A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) e o presidente da Associação dos Administradores Hospitalares (APAH) temem que o novo centro hospitalar de Coimbra seja demasiado difícil de gerir e não ter os ganhos esperados, avança o Diário de Notícias (DN).
A criação de seis novos centros hospitalares, que resultam da união de 14 hospitais, vão permitir reduzir em quase metade o número dos administradores hospitalares. As novas estruturas entram em funcionamento a 1 de Abril.
"Alguns centros têm uma dimensão muito grande e é preciso saber se um conselho de administração com cinco elementos será suficiente. As estruturas muito grandes trazem mais problemas, porque são mais difíceis de gerir. É preciso lembrar que o número de doentes vai diminuir e que é preciso traçar o perfil dos serviços", disse ao DN Pedro Lopes, presidente da APAH, acrescentando que as fusões podem trazer ganhos na redução dos serviços administrativos e de apoio.
"Sentimos alguma preocupação. Uma organização com aquela dimensão vai interferir com muitas estruturas e profissionais e não temos informação sobre as linhas mestras desta planificação. Há por parte dos gestores muitas ineficiências e esta é uma mega-estrutura para gerir", afirmou, por seu lado, ao DN Sérgio Esperança, da FNAM.
- Home ]]>
- Actualidade
- Notícias do dia ]]>
- Saúde ]]>
- Indústria Farmacêutica ]]>
- Medicamentos ]]>
- Política de Saúde ]]>
- I&D ]]>
- Direito na Saúde ]]>
- Arquivo ]]>
- Notícias do dia
- Indústria Farmacêutica
- Recursos Humanos
- Eventos ]]>
- Lifestyle
- Contactos ]]>









