A Tecnifar está a levar a cargo um processo de despedimento colectivo em Portugal, que envolve 11 funcionários da empresa, devido ao impacto que a crise económica do país teve na farmacêutica, apurou o RCM Pharma. A farmacêutica viu-se obrigada a proceder a uma reestruturação de fundo para garantir a sua sobrevivência no mercado em 2012.
“A Tecnifar tentou responder à crise económica do país, e particularmente do sector da indústria farmacêutica, através da redução de custos, da uniformização de procedimentos, gerando sinergias, e fomentando o aumento de produtividade. Mas as pressões da indústria farmacêutica internacional, também ela a sofrer os efeitos da crise que se abateu sobre a Europa, dificultaram-nos a vida e tornaram insuficientes os esforços desenvolvidos”, disse ao RCM Pharma fonte da farmacêutica.
“Solução mais favorável, quer para a empresa quer para os trabalhadores”
Segundo a mesma fonte, “no final de 2011, a Tecnifar viu-se obrigada a proceder a uma reestruturação de fundo para garantir a sua sobrevivência no mercado em 2012. Tivemos de redefinir algumas zonas de actuação, que não estavam a ser rentáveis, integrando-as em zonas circundantes, de reorganizar as respectivas equipas, e, depois de esgotadas todas as opções, de proceder ao reajuste do Capital Humano da empresa. Neste sentido, a empresa foi obrigada a tomar medidas de RightSizing que incluiu uma situação de despedimento colectivo, por o número de trabalhadores envolvidos assim o justificar, e sobretudo por ser esta a solução mais favorável, quer para a empresa quer para os trabalhadores”. A companhia esclareceu ao RCM Pharma que o número de funcionários implicados neste processo de despedimento colectivo é de 11 pessoas.
“Estamos convictos que as medidas tomadas nos vão permitir a estabilidade necessária para que a empresa possa ultrapassar com alguma segurança a crise que se avizinha em 2012”, concluiu a fonte da Tecnifar.








