelam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgados esta quinta-feira, avança a agência Lusa, citada pelo Diário Digital.


Mais de cinco mil pessoas (5.773) morreram no ano passado em Portugal vítimas de doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas, representando 5,4% do total de mortes no país.

 

Três décadas antes, estas doenças representavam 1,6% do total de mortes, acrescenta o relatório.

 

Nesse mesmo ano, a diabetes mellitus esteve na origem de 4,3% das mortes, ou seja, cerca de 80% dos óbitos por doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas.

 

Em números concretos, morreram devido à diabetes 4.546 mil pessoas, 58% das quais eram mulheres (2.636 óbitos).

 

Ainda em 2013, perderam-se 4.683 anos potenciais de vida devido a esta doença, numa média de 7,9 anos de vida, tendo em conta os óbitos de pessoas com menos de 70 anos (595 pessoas).

 

Os anos potenciais de vida perdidos são um indicador da perda que as mortes prematuras representam para a sociedade, reflectindo o número de anos perdidos pelas pessoas que morrem antes dos 70 anos.

 

O Alentejo e a Região Autónoma dos Açores foram as regiões mais afectadas, com mais de 60 óbitos por 100 mil habitantes, com destaque para as mulheres (mais de 80 óbitos por 100 mil habitantes).

 

O número total de óbitos por diabetes mellitus mais do que duplicou entre 1983 (1.237 óbitos) e 2013 (4.546 óbitos), registando-se um crescimento médio anual de 4,4% nesse período.

 

O INE destaca que, em proporção, morre-se mais de diabetes mellitus em Portugal do que na União Europeia.

 

 

Fonte: Lusa/Diário Digital
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=744996

Legionella: 302 pessoas infetadas e número de mortos pode subir para nove

13/11/2014 - 08:24

O surto de legionella com origem no concelho de Vila Franca de Xira infectou, até esta quarta-feira 302 pessoas, 24 novos casos nas últimas 24 horas, e o número de mortos pode subir para nove, segundo dados oficiais, avança a agência Lusa, citada pelo Diário Digital.


Num comunicado com a situação actualizada até às 15:00 desta quarta-feira, a Direcção-Geral da Saúde (DGS) fala também em nove mortes, explicando que cinco deles morreram de facto devido à legionella e que os outros quatro permanecem em investigação.

 

A confirmarem-se os quatro casos sobe para nove o número de mortos. Ao início da tarde desta quarta-feira, fonte oficial tinha dito à Lusa que sete pessoas já tinham morrido devido ao surto de legionella, número confirmado posteriormente pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

 

De acordo com o balanço da DGS, dos 302 casos 291 são na Região de Lisboa e Vale do Tejo, três na Região Norte, quatro na Região Centro, dois na Região do Algarve e dois no estrangeiro (Luanda, Angola, e Lima, Peru).

 

Diz o comunicado que os inquéritos epidemiológicos continuam a decorrer, e que “toda a evidência sugere que o surto está circunscrito às freguesias de Póvoa de Santa Iria, Forte da Casa e Vialonga, em Vila Franca de Xira, zonas às quais se ligam todos os casos identificados”, não havendo “indícios de extensão do risco de doença para lá da zona já delimitada”.

 

A legionella, que provoca pneumonias graves e pode ser mortal, foi detectada na sexta-feira, no concelho de Vila Franca de Xira, tendo provocado já 291 casos de infecção e sete mortes.

 

Esta quarta-feira, o secretário de Estado da Saúde, Fernando Leal da Costa, disse que as autoridades estão convictas de que eliminaram todas as fontes de contaminação por legionela em Vila Franca de Xira e que o assunto "está resolvido".


Leal da Costa acrescentou que "há um conjunto de investigações que estão a ser feitas", mas não apontou qualquer local em concreto.

 

A doença do legionário, provocada pela bactéria "Legionella pneumophila", contrai-se por inalação de gotículas de vapor de água contaminada (aerossóis) de dimensões tão pequenas que transportam a bactéria para os pulmões, depositando-a nos alvéolos pulmonares.

 

Fonte: Lusa/Diário Digital
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=744673

Legionella: OMS considera surto em Portugal como "grande emergência de saúde pública"

12/11/2014 - 06:59


A Organização Mundial da Saúde (OMS) considerou como "uma grande emergência de saúde pública" o surto da doença do legionário em Portugal que já matou cinco pessoas e afectou 235 em menos de uma semana, avança a agência Lusa, citada pelo Diário Digital.


“Este é o maior surto de doença do legionário em Portugal e é considerado uma grande emergência de saúde pública”, afirmou Christian Lindmeier, porta-voz da OMS, citado pela agência France Presse.

 

A OMS indica ainda que a origem do surto não foi por enquanto detectada lembrando que, como medida de precaução, foram encerradas as torres de refrigeração da área afectada.

 

"A água municipal foi verificada e considerada segura", acrescentou o mesmo porta-voz, adiantando que não há risco na água potável da zona afectada.

 

A legionella, que provoca pneumonias graves e pode ser mortal, foi detectada na sexta-feira no concelho de Vila Franca de Xira, tendo provocado a infecção em mais de 230 pessoas e a morte de cinco.

 

Todos os casos, de acordo com a Direcção-geral da Saúde, "têm ligação epidemiológica ao surto que decorre em Vila Franca de Xira".

 

A doença do legionário transmite-se por inalação de gotículas de vapor de água contaminada (aerossóis) de dimensões tão pequenas que transportam a bactéria para os pulmões, depositando-a nos alvéolos pulmonares.

 

No sábado, o Ministério da Saúde anunciou um plano de contingência para lidar com o surto e iniciou-se um inquérito epidemiológico.

 

 

Fonte: Lusa/Diário Digital
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=744217

Legionella: cinco mortos e 233 infectados

11/11/2014 - 08:13


A Direcção-Geral da Saúde (DGS) revelou que até às 15:00 de segunda-feira já tinham morrido cinco pessoas vítimas de legionella, havendo 233 casos registados, avança a agência Lusa, citada pelo Diário Digital.


Em comunicado, a DGS adianta ainda que se encontram internadas nos cuidados intensivos 38 pessoas.


Do total de 233 casos, 228 são na região de Lisboa e Vale do Tejo, três na região Centro e dois na região Norte.

 

 

Fonte: Lusa/Diário Digital
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=744027

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